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Por que a gente sente medo?

Sergio Alberti/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Juliana Ravelli
Do Diário do Grande ABC

25/10/2009 | 07:36


O medo é sentimento natural, que todo mundo tem. Funciona como sinal de alerta do corpo, que, em geral, aparece quando algo perigoso se aproxima. Isso é bom, quando não é exagerado, porque faz com que a gente esteja preparado para se defender - lutar ou fugir.

Essa proteção ocorre independentemente da nossa vontade. A sensação de temor chega rapidamente ao cérebro, que manda mensagem para o organismo, que imediatamente reage e libera substâncias químicas (a mais famosa delas é a adrenalina). O coração dispara, transpiramos mais, temos tremedeira e calafrios. Se o pavor é muito grande, pode-se até fazer xixi na calça, ter dor de barriga e diarreia e não dormir direito. Isso tudo também ocorre com os animais. Passe a observá-los.

Pesquisas já comprovaram que o corpo produz suor com cheiro diferente quando sente-se medo. Por isso, os cães, que têm olfato muito desenvolvido, conseguem identificar de longe um medroso.

VAI MUDANDO - As pessoas sentem medo de coisas diferentes em cada fase da vida. Na infância é natural temer o que não existe, como monstros. Nessa fase, ele ensina os limites do que pode ou não. Se não fosse assim, ninguém saberia que pular de um lugar muito alto pode machucar ou que é possível ser atropelado ao atravessar a rua fora da faixa.

O medo contribuiu para que o homem inventasse objetos e tecnologias para protegê-lo contra desastres naturais, como o para-raio, e remédios para combater doenças.

Pode ser bom e mau

É preciso aprender a diferenciar o medo amigo do inimigo. O bom é o que ajuda a perceber que o perigo está perto, preparando-nos para a defesa. É o temor de algo que realmente existe, como relâmpago ou animal bravo.

Diferentemente, o mau é aquele que a gente imagina, mas que não existe de fato, como temor de bicho-papão embaixo da cama ou de que se engolir semente de laranja vai nascer uma árvore na barriga.

Todo tipo de medo precisa ser controlado para não se transformar em pânico ou fobia. Quando isso ocorre, atrapalha nossa vida e prejudica a convivência. (Consultoria da psicóloga Maria Regina de Azevedo, professora da Faculdade de Medicina do ABC)

O que é fobia?

Fobia é o medo exagerado de qualquer coisa: bicho, objeto, lugar. Em geral, quem a tem deixa de viver bem. É considerada doença, mas tem cura se tratada. Confira algumas:

Aracnofobia: de aranha
Brontofobia: de trovão e relâmpago
Cinofobia: de cachorro
Claustrofobia: de lugar fechado
Coulrofobia: de palhaço
Emetofobia: de vomitar
Espectrofobia: de fantasma
Felinofobia: de gato
Hematofobia: de ver sangue
Misofobia: de contato com sujeira
Nictofobia: do escuro



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Por que a gente sente medo?

Juliana Ravelli
Do Diário do Grande ABC

25/10/2009 | 07:36


O medo é sentimento natural, que todo mundo tem. Funciona como sinal de alerta do corpo, que, em geral, aparece quando algo perigoso se aproxima. Isso é bom, quando não é exagerado, porque faz com que a gente esteja preparado para se defender - lutar ou fugir.

Essa proteção ocorre independentemente da nossa vontade. A sensação de temor chega rapidamente ao cérebro, que manda mensagem para o organismo, que imediatamente reage e libera substâncias químicas (a mais famosa delas é a adrenalina). O coração dispara, transpiramos mais, temos tremedeira e calafrios. Se o pavor é muito grande, pode-se até fazer xixi na calça, ter dor de barriga e diarreia e não dormir direito. Isso tudo também ocorre com os animais. Passe a observá-los.

Pesquisas já comprovaram que o corpo produz suor com cheiro diferente quando sente-se medo. Por isso, os cães, que têm olfato muito desenvolvido, conseguem identificar de longe um medroso.

VAI MUDANDO - As pessoas sentem medo de coisas diferentes em cada fase da vida. Na infância é natural temer o que não existe, como monstros. Nessa fase, ele ensina os limites do que pode ou não. Se não fosse assim, ninguém saberia que pular de um lugar muito alto pode machucar ou que é possível ser atropelado ao atravessar a rua fora da faixa.

O medo contribuiu para que o homem inventasse objetos e tecnologias para protegê-lo contra desastres naturais, como o para-raio, e remédios para combater doenças.

Pode ser bom e mau

É preciso aprender a diferenciar o medo amigo do inimigo. O bom é o que ajuda a perceber que o perigo está perto, preparando-nos para a defesa. É o temor de algo que realmente existe, como relâmpago ou animal bravo.

Diferentemente, o mau é aquele que a gente imagina, mas que não existe de fato, como temor de bicho-papão embaixo da cama ou de que se engolir semente de laranja vai nascer uma árvore na barriga.

Todo tipo de medo precisa ser controlado para não se transformar em pânico ou fobia. Quando isso ocorre, atrapalha nossa vida e prejudica a convivência. (Consultoria da psicóloga Maria Regina de Azevedo, professora da Faculdade de Medicina do ABC)

O que é fobia?

Fobia é o medo exagerado de qualquer coisa: bicho, objeto, lugar. Em geral, quem a tem deixa de viver bem. É considerada doença, mas tem cura se tratada. Confira algumas:

Aracnofobia: de aranha
Brontofobia: de trovão e relâmpago
Cinofobia: de cachorro
Claustrofobia: de lugar fechado
Coulrofobia: de palhaço
Emetofobia: de vomitar
Espectrofobia: de fantasma
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