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A juventude tem um sonho

Tema fundamental para o futuro da juventude passou a léguas do debate eleitoral


Do Diário do Grande ABC

30/10/2014 | 08:36


Artigo

Tema fundamental para o futuro da juventude passou a léguas do debate eleitoral. As políticas de acesso ao Ensino Superior não estiveram na agenda dos candidatos que disputaram a Presidência da República, nem no centro de interesse da mídia. É inegável que algo de novo está acontecendo na Educação Superior no Brasil. O aumento da autoestima de estudantes pobres é resultado de políticas públicas que estão fazendo a diferença na vida de milhões de jovens brasileiros.

Em junho, numa cerimônia no Palácio do Planalto, a estudante Débora dos Santos Carvalho, do curso de Engenharia Ambiental da Escola Politécnica da USP (Universidade de São Paulo), comoveu autoridades brasileiras e estrangeiras ao discursar na apresentação dos resultados do Programa Ciência sem Fronteiras. Débora, nascida em família pobre, conseguiu realizar o sonho de entrar na universidade, comum a milhares de jovens. Ela ainda defendeu mestrado na Alemanha.

Os programas de acesso às universidades não devem ser políticas de governo, mas de Estado. Essa é questão que os dois candidatos que disputaram o segundo turno precisariam ter claro. O sonho de chegar ao Ensino Superior não pode ficar ao bel-prazer do governante de plantão. As conquistas alcançadas pela sociedade devem ser mantidas e ampliadas.

Antes, muita gente ficava fora do Ensino Superior. Até 2002, o Brasil tinha 148 campi federais. Hoje, a situação mudou, e muito. Temos 300 em funcionamento e mais 21 serão abertos até o fim do ano. Já o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) se transformou na principal ferramenta de ingresso no Ensino Superior. A nota do exame pode garantir desde a certificação no Ensino Médio até bolsa no Exterior.

A Lei de Cotas permite que mais brasileiros tenham acesso às universidades. E o ProUni (Programa Universidade para Todos) beneficiou, desde 2005, 1,4 milhão de jovens. Isso sem falar do Programa Ciência sem Fronteiras que, até o fim do ano, terá financiado 101 mil bolsas para brasileiros estudarem no Exterior.

Essas medidas têm contribuído para novo cenário no Ensino Superior, com mais diversidade e a participação de todas as classes sociais. O governo demonstrou compromisso com o acesso e a qualidade do ensino. Essa política ofereceu chances profissionais, que mudaram as vidas de famílias antes excluídas das salas de aula. Transformar a Educação é democratizar o ensino e garantir que as oportunidades sejam iguais a todos. Só assim poderemos construir outro Brasil.

Gilberto Alvarez Giusepone Jr é diretor do Cursinho da Poli e presidente da Fundação Polisaber.

Palavra do leitor

Não gostei!
Fiquei indignado e frustrado com a reeleição da presidente da República, Dilma Rousseff. Infelizmente, a corrupção continuará, as mentiras continuarão, enfim, tudo terá continuidade. A reeleição de Dilma Rousseff para mais quatro anos prova que o povo brasileiro não sabe votar. E nunca saberá, infelizmente!
Fernando Zucatelli
São Caetano

Divisão
‘Não acredito que estas eleições tenham dividido o País ao meio.’ De fato, tenho que concordar com a presidente. Não foram as eleições que causaram a cizânia do País e sim a volúpia de poder e dominação regurgitadas por seu criador naquilo que ele melhor sabe fazer em cima do palanque ou com qualquer microfone à sua (dele) disposição: o jogo sujo de pobres contra ricos, negros contra brancos (de olhos azuis), Norte contra Sul e outros comparativos peçonhentos a fim de iludir os humildes, incautos mantidos acorrentados na dependência de esmolas.
Aparecida Dileide Gaziolla
São Caetano

Brasil perdeu
Basta olhar o mapa das eleições para perceber que o Brasil perdeu! O Brasil escravizado pelo Bolsa Família, que é a eternização da miséria. O Brasil perdeu. Perdeu para a sordidez, a calúnia, a mentira, a injúria. O Brasil perdeu. Perdeu para a corrupção e a roubalheira do dinheiro público. Há muito a lamentar. Mas o Brasil é este País assim. Vamos continuar na oposição, mas, por favor, a partir de agora oposição de verdade, sem negociação. É o que tenho a dizer, além de cumprimentar Aécio Neves, que foi grande candidato. Verdadeiro herói. O Brasil perdeu batalha, mas não a guerra. Vamos em frente.
Luizinho Fernandes
São Bernardo
Dignidade
Hoje estamos assistindo à formação de sociedade de viciados pela esmola do Estado, sem o menor estímulo de evoluir para o mercado de trabalho. Contentando-se em viver à margem da dignidade humana. Luiz Gonzaga, há mais de 50 anos, afirmou: ‘Seu dotô, o nordestino tem muita gratidão pela ajuda sulista nessa seca do sertão, mas dotô, uma esmola a um homem que é são, ou lhe mata de vergonha ou vicia o cidadão’.
Francisco Emídio Carneiro
São Bernardo

Lusa – 1
Pobre Portuguesa, rebaixada à Série C do Brasileirão. Mas a culpa não é só da Lusa. A Confederação Brasileira de Futebol, com a conivência da Federação Paulista de Futebol, que nada fez para defender a afiliada, acabou com o clube para poder beneficiar o Fluminense-RJ. Triste! Mas não é a primeira nem será a última vez que clubes paulistas são prejudicados.
Vitor de Arruda Fernandes
Santo André

Lusa – 2
Lamentável que a tradicional Portuguesa de Desportos tenha sido rebaixada para a Série C do Brasileirão de 2015, com cinco rodadas de antecipação. O clube é o lanterna da Série B, onde faz campanha pífia e humilhante. A desorganização, incompetência e o amadorismo dos cartolas da Lusa levaram o clube ao fundo do poço. Em 2013, eles já mostraram seu total despreparo e levaram a Lusa ao rebaixamento para a Série B. Confirmando o que todos já sabiam, agora afundaram ainda mais o clube, que irá penar na Terceirona. A Lusa foi fundada em 1920, já teve grandes equipes, foi campeã do Torneio Rio-São Paulo, paulista, vice brasileira e revelou grandes craques para o futebol. Oxalá aprenda a lição, organize-se, reestruture-se e reinvente-se. Força, Lusa!
Renato Khair
Capital
 



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A juventude tem um sonho

Tema fundamental para o futuro da juventude passou a léguas do debate eleitoral

Do Diário do Grande ABC

30/10/2014 | 08:36


Artigo

Tema fundamental para o futuro da juventude passou a léguas do debate eleitoral. As políticas de acesso ao Ensino Superior não estiveram na agenda dos candidatos que disputaram a Presidência da República, nem no centro de interesse da mídia. É inegável que algo de novo está acontecendo na Educação Superior no Brasil. O aumento da autoestima de estudantes pobres é resultado de políticas públicas que estão fazendo a diferença na vida de milhões de jovens brasileiros.

Em junho, numa cerimônia no Palácio do Planalto, a estudante Débora dos Santos Carvalho, do curso de Engenharia Ambiental da Escola Politécnica da USP (Universidade de São Paulo), comoveu autoridades brasileiras e estrangeiras ao discursar na apresentação dos resultados do Programa Ciência sem Fronteiras. Débora, nascida em família pobre, conseguiu realizar o sonho de entrar na universidade, comum a milhares de jovens. Ela ainda defendeu mestrado na Alemanha.

Os programas de acesso às universidades não devem ser políticas de governo, mas de Estado. Essa é questão que os dois candidatos que disputaram o segundo turno precisariam ter claro. O sonho de chegar ao Ensino Superior não pode ficar ao bel-prazer do governante de plantão. As conquistas alcançadas pela sociedade devem ser mantidas e ampliadas.

Antes, muita gente ficava fora do Ensino Superior. Até 2002, o Brasil tinha 148 campi federais. Hoje, a situação mudou, e muito. Temos 300 em funcionamento e mais 21 serão abertos até o fim do ano. Já o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) se transformou na principal ferramenta de ingresso no Ensino Superior. A nota do exame pode garantir desde a certificação no Ensino Médio até bolsa no Exterior.

A Lei de Cotas permite que mais brasileiros tenham acesso às universidades. E o ProUni (Programa Universidade para Todos) beneficiou, desde 2005, 1,4 milhão de jovens. Isso sem falar do Programa Ciência sem Fronteiras que, até o fim do ano, terá financiado 101 mil bolsas para brasileiros estudarem no Exterior.

Essas medidas têm contribuído para novo cenário no Ensino Superior, com mais diversidade e a participação de todas as classes sociais. O governo demonstrou compromisso com o acesso e a qualidade do ensino. Essa política ofereceu chances profissionais, que mudaram as vidas de famílias antes excluídas das salas de aula. Transformar a Educação é democratizar o ensino e garantir que as oportunidades sejam iguais a todos. Só assim poderemos construir outro Brasil.

Gilberto Alvarez Giusepone Jr é diretor do Cursinho da Poli e presidente da Fundação Polisaber.

Palavra do leitor

Não gostei!
Fiquei indignado e frustrado com a reeleição da presidente da República, Dilma Rousseff. Infelizmente, a corrupção continuará, as mentiras continuarão, enfim, tudo terá continuidade. A reeleição de Dilma Rousseff para mais quatro anos prova que o povo brasileiro não sabe votar. E nunca saberá, infelizmente!
Fernando Zucatelli
São Caetano

Divisão
‘Não acredito que estas eleições tenham dividido o País ao meio.’ De fato, tenho que concordar com a presidente. Não foram as eleições que causaram a cizânia do País e sim a volúpia de poder e dominação regurgitadas por seu criador naquilo que ele melhor sabe fazer em cima do palanque ou com qualquer microfone à sua (dele) disposição: o jogo sujo de pobres contra ricos, negros contra brancos (de olhos azuis), Norte contra Sul e outros comparativos peçonhentos a fim de iludir os humildes, incautos mantidos acorrentados na dependência de esmolas.
Aparecida Dileide Gaziolla
São Caetano

Brasil perdeu
Basta olhar o mapa das eleições para perceber que o Brasil perdeu! O Brasil escravizado pelo Bolsa Família, que é a eternização da miséria. O Brasil perdeu. Perdeu para a sordidez, a calúnia, a mentira, a injúria. O Brasil perdeu. Perdeu para a corrupção e a roubalheira do dinheiro público. Há muito a lamentar. Mas o Brasil é este País assim. Vamos continuar na oposição, mas, por favor, a partir de agora oposição de verdade, sem negociação. É o que tenho a dizer, além de cumprimentar Aécio Neves, que foi grande candidato. Verdadeiro herói. O Brasil perdeu batalha, mas não a guerra. Vamos em frente.
Luizinho Fernandes
São Bernardo
Dignidade
Hoje estamos assistindo à formação de sociedade de viciados pela esmola do Estado, sem o menor estímulo de evoluir para o mercado de trabalho. Contentando-se em viver à margem da dignidade humana. Luiz Gonzaga, há mais de 50 anos, afirmou: ‘Seu dotô, o nordestino tem muita gratidão pela ajuda sulista nessa seca do sertão, mas dotô, uma esmola a um homem que é são, ou lhe mata de vergonha ou vicia o cidadão’.
Francisco Emídio Carneiro
São Bernardo

Lusa – 1
Pobre Portuguesa, rebaixada à Série C do Brasileirão. Mas a culpa não é só da Lusa. A Confederação Brasileira de Futebol, com a conivência da Federação Paulista de Futebol, que nada fez para defender a afiliada, acabou com o clube para poder beneficiar o Fluminense-RJ. Triste! Mas não é a primeira nem será a última vez que clubes paulistas são prejudicados.
Vitor de Arruda Fernandes
Santo André

Lusa – 2
Lamentável que a tradicional Portuguesa de Desportos tenha sido rebaixada para a Série C do Brasileirão de 2015, com cinco rodadas de antecipação. O clube é o lanterna da Série B, onde faz campanha pífia e humilhante. A desorganização, incompetência e o amadorismo dos cartolas da Lusa levaram o clube ao fundo do poço. Em 2013, eles já mostraram seu total despreparo e levaram a Lusa ao rebaixamento para a Série B. Confirmando o que todos já sabiam, agora afundaram ainda mais o clube, que irá penar na Terceirona. A Lusa foi fundada em 1920, já teve grandes equipes, foi campeã do Torneio Rio-São Paulo, paulista, vice brasileira e revelou grandes craques para o futebol. Oxalá aprenda a lição, organize-se, reestruture-se e reinvente-se. Força, Lusa!
Renato Khair
Capital
 

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