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Dilma volta acusar Aécio
de nepotismo sem provar

Nario Barbosa/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Presidente menciona que adversário contratou
parentes em Minas, mas evita detalhar nomes


Leandro Baldini Do Diário do Grande ABC

16/10/2014 | 07:00


Presidente da República e candidata à reeleição, Dilma Rousseff (PT) voltou a acusar ontem o seu rival na corrida presidencial, o senador Aécio Neves (PSDB), de ter praticado nepotismo durante sua gestão à frente do governo de Minas Gerais, no período entre 2003 a 2010. Na terça-feira, no debate realizado pela Rede Bandeirantes, Dilma mencionou pela primeira vez na campanha eleitoral que Aécio contratou parentes para trabalhar em sua administração no comando do Executivo mineiro.

Entretanto, a chefe da Nação novamente foi evasiva ao ser questionada sobre nomes e cargos ocupados pela família Neves. “Em Minas Gerais, ele (Aécio) teve vários parentes contratados. Se fosse enquadrar no governo federal, não poderia. Não se pode contratar um irmão, três primos, três primas e um tio. Vocês (imprensa) podem procurar no site do governo de Minas. Eu não lembro de cabeça”, justificou, ao ser indagada por jornalista sobre nomes e funções na gestão mineira.

A menção de Dilma ocorreu em evento de comemoração ao Dia do Professor, ocorrido em sede de um clube na Avenida Paulista, na Capital. O ato contou com a participação de várias lideranças petistas ligadas ao setor da Educação, de sindicatos do setor, de movimentos estudantis, do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), e do candidato derrotado ao governo do Estado da legenda, Alexandre Padilha. Cerca de 2.000 militantes compareceram ao encontro.

Por mais de duas horas no local, a presidente voltou a reforçar ataques ao rival sobre o não cumprimento mínimo em investimentos em Saúde e Educação durante seu período como governador de Minas Gerais, também repetindo as palavras adotadas no debate televisivo. “Todos os dados que falei são comprovados. Não ter destinado os recursos para esses setores foi colocado pelo Tribunal de Contas. Mas não está mais no site (do órgão). No entanto, pode ser checado pelo portal da minha campanha. O Aécio deixou de investir cerca de R$ 8 bilhões para a Educação e R$ 7,6 bilhões para a Saúde. Isso precisa ser discutido, para mostrar como ele geriu uma administração pública”, complementou.

A chefe da Nação entoou ações realizadas na área, mas direcionou ataques a Aécio e ao PSDB, focando a gestão de Fernando Henrique Cardoso à frente da União. “Conseguimos um trabalho importante de destinar os royalties do petróleo para a Educação. O maior número de escolas técnicas federais criadas está no governo do PT na comparação aos tucanos. Eu não comparo a minha soma com a deles, porque é covardia. Dá 422 (escolas técnicas) a 11. É dose.”

A petista também voltou a mencionar a construção do aeroporto na cidade de Cláudio, no Estado mineiro, em fazenda do tio-avô de Aécio. “Não é correto ele achar que pode falar tudo e nós não podemos falar nada. Quem quer ser presidente precisar debater.”

Dilma encerrou sua participação no encontro de ontem prevendo que os dias que antecedem o voto serão duros. “Até o dia (da eleição, no dia 26) será uma batalha. Nós com a verdade, eles com a mentira. Nós com a esperança, eles com o ódio”, considerou. 



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