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Má votação de Reali inicia ‘Volta, Filippi’

Montagem/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

PT começa articulação para convencer ex-prefeito a disputar Paço de Diadema em 2016


Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

12/10/2014 | 07:00


A má votação do ex-prefeito de Diadema Mário Reali (PT), que buscava uma cadeira na Câmara Federal, fez com que o nome de José de Filippi Júnior (PT), também ex-chefe do Executivo da cidade, ganhasse força para representar a sigla no pleito municipal de 2016. Reali conquistou 52.112 votos, ficando bem distante da margem dos candidatos petistas eleitos.

A derrota do ex-postulante praticamente minou sua capilaridade perante à militância local, já bem desgastada após o fracasso de 2012, quando perdeu a possibilidade de reeleição para o então vereador Lauro Michels (PV), em expressiva virada de votos no segundo turno. O revés encerrou também hegemonia petista na cidade, que durava 12 anos.

Atualmente secretário de Saúde na Capital, Filippi é visto como a salvação do petismo para retomar o comando no município. Esse projeto político, no entanto, não era o plano articulado pelo ex-prefeito, que comandou Diadema por três mandatos (1993-1996, 2001-2004 e 2005-2008).

Outra alternativa gira em torno da construção de um nome, a ser trabalhado a partir do próximo ano. Neste quesito, quem obtém destaque é o vereador e presidente da Câmara diademense, Manoel Eduardo Marinho, o Maninho, que, inclusive, admite trabalhar para ser o representante da sigla. “O PT não pode depender de uma única pessoa. A história do partido foi construída por várias mãos. Hoje, temos vários quadros possíveis em Diadema. Eu coloco o meu nome à disposição para disputar à Prefeitura. Mas o que é preciso que todos entendam é que o partido é muito maior”, explicou.

Já os vereadores Josemundo Dário Queiroz, o Josa, e Zé Antonio da Silva minimizaram o processo de escolha, ressaltando que há muito tempo para a decisão e que o nome de Filippi não está sendo trabalhado no momento. “Não está sendo dessa forma. Será feito muito diálogo sobre isso”, ponderou Josa. Para Zé Antônio, o processo ainda é prematuro. “São eleições diferentes. O PT ainda está muito vivo na cidade”, argumentou.

Contudo, há consenso entre as lideranças em relação ao desgaste da estrutura política de Reali. Segundo Maninho, as seguidas derrotas prejudicam prognóstico futuro. “Hoje é difícil analisar projeção com o Mário (Reali) por conta de sofrer dois revesses seguidos, mas ele é uma das referências, foi prefeito e deputado estadual por duas vezes”, atenuou.

Segundo Josa, o pequeno percentual de votos obtidos no domingo frustou as expectativas do PT. “A votação não foi o que se esperava. É situação complicada que precisa ser discutida”, considerou. 



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Má votação de Reali inicia ‘Volta, Filippi’

PT começa articulação para convencer ex-prefeito a disputar Paço de Diadema em 2016

Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

12/10/2014 | 07:00


A má votação do ex-prefeito de Diadema Mário Reali (PT), que buscava uma cadeira na Câmara Federal, fez com que o nome de José de Filippi Júnior (PT), também ex-chefe do Executivo da cidade, ganhasse força para representar a sigla no pleito municipal de 2016. Reali conquistou 52.112 votos, ficando bem distante da margem dos candidatos petistas eleitos.

A derrota do ex-postulante praticamente minou sua capilaridade perante à militância local, já bem desgastada após o fracasso de 2012, quando perdeu a possibilidade de reeleição para o então vereador Lauro Michels (PV), em expressiva virada de votos no segundo turno. O revés encerrou também hegemonia petista na cidade, que durava 12 anos.

Atualmente secretário de Saúde na Capital, Filippi é visto como a salvação do petismo para retomar o comando no município. Esse projeto político, no entanto, não era o plano articulado pelo ex-prefeito, que comandou Diadema por três mandatos (1993-1996, 2001-2004 e 2005-2008).

Outra alternativa gira em torno da construção de um nome, a ser trabalhado a partir do próximo ano. Neste quesito, quem obtém destaque é o vereador e presidente da Câmara diademense, Manoel Eduardo Marinho, o Maninho, que, inclusive, admite trabalhar para ser o representante da sigla. “O PT não pode depender de uma única pessoa. A história do partido foi construída por várias mãos. Hoje, temos vários quadros possíveis em Diadema. Eu coloco o meu nome à disposição para disputar à Prefeitura. Mas o que é preciso que todos entendam é que o partido é muito maior”, explicou.

Já os vereadores Josemundo Dário Queiroz, o Josa, e Zé Antonio da Silva minimizaram o processo de escolha, ressaltando que há muito tempo para a decisão e que o nome de Filippi não está sendo trabalhado no momento. “Não está sendo dessa forma. Será feito muito diálogo sobre isso”, ponderou Josa. Para Zé Antônio, o processo ainda é prematuro. “São eleições diferentes. O PT ainda está muito vivo na cidade”, argumentou.

Contudo, há consenso entre as lideranças em relação ao desgaste da estrutura política de Reali. Segundo Maninho, as seguidas derrotas prejudicam prognóstico futuro. “Hoje é difícil analisar projeção com o Mário (Reali) por conta de sofrer dois revesses seguidos, mas ele é uma das referências, foi prefeito e deputado estadual por duas vezes”, atenuou.

Segundo Josa, o pequeno percentual de votos obtidos no domingo frustou as expectativas do PT. “A votação não foi o que se esperava. É situação complicada que precisa ser discutida”, considerou. 

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