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Dubai é atrativo para
trabalhador brasileiro

Celso Luiz/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Maior cidade dos Emirados amplia vagas e dá
chances para quem quer desafios no Exterior


Leone Farias
Do Diário do Grande ABC

06/10/2014 | 07:12


Bruna Alcântara, 27 anos, cuja família é de São Caetano, arrumou as malas na semana passada para tentar seguir carreira no Exterior. Ela não estava indo para os Estados Unidos, o Canadá, a Austrália, nem para nenhum país da Europa. Seu destino era Dubai, maior cidade dos Emirados Árabes, onde as oportunidades profissionais crescem e começam a despertar atenções de muitos brasileiros.
Bruna se interessou, entre outros motivos, porque poderá ir com contrato de trabalho firmado, para ser hostess (tipo de recepcionista) em hotel de luxo de rede internacional, a empresa, além de pagar o salário, arcará com alimentação, transporte, moradia, plano de saúde e passagem aérea (para ela passar as férias no Brasil).

Formada em Jornalismo, ela havia decidido mudar de carreira e se interessou pela hotelaria. Há pouco mais de um mês trabalhava em hotel na Alameda Santos, em São Paulo, e vinha buscando oportunidades fora do Brasil. “Comecei a pesquisar e fiz três entrevistas, por skype, com diferentes empresas (daquele país). Me enviaram oferta e decidi aceitar”, disse. A fluência do inglês ajudou. Bruna já tinha passado um período no Canadá e dominava o idioma.

O empresário Marcelo Toledo, que é dono da agência MTV Intercâmbio, cita que a oferta de vagas, principalmente na área de alimentação e hospedagem (bares, restaurantes e hotéis), no país árabe localizado no Golfo Pérsico, está em ascensão. “Tem mais de 50 hotéis e parques em construção lá. Eu poderia levar mais de 5.000 pessoas por ano, mas hoje mando só cinco por mês, por falta de candidatos”, disse.

Ele acrescenta que, entre os atrativos, há a possibilidade de ir para lá com contrato para trabalhar oito horas por dia por 24 meses, renovável por mais 24. Dentre os requisitos, o inglês é importante, mas Toledo cita que, naquele país, por ser a segunda língua do local, é mais fácil a comunicação, ao contrário dos Estados Unidos e do Canadá, onde a fluência no idioma é necessária. Neste último país, inclusive, o governo da província de Quebec (responsável pela seleção de imigrantes) vem editando regras mais restritivas para quem deseja trabalhar lá.

O presidente da Câmara do Comércio Árabe-Brasileira, Michel Alaby, atesta que a demanda é crescente para os Emirados (que tem a sexta maior reserva de petróleo do mundo) e, por suas condições econômicas favoráveis, atrai trabalhadores que tenham conhecimento de inglês e estejam dispostos a desafios. Ele também salienta que muito do que é oferecido está vinculado ao setor turístico: hotéis, restaurantes e navios de cruzeiros, por exemplo. Ele estima que já haja mais de 4.500 brasileiros naquele país.

Além de segmentos ligados ao turismo, também há muitos pilotos e comissários de bordo que saíram do Brasil para trabalhar na Emirates Airlines. “Até na área de tecnologia você encontra brasileiros em sites e no ramo de vendas B&C (termo em inglês para empresa que vende ao consumidor final pela internet)”, diz.
 



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Dubai é atrativo para
trabalhador brasileiro

Maior cidade dos Emirados amplia vagas e dá
chances para quem quer desafios no Exterior

Leone Farias
Do Diário do Grande ABC

06/10/2014 | 07:12


Bruna Alcântara, 27 anos, cuja família é de São Caetano, arrumou as malas na semana passada para tentar seguir carreira no Exterior. Ela não estava indo para os Estados Unidos, o Canadá, a Austrália, nem para nenhum país da Europa. Seu destino era Dubai, maior cidade dos Emirados Árabes, onde as oportunidades profissionais crescem e começam a despertar atenções de muitos brasileiros.
Bruna se interessou, entre outros motivos, porque poderá ir com contrato de trabalho firmado, para ser hostess (tipo de recepcionista) em hotel de luxo de rede internacional, a empresa, além de pagar o salário, arcará com alimentação, transporte, moradia, plano de saúde e passagem aérea (para ela passar as férias no Brasil).

Formada em Jornalismo, ela havia decidido mudar de carreira e se interessou pela hotelaria. Há pouco mais de um mês trabalhava em hotel na Alameda Santos, em São Paulo, e vinha buscando oportunidades fora do Brasil. “Comecei a pesquisar e fiz três entrevistas, por skype, com diferentes empresas (daquele país). Me enviaram oferta e decidi aceitar”, disse. A fluência do inglês ajudou. Bruna já tinha passado um período no Canadá e dominava o idioma.

O empresário Marcelo Toledo, que é dono da agência MTV Intercâmbio, cita que a oferta de vagas, principalmente na área de alimentação e hospedagem (bares, restaurantes e hotéis), no país árabe localizado no Golfo Pérsico, está em ascensão. “Tem mais de 50 hotéis e parques em construção lá. Eu poderia levar mais de 5.000 pessoas por ano, mas hoje mando só cinco por mês, por falta de candidatos”, disse.

Ele acrescenta que, entre os atrativos, há a possibilidade de ir para lá com contrato para trabalhar oito horas por dia por 24 meses, renovável por mais 24. Dentre os requisitos, o inglês é importante, mas Toledo cita que, naquele país, por ser a segunda língua do local, é mais fácil a comunicação, ao contrário dos Estados Unidos e do Canadá, onde a fluência no idioma é necessária. Neste último país, inclusive, o governo da província de Quebec (responsável pela seleção de imigrantes) vem editando regras mais restritivas para quem deseja trabalhar lá.

O presidente da Câmara do Comércio Árabe-Brasileira, Michel Alaby, atesta que a demanda é crescente para os Emirados (que tem a sexta maior reserva de petróleo do mundo) e, por suas condições econômicas favoráveis, atrai trabalhadores que tenham conhecimento de inglês e estejam dispostos a desafios. Ele também salienta que muito do que é oferecido está vinculado ao setor turístico: hotéis, restaurantes e navios de cruzeiros, por exemplo. Ele estima que já haja mais de 4.500 brasileiros naquele país.

Além de segmentos ligados ao turismo, também há muitos pilotos e comissários de bordo que saíram do Brasil para trabalhar na Emirates Airlines. “Até na área de tecnologia você encontra brasileiros em sites e no ramo de vendas B&C (termo em inglês para empresa que vende ao consumidor final pela internet)”, diz.
 

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