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Moradores do João de Barro reclamam de condição das vias

Nario Barbosa/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Prefeitura faz calçamento na Rua das Colmeias e, com chuva, via fica intransitável para carros


Renato Cunha
Especial para o Diário

03/10/2014 | 07:00


Os habitantes da Rua Colmeia, no núcleo João de Barro, em São Bernardo, reclamam da falta de estrutura da via. O local era totalmente sem asfalto e, na tentativa de resolver o problema, a administração municipal fez o calçamento de concreto, porém, segundo os moradores, a situação só piorou. Eles afirmam que, quando chove, a rua fica escorregadia e é impossível subi-la de carro.

“Tenho vários protocolos de reclamação que fiz na Prefeitura e, um mês e meio depois, nada foi feito”, diz a dona de casa Michele Montaneli, 31 anos.

O asfalto foi colocado apenas em metade da via e, mesmo assim, há problemas de ondulação. “Quando chove, tudo vira barro. Na Rua das Corujas tem uma cratera”, queixa-se Michele.

A auxiliar administrativa Érica Maria, 32, diz que quase sofreu um acidente. “Estava tentando subir a rua e meu carro só deslizava, quase caí no barranco. Acabei tendo que subir na guia”. Ela também conta que os gastos aumentaram desde que se mudou para o local. “Já tive que trocar a embreagem algumas vezes, a rua aqui força muito”, reclama.

A população pede que as autoridades tenham atenção com o lugar. “Eles só vêm aqui para pedir voto. Olha a situação da nossa rua. Deveriam arrumar logo”, desabafa Érica Maria.

Além dos problemas com carros, alguns moradores já caíram no local. “Fui colocar o lixo lá em cima, acabei escorregando e me machuquei”, lembra a promotora de vendas Maclaudia Vicenti, 32. “As crianças vêm da escola e várias escorregam na ladeira.”

Além do chão, os moradores têm outros tipos de problemas, tais como transporte público, já que, segundo eles, há apenas uma linha de ônibus que atende a região. Outra queixa é a falta de áreas de lazer. “As crianças não têm onde brincar, acabam ficando na rua”, conta Michele. Os moradores convivem também com ratos, baratas e cobras.

A Prefeitura foi procurada durante uma semana, mas não se manifestou até o fechamento desta edição. 



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