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Palavra do Leitor
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Palavra do Leitor
Palavra do Leitor - 20 de março de 2024
Da Redação
20/03/2024 | 10:05
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Violência – 1

‘Aqui, agora. Aqui e agora... Perigo’ (Opinião, dia 17). No artigo assinado pela jornalista Marli Gonçalves, em certo ponto ela diz: “Não tem mais hora, lugar, rico ou pobre, velho, mulher, criança – eles parecem seguir ordens de um demônio qualquer... Nunca se ouviu tanto os verbos agredir, atacar, ferir, desferir, roubar, bater, surrar, matar”. Realmente essa é a realidade vivida pelo nosso povo com o apoio incondicional do governo central. Ia tudo bem, uma fidelidade absoluta da situação dantesca em que nosso povo está vivendo frente à bandidagem até que a Marli não aguentou e aderiu ao politicamente correto: “A força policial descontrolada...” Diga, Marli, se você fosse policial e tivesse que enfrentar todos os dias, o dia todo, bandidos armados prontos para matar quem se apresente à sua frente, você daria uma rosa a ele? Pois é, agradar a todos é impossível!
Felix Saverio Majorana
Santo André


Violência – 2

A tropa de choque do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, vem matando mais do que a dengue no Estado. Está sendo vista como uma polícia ao nível da do ex-chefe do Palácio dos Bandeirantes Paulo Maluf na época da ditadura militar, onde vagabundo respeitava a corporação e a sociedade andava tranquila. Só assim para o trabalhador ter o mínimo de segurança, porque não dá mais; os caras vêm, assaltam e esculacham o cidadão do bem.
Eduardo Furtado
Mauá


Greve em S.Bernardo

‘Servidor de São Bernardo ameaça cruzar os braços’ (Primeira Página, dia 18). “Como Orlando não aprendeu, precisaremos parar a cidade novamente”, declarou o presidente do sindicato dos servidores públicos, Dinailton Souza Cerqueira. Quem não aprende é este sujeito, que, pelo jeito, é incapaz de buscar outras alternativas que não sejam as de novamente parar uma cidade e deixar milhares de crianças sem aula na busca do seu objetivo. Eu realmente gostaria de ver a população pressionando e cobrando os sindicatos das perdas por eles provocadas. Sindicato deveria ser sinônimo de parasitas do governo e do trabalhador.
Walmir Ciosani
São Bernardo


Saúde em S.Bernardo

‘Pacientes denunciam longa fila de espera na UPA União’ (Primeira Página, dia 13). Com essa comunicação, que causa até pesadelo, o Diário nos informa sobre o sofrimento dos usuários. Fica aqui a pergunta: se essas pessoas estivessem vestindo ternos Brooksfield, relógios Rolex e bolsas Louis Vuitton e dirigindo BMWs ou Mercedes, teriam esse mesmo tratamento? A Unidade de Pronto Atendimento, que teria que atender 24 horas e faz parte da rede de atenção às urgências, não precisaria passar por uma emergente reformulação em relação aos seus dirigentes? Não podemos ficar “brincando” de médico e paciente, não podemos ficar esperando até meses por uma consulta, pois muitos desses usuários procuram a UPA com febre alta, fraturas e cortes, sintomas de infarto e derrame, quedas com torções, cólicas renais e outras enfermidades. Será que a população precisa morrer ou se unir em passeata para ser ouvida e, principalmente, atendida?
Cecél Garcia
Santo André


Falta de energia

Determinadas situações não podem e não devem se tornar corriqueiras em São Paulo! Falta de energia prejudica montante exacerbado de pessoas, que têm a rotina mudada. Devido à falta de energia, pessoas que só tinham o dinheiro da passagem de ida e volta perderam a viagem. Pior quem foi fazer hemodiálise e perdeu a viagem. Agora, se você voltar uma década atrás, não havia tanta ocorrência ou intercorrências dessa natureza. Tem alguma coisa errada no reino da Babilônia.
João Camargo
Capital


Paulistão

‘Bragantino, Novorizontino e Santos se unem a Palmeiras na briga pelo título do Paulistão’ (Primeira Página, dia 18). Com exceção da Portuguesa, que foi desclassificada por um time da Série B, deu a lógica nas quartas do Estadual: os grandes venceram.
Soraia C. Pêra
São Bernardo
 




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