Política

Candidato do Novo a deputado federal, Proieti busca repetir sucessos de 2018




Aprovado no processo seletivo do Novo para ser candidato a deputado federal no ano que vem, o advogado e empresário andreense Paulo Proieti, 38 anos, parte para sua primeira eleição com retrospecto da bancada do partido como um dos trunfos para surpreender nas urnas em 2022.

Em 2018, o Novo paulista emplacou três deputados federais que eram novatos nas corridas eleitorais até então: Alexis Fonteyne, Adriana Ventura e Vinicius Poit. Do trio, Poit já avisou que concorrerá ao governo do Estado, o que abre caminho aos que buscam pescar os eleitores do atual parlamentar.

“Minha estratégia é para ganhar. Sempre foi e sempre será para ganhar. Todos os três eleitos do Novo estavam em sua primeira eleição. Fizemos o governador de Minas (Gerais, Romeu Zema) também nessa condição. A maior marca do Novo são os cases de sucesso”, sustentou Proieti. “E os três deputados do Novo estão sempre entre os melhores congressistas, em especial na comparação gastos públicos e projetos apresentados. Todos abriram mão de benefícios e mantêm linha de atuação forte. Essa é um grande ativo que o Novo tem. O Novo entrega o que promete.”

Proieti fez articulação para ser candidato único do partido no Grande ABC como forma de potencializar suas chances de êxito. E ele vislumbra que é possível resgatar os eleitores da região para nomes das sete cidades depois de um êxodo acima da média registrado na eleição de 2018 – à ocasião, Eduardo Bolsonaro (PSL), Joice Hasselmann (PSL) e Kim Kataguiri (DEM), todos da Capital, figuraram entre os mais bem votados no Grande ABC. A bancada regional tem Alex Manente (Cidadania) e Vicentinho (PT), ambos de São Bernardo.

“Essa quantidade de votos em forasteiros tem como causa principal a falta de representatividade de lideranças locais. Quando o cidadão do Grande ABC não se sente representado, procura votos de fora. É uma tragédia porque esses deputados que abocanham os votos daqui não retornam os investimentos via emendas. A gente patina nisso”, considerou o advogado. “Não adianta ter novas opções. É preciso ter novas e boas opções. Vemos muito apadrinhamento político, essas coisa do marido e da mulher, do pai para filho. O sujeito da base do governo que faz favor ao prefeito esperando o apoio. A população está um pouco cansada, por mais que o brasileiro goste de falar em dinastia. Tem espaço para novas gerações.”

Proieti admite, porém, que a provável ausência de um presidenciável do Novo impacta no êxito das bancadas federal e estadual, porém, vê que Poit como candidato ao governo do Estado pode suprir essa lacuna. “Ele tem uma plataforma realmente inovadora e a gente ganha com ele.”

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