Política

Livro discute baixa presença de mulheres na política do Brasil




Embora sejam 52% do eleitorado brasileiro, as mulheres comandam apenas quatro dos 33 partidos existentes no País. A baixa participação feminina na política nacional preocupa as autoras de Princesas de Maquiavel: Por Mais Mulheres na Política, livro organizado pela cientista política Juliana Fratini que deve chegar às livrarias no mês de outubro, pela Editora Matrix.

“Em 2021, a senadora Simone Tebet (MDB, do Mato Grosso do Sul) foi a primeira mulher a concorrer à presidência do Senado e apesar de abandonada pelo partido, amealhou boa votação. Já na Câmara, a representação feminina é de apenas 15%”, diz Juliana, que afirma que o livro pretende ajudar a alterar a realidade.

Para discutir o tema, foram convidadas mulheres que militam à esquerda e à direita do espectro político. Três das quatro que comandam partidos assinam textos no livro: Gleisi Hoffmann (presidente do PT), Renata Abreu (Podemos) e Luciana Santos (PCdoB).

Além de políticas, o livro abre espaço para mulheres que atuam em organizações da sociedade civil. Uma delas é a cofundadora do Grupo Mulheres do Brasil, a empresária Luiza Helena Trajano, presidente do Magazine Luiza e cotada para ser candidata a vice-presidente da República na chapa encabeçada por Luiz Inácio Lula da Silva.

Também escrevem artigos jornalistas políticas atuantes nas redes sociais, como Madeleine Lacsko, especialista em cidadania digital, e Cynara Menezes, editora do site Socialista Morena. Homens são representados pelo ministro Luís Roberto Barroso, ex-presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

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