Diarinho

Aventura e mistérios pelos confins da selva




O fortão Frank atua como capitão de um barco em uma atração turística de grande popularidade. Sua vida muda, porém, quando o destino resolve colocar suas verdadeiras habilidades à prova em uma aventura na selva que promete conquistar toda a família. O filme Jungle Cruise – A Maldição nos Confins da Selva estreia na sexta-feira simultaneamente nos cinemas e no serviço de streaming Disney+ – neste caso, os assinantes terão de pagar valor extra de R$ 69,90 para assistir ao longa-metragem.


A história começa quando Lily (interpretada pela atriz Emily Blunt), uma exploradora sem medo, contrata Frank (Dwayne Johnson ou, como é mais conhecido na vida real, The Rock) para desvendar um antigo segredo. É chegada a hora, então, de o capitão comandar um navio real por um rio de verdade, o ‘Lágrimas de Cristal’. A dupla recebe a companhia de McGregor (Jack Whitehall), irmão de Lily.


O trio parte em busca de uma árvore misteriosa que, segundo Lily, tem poderes medicinais capazes de mudar para sempre a história da medicina. O caminho até ela, todavia, está cheio de perigos e armadilhas. Animais selvagens aparecem por toda a parte para dificultar a missão dos personagens. Forças sobrenaturais também têm vez ao longo das duas horas e meia, garantindo sustos aos espectadores.


Os brasileiros vão reconhecer algumas das paisagens que aparecem no filme. Jungle Cruise se passa na Floresta Amazônica, com referências e características muito típicas desta região do País, principalmente pela vegetação e pelos povos nativos. O longa-metragem é inspirado em uma das atrações mais antigas dos parques temáticos da Disney, que ficam em Orlando, nos Estados Unidos (leia mais ao lado).


Quem também está familiarizado com o tema é o ator Dwayne Johnson, que já estrelou outros filmes que se passam em florestas. Um deles é Jumanji: Bem-vindo à Selva, onde quatro adolescentes são transportados para dentro de uma mata, onde, transformados em personagens de jogo de videogame, precisam superar vários desafios para tentar voltar à realidade.


PANDEMIA
Jungle Cruise deveria ter estreado nos cinemas há um ano, mas a pandemia do novo coronavírus obrigou os estúdios Disney, responsáveis pela produção, a adiá-lo. A ideia era aguardar a volta do público aos cinemas após a vacinação em massa contra a Covid-19. Como muitos países ainda enfrentam restrição à circulação de pessoas, a estratégia incluiu o lançamento simultâneo no streaming.

Longa-metragem tem inspiração em uma das atrações mais antigas da Disneylandia

O longa Jungle Cruise é inspirado em uma das atrações mais antigas dos parques temáticos da Disney. O brinquedo fica no parque Magic Kingdom, em Orlando, na Flórida, nos Estados Unidos, e possibilita às pessoas viajarem a bordo de um barco por selvas povoadas de animais exóticos.


O conceito da atração foi pensado pelo próprio Walt Disney (1901-1966), no ano de 1955, o que na época foi considerado uma grande inovação e despertou interesse – e ainda desperta – em milhares de turistas durante todos os anos.


Na época, viagens por safáris, com o intuito de ver animais exóticos, eram muito caras e inalcançáveis para a maior parte do público. Diante disso, Disney teve a ideia de levar a experiência para o seu parque.


Atualmente, a atração promove uma jornada de 10 mil milhas feitas em dez minutos e percorre vegetações, espaço com borboletas e cachoeiras inspiradas na Amazônia. Os ‘tripulantes’ ainda conseguem ver um acampamento invadido por gorilas curiosos, nas margens do Congo da África. Quase no final da viagem, é possível ainda conferir elefantes tomando banho, hipopótamos e leões. Todos muito realistas.

Enquanto o passeio pode não acontecer na vida real, o filme Jungle Cruise traz muito dessas referências nas telas de cinema ou nas de televisores de casa e promete muita diversão.
  

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