Memória

Mais de 500 páginas a Nossa Senhora




Professor Ari é autor de muitas obras, além dessa montanha de bons livros que chegam com lindas dedicatórias.

Até 2006, quando me aposentei compulsoriamente da Faculdade de Saúde Pública da USP, eu escrevi alguns livros solo e em coautoria. Também publiquei trabalhos em revistas técnico-científicas sobre saneamento, saúde pública, educação ambiental e ecologia.

A partir de 2006, se bem que ainda ativo no âmbito acadêmico, passei a me dedicar ao segmento esportivo, que desde sempre me atraiu.

Os livros que estou passando à Memória se referem a textos sobre futebol, basquete, memórias esportivas. Outros se acham esgotados.

Todos são publicados pela Editora InHouse, de Jundiaí, pela deferência do editor e amigo Márcio Martelli. Podem ser adquiridos pelo site da editora e alguns na Amazon.

NOTA DA MEMÓRIA
São belos livros do professor Ari. Profundos, pesquisas amplas, seleção de imagens belíssimas, narrativa exemplar. Memórias de um Biólogo (2020), por exemplo, focaliza passagens também do Grande ABC pois, na década de 60, recém-formado, professor Ari chefiava o Laboratório de Biologia da (Comissão Intermunicipal de Controle da Poluição das Águas e do Ar).

Era comum vê-lo percorrendo o Rio Tamanduateí, retirando amostras da água já poluída em companhia de técnicos como Silvio Buso e Antonio de Andrade, pesquisadores como ele.

Genial a descrição de um tombo do professor e do técnico-químico Silvio Buso. Uma pequena multidão postou-se às margens do rio para assistir à operação. Na ponte, um transeunte comentou:
– O grandão (Buso) saiu, mas o baixinho (professor Ari) se f...
A Cicpaa, iniciativa do saudoso engenheiro Antonio Pezzolo (que foi prefeito de Santo André), deu origem à atual Cetesb, empresa do Estado de São Paulo. Professor Ari é também pioneiro neste projeto tão fundamental na transformação da nossa região, de rural a urbana.
Em cada um dos livros por ora folheados, descobertas incríveis. Deles Memória falará aos poucos, saboreando. E se destacamos Devoção à Maria, é porque desde já a obra será nossa consulta diária para a seção Santos do Dia, uma das mais lidas aqui em Memória.
Em Devoção à Maria, os autores mostram como Nossa Senhora é saudada e respeitada em mais de 70 países, da Albânia ao Vietnã. Como diz João Paulo II, “Totus Tuus, Maria” (Todo Teu, Maria).
Professor Ari, parabéns! Estamos felizes ao observar que a memória está presente em cada um dos seus trabalhos.
Mundo escolar do Grande ABC, a pandemia passará. Quando isso ocorrer, tragam o professor Aristides Almeida Rocha para aulas e palestras. Seus conhecimentos são imensos, profundos, sem que eles ofusquem a sua simplicidade, bondade e amor ao próximo.

O AUTOR
Professor e biólogo Ari é titular e emérito da Faculdade de Saúde Pública da USP, onde foi diretor; integrante da Aciesp (Academia de Ciências do Estado de São Paulo); integrante da Escola
Superior de saneamento da Cetesb. Além do que, bate um bolão no Memofut (Grupo Literatura e Memória do Futebol). Contatos: arirocha2006@hotmail.com .

Raulzito, eterno
Texto: Milton Parron

O programa Memória focalizará neste fim de semana o cantor e compositor, denominado “pai do rock nacional”, o baiano Raul Seixas.

Trechos de entrevistas que deu para a Rádio Bandeirantes e muita música, algumas ao vivo nos estúdios da emissora, vão emocionar a legião de fãs que Raulzito conquistou ao longo de sua vida muito curta, ele morreu em agosto de 1989, aos 44 anos de idade.

Foram 26 anos de carreira e 17 discos num estilo musical classificado como rock e baião, gêneros, aliás, que ele conseguiu unir em músicas como Let me Sing, Let me Sing.

No programa não faltarão alguns de seus maiores êxitos, entre eles, Ouro de Tolo, Mosca na Sopa e Metamorfose Ambulante.

EM PAUTA. Rádio Bandeirantes AM (840) e FM (90,9) – Raul Seixas, o Pai do Rock Nacional. Produção e apresentação: Milton Parron. Amanha, às 22h, ou após o futebol, com reprise no domingo às 7h e durante madrugadas da semana.

 

Diário há meio século

Sexta-feira, 23 de julho de 1971 – ano 13, edição 1593

Diadema – Na favela do Jardim Inamar, dois jovens professores ensinavam a técnica de datilografia a dezenas de pessoas, sob a luz do lampião. Cristina Rocha e Idalmo Urtado tinham à disposição duas máquinas de escrever doadas pela Olivetti do Brasil.

Nota – Meio século depois, repete-se a história, como mostrou o Diário na segunda-feira, em reportagem da jornalista Aline Melo: “Professoras voluntárias (Mary Jane Brandão e Lucineia Matias da Silva Bento) dão aulas de reforço em Diadema (no Sítio Joaninha).

Em 23 de julho de...

1901 – Chicago, 23. O calor nos últimos dias tem sido de uma intensidade jamais vista em todo o Estado de Illinois. 

Numerosos os casos de insolação. Termômetros têm rebentado com o calor.

1986 – Presidente Sarney anuncia novo pacote econômico.<TB>

1991 – A Câmara Municipal de Santo André anunciava a construção de um auditório e de um elevador em suas dependências. 

Hoje

Dia do Guarda Rodoviário

Santos do Dia

João Cassiano

Apolinário

Brígida (Suécia, 1303 – Roma, 1374): inspiradora da Ordem do Santo Salvador

Municípios Brasileiros

 Hoje é o aniversário de Conceição da Feira, Santa Cruz Cabrália e Serrolândia (Bahia); Jacinto Machado e Pouso Redondo (Santa Catarina); Japaratinga (Alagoas); e Viana (Espírito Santo).

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