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Mauá vacina moradores dos 35 aos 39 anos com comorbidades




Mauá inicia hoje a vacinação contra a Covid para pessoas a partir de 35 anos com comorbidades e deficiência permanente (BPC). Ribeirão Pires também antecipou a campanha e imuniza, desde ontem, moradores nas mesmas condições a partir dos 40 anos. Nas outras cidades da região, os contemplados precisam ter 45 anos ou mais. A expectativa do governo do Estado é que até sexta-feira todos municípios estejam atendendo pelo menos a faixa etária dos 40 aos 45 anos.

Em Mauá a vacina será aplicada nas 23 UBSs (Unidades Básicas de Saúde), de segunda a sexta, das 9h às 16h – com exceção das unidades Magini, Flórida e Zaíra 2, cujo horário será ampliado até as 20h apenas hoje. Também há opção do sistema drive-thru no Ginásio Poliesportivo Celso Daniel, que vai funcionar só hoje, das das 9h às 12h. A entrada é pela Rua Vitorino Dell’Antonia, no estacionamento do Paço.

Para agilizar o atendimento a Prefeitura recomenda o cadastro no site vacinaja.sp.gov.br. Também é preciso apresentar CPF, Cartão SUS e comprovante de endereço (somente podem ser vacinados os residentes em Mauá) e levar original (que ficará retida no local da vacinação) e cópia do receituário ou relatório médico, com até um ano de validade, com a descrição da comorbidade ou deficiência. No caso de pessoas com deficiência é fundamental a comprovação do recebimento do BPC (Benefício de Prestação Continuada) da Loas (Lei Orgânica da Assistência Social).

Em Ribeirão Pires a vacinação acontece das 8h às 16h, no sistema drive-thru em estrutura montada no Complexo Ayrton Senna. As regras para receber o imunizantes são as mesmas de Mauá.

MATÉRIA-PRIMA
Mais 3.000 litros de IFA (Insumo Farmacêutico Ativo) para produção da Coronavac chegaram a São Paulo ontem. Com o material, o Butantan produzirá 5 milhões de doses da vacina contra a Covid. As entregas estão programadas para junho.

Os insumos são enviados pela biofarmacêutica Sinovac e, no Brasil, passam pelos processos de envase, rotulagem, embalagem e controle de qualidade. De acordo com o governo paulista, todo o processo dura, em média, de 15 a 20 dias. Depois de prontas, as doses são entregues ao PNI (Programa Nacional de Imunizações) do Ministério da Saúde.  

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