Palavra do Leitor

Aprendizados da pandemia às empresas


Não há dúvidas de que tivemos muito a aprender com a pandemia, que teve início em março de 2020, mas que ainda continua neste ano de 2021. Foi necessária adaptação rápida. Atualmente, continuamos em cenário incerto, mesmo tendo completado um ano de isolamento físico e da Covid-19, ainda presente no Brasil. O home office segue como uma realidade para muitas empresas, àquelas que realmente têm essa possibilidade.

Cada gestor, cada empresa sabe as dificuldades que o cenário trouxe, mas há lições e aprendizados importantes pelo caminho. E que, se ainda não colocamos em prática, essa é a hora para fazermos isso.

1 – Ter mecanismos de controle é importante, assim como o improviso: nós, gestores, sempre buscamos antecipar cenários e preparar nossos negócios para contextos (positivos e negativos) que podem surgir. No entanto, a pandemia nos ensinou que é impossível prever e antecipar todas as variáveis. Tivemos que aprender a ter boa dose de improviso e capacidade de se reinventar.

2 – Aquela mudança que sempre procrastinamos pode ser a solução para sobrevivermos: vimos muitas empresas correndo para investir em marketing digital e em tecnologia, quando se viram impossibilitadas de atender aos clientes de maneira tradicional. Esta transformação digital que, há muito tempo era discutida, mas pouco executada, virou a chance de sobrevivência para a maior parte das empresas neste último ano.

3 – Saúde deve ser prioridade para as empresas: o momento que vivemos atualmente é completamente atípico, mas a pandemia nos ensinou a importância de investir na saúde (mental e física) dos nossos colaboradores, e também a relevância de cuidar do nosso próprio equilíbrio.

4 – Presença física não é tão essencial quanto imaginávamos: aquela viagem de avião para encontro de uma hora, ou reunião de alinhamento de equipe às 8h no escritório parecem menos necessárias do que eram no passado, não é mesmo? Com a pandemia, aprendemos que as pessoas podem ser produtivas trabalhando remotamente, e ressignificamos a necessidade de presença física nos escritórios.

5 – Estamos todos conectados, vamos aproveitar isso: nessa pandemia, ampliamos os horizontes para contratação de equipe, trazendo pessoas de outras cidades e Estados para o time, fato que seria impensável no passado. Uma operação 100% digital abriu as fronteiras dos negócios e ampliou as possibilidades de contratação e também de prestação de serviços em outros lugares do Brasil e do mundo.

Rafael Ribeiro é especialista em comportamento digital e um dos sócios da agência Cave Digital.


PALAVRA DO LEITOR

Frequência
Se a Praça Kennedy pode ter frequência e aglomeração de pessoas e animais, por que na Praça Antônio Flaquer (Ipiranguinha), que é bem maior, não pode apenas frequência? Qual a razão da colocação de cones no meio da pista em pequeno trecho do início da Rua Oratório e, se existe razão para tanto, por que não se coloca cones nas inúmeras ruas e avenidas existentes em Santo André?
Reinaldo Toledo
Santo André


Eduardo Leite tem razão!
A decisão do PT de Santo André é no mínimo incoerente. Punir o vereador Eduardo Leite por reconhecer as boas ações feitas pelo prefeito durante a pandemia é censura, e com isso não compactuamos (Política, dia 11)! A população elegeu com 76% dos votos o atual prefeito, votação histórica. Teria ele recebido tantos votos se sua atuação fosse ruim? Perfeita não é, mas impossível negar a boa gestão que, como dito pelo vereador, ‘acerta em muitas medidas’. A intenção dos dirigentes do partido é clara: punir adversário partidário por inveja de tê-los vencido e, assim, impedir a renovação. Com essas atitudes será que teremos o PT na Câmara em 2024?
Leandro Marques
Santo André


Governador
Lendo este Diário vi a crítica de falta de diálogo por parte do governo do prefeito e presidente do Consórcio Intermunicipal (Política, dia 10). Sugiro e aproveito que diga ao governador que a nossa cidade já está caminhando rumo à ‘Santo André 500’ e que, de acordo com o andar da carruagem, estamos recebendo tal e qual os pensamentos do século passado os projetos para a nossa região. Com humildade e senso de lealdade, e sua percepção em busca de novas tecnologias para futuro promissor da nossa cidade, diga ao governador – e em especial ao secretário dos Transportes Metropolitanos, Alexandre Baldy – que o Metrô, monotrilho, VLT e VLS são caríssimos devido à sua implantação e à sua posterior manutenção, e que o mundo moderno já usa há anos a tecnologia de ponta, a mobilidade usando a levitação eletromagnética com energia fotovoltaica, tendo custos operacionais baixos (1/3 mais barato) tanto nos trens de alta velocidade como nos trens urbanos, precisando apenas de atualização de conhecimento dos planejadores na área de mobilidade da Secretaria de Transportes Metropolitanos. A nossa cidade agradece o avanço.
Adalberto Dias Almeida, presidente do Instituto do Patrimônio do ABC


Consumidor
Cliente Feliz! Muito interessante o Artigo escrito por Gisele Paula sobre o pós-venda (Opinião, dia 10). Também desejo muito que só sobrevivam no mercado as empresas que trabalharem o pós-venda. Infelizmente os ‘marqueteiros’ prevalecem e só cuidam da venda. Eu mesmo tive amarga experiência, semana passada, com Americanas.com, onde sempre compro e tenho bom atendimento na venda. Ocorreu que o site remeteu para retirar ovos de Páscoa na loja. Fui lá três vezes e era impossível entrar, havia filas enormes. Tentei o cancelamento, que na compra diziam ser fácil, mas, no SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) on-line não teve atendimento e no telefone passavam mensagem de problemas no sistema. Interessante que os canais de compra funcionavam. Só consegui o cancelamento três dias depois por telefone. Como não penso só em mim, passei no SAC as fotos, e a situação, em colaboração – muito poderia ser feito para que melhorassem, mas até hoje não tive nenhum retorno.
Evaristo de Carvalho Neto
Santo André


Atendimento
Fui tomar a segunda dose da minha vacina domingo, na região de Santo Amaro. Cheguei ao local 14h20 e fui informada que não poderia entrar porque estava encerrado o atendimento. Perguntei por que, e a moça que estava dando informações disse que não tinha vacina para todos. Entrei e fiquei sabendo que pela manhã o local não abriu porque as vacinas não haviam chegado. Expliquei que era minha data e após três horas fui atendida, pois havia apenas uma pessoa aplicando a vacina. Em compensação, minha sobrinha que mora nos Estados Unidos tem 43 anos e tomou domingo a vacina da Johnson. Mas havia da Pfizer também, e quem estava aplicando era o pessoal do Exército. Havia água e Gatorade para quem quisesse e, ao tomar a vacina, as pessoas aguardavam durante 15 minutos para depois sair. Tudo com distanciamento e muita ordem. Fica visível a forma respeitosa com que as pessoas são tratadas.
Izabel Avallone
Capital 

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