Palavra do Leitor

Mercado de rastreamento: tendências


Ao longo dos últimos anos, percebemos crescimento significativo do mercado de rastreamento aqui no Brasil. Isso se deu, principalmente, devido ao aumento de roubos e furtos, onde muitas centrais de rastreamento se viram na necessidade de investir e oferecer produtos que pudessem não só realizar monitoramento e gestão de veículos e cargas, mas também proporcionar segurança com custo mais baixo se comparado com a contratação de um seguro auto. Segundo o último levantamento realizado pelo Denatran (Departamento Nacional de Trânsito), em 2018 o Brasil contava com frota de mais de 98 milhões de veículos. Com a queda gradativa dos custos do rastreador e da conectividade, já é possível encontrar soluções tecnologias cada vez mais acessíveis, que oferecem a mesma eficiência na prestação de serviços e com atendimento ainda mais próximo do consumidor.

Durante o ano de 2020, percebemos que diversas empresas tiveram que sair da sua zona de conforto e tiveram que se adaptar com a nova realidade imposta pela pandemia da Covid-19. No setor de rastreamento não foi diferente, houve momento de instabilidade no começo das restrições de circulação nas estradas, porém, aos poucos esse cenário foi mudando principalmente com os serviços de entregas e logística – que já vinham em crescente no País – retomando rapidamente, beneficiando também os players de rastreamento e a economia.

Em 2021, as expectativas não são tão positivas, mas refletem de forma positivamente no setor. Isso porque tudo indica que, com o aumento do número de pessoas fora do mercado de trabalho, a criminalidade poderá crescer e contribuir com os índices de furtos e roubos. A preocupação em buscar por alternativa para garantir a integridade patrimonial será algo essencial tanto para quem possui veículos particulares como também para as frotas de transportes e logística.

Diante disso, as soluções de segurança disruptivas como as tecnologias 4G, NB IoT e CatM ocuparão lugar de destaque. A tendência é que as empresas especializadas vejam essa evolução do setor e invistam em tecnologias alternativas que busquem aumento de performance e redução de custo para o mercado. Enfim, posso dizer, com toda certeza, que é em momentos como este que podemos encontrar grandes oportunidades. As inovações tecnológicas são importantes para esse segmento, visando principalmente o aumento contínuo nos índices de recuperação. A nós, atuantes do mercado, vale ficarmos de olho nessas tendências para garantir ao mercado as melhores ferramentas no combate ao crime e na redução do custo logístico.

André Saliba é diretor comercial da empresa Getrak.


PALAVRA DO LEITOR

Sem gelada?
Senhores prefeitos, é sério? Nós, os ‘sessentões’, cervejeiros, que estamos confinados em casa aguardando a vacina, agora também não poderemos tomar nossa cervejinha (Setecidades, ontem)? Não nos venderão? Somos nós os responsáveis pela disseminação do vírus? Prefeitos, que tal uma quantidade pequena de cada vez?
Márcia Perecin
São Bernardo


Cadê a PM?
A polícia passa pela manhã para ver se o comércio está fechado. À noite cortam a energia, arrombam a porta, entram e fazem a festa. Nesse fim de semana, na Avenida D. Pedro I, em Santo André, altura do número 634, três estabelecimentos foram arrombados e saqueados. Pergunta: onde está a nossa segurança?
Eva Armidoro Rafael
Santo André


Mudos, cegos e surdos
Todo santo dia aparece um comentário sobre a situação financeira do Brasil e os benefícios a serem dados ao povo brasileiro neste tempo de pandemia. São dadas as mais variadas sugestões, porém, aquela que está na mente e boca do povo, que é a redução de parlamentares e assessores com todas as mordomias, esse ‘pequeno’ probleminha, ninguém ousa entrar em detalhe. Pois estaríamos mexendo no bolso daqueles que se dizem ‘escudeiros’ da Nação, mas que não diminuem um centavo de seus vencimentos para beneficiar a população. Aí está a galinha dos ovos de ouro, que ninguém ousa mexer ou comentar, porque traria inúmeros benefícios e economia para o País. Esses políticos, que se julgam ‘patriotas’, não estão vendo a solução, mas o povo com certeza está. E se Deus quiser e nos iluminar, a cada eleição que houver teremos reformulação na política brasileira, até acharmos o divisor de águas, que, aliás, já está se aproximando, para vivermos como países de primeiro mundo, que fazemos por merecer.
Sérgio Antonio Ambrósio
Mauá


Colaborem!
A decisão dos prefeitos que integram a Região Metropolitana da Baixada Santista de adoção do lockdown exige muita reflexão. É situação que tem reflexos na economia e provoca desemprego, mas deve motivar a população a avaliar sua conduta nestes momentos. O índice de vidas ceifadas é muito alto e sem vacinação em massa e respeito às determinações de especialistas o quadro tende a piorar. Ou seja, todos precisam colaborar.
Uriel Villas Boas
Santos (SP)


Resposta
Em resposta à carta do senhor Roberto Saraiva Romera, de Santo André (Lockdown, dia ontem), o Consórcio Intermunicipal do Grande ABC esclarece que a reunião entre o governo do Estado, representado pelo secretário de Desenvolvimento Regional, Marco Vinholi, e prefeitos de todos os municípios do Estado de São Paulo, inclusive do Grande ABC, foi realizada de maneira virtual. A foto utilizada pelo site do Diário para noticiar o encontro trata-se de imagem de arquivo de reunião presencial realizada em janeiro deste ano, que marcou a posse da nova composição da assembleia geral do colegiado, em momento em que a região encontrava-se na fase verde do Plano São Paulo (de abertura parcial). Na notícia publicada, no entanto, o jornal não informou que estava utilizando foto de arquivo. Após a posse da nova composição do colegiado, todas as reuniões entre os prefeitos do Grande ABC têm sido realizadas de maneira virtual.
Consórcio Intermunicipal do Grande ABC


Nota da Redação – A foto que ilustra a reportagem é de arquivo, de 7 de julho de 2019, conforme mostra o crédito no alto da imagem.  

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