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Maioria dos jovens diz não mentir para melhorar o currículo


Buscar um lugar ao sol dentro do mercado de trabalho é tarefa complicada. Independentemente da área, conseguir preencher uma vaga de serviço enfrenta competitividade entre candidatos diversos. Em meio à crise econômica, as oportunidades que aparecem buscam certas exigências e ninguém deseja ficar para trás na hora de ser lembrado por algum detalhe específico no currículo.

Há quem diga que ‘aumentar’ suas qualificações faz parte do jogo na briga por emprego. Na busca por saber se essa ideia realmente é verdadeira, o Nube (Núcleo Brasileiro de Estágios) realizou pesquisa on-line com jovens de idade entre 15 e 29 anos. O levantamento especial teve participação de 61.834 pessoas na primeira quinzena de março. A pergunta postada foi: ‘Você já mentiu no seu currículo?’ 

A ampla maioria, 87,8% (54.336 indivíduos), respondeu ‘não, sempre escrevi a verdade’. Em segundo lugar (8,9%), a resposta mais escolhida foi ‘não, fico com medo de ser descoberto’. A terceira colocação da pesquisa (1,8%) achou melhor optar por ‘sim, mas só algumas informações’.

Especialistas do Nube afirmam que, ao invés de botar algumas inverdades no documento, é melhor investir atenção em seus domínios de conhecimento, com possíveis etapas de seleção podendo exigir as habilidades que foram alteradas para tentar chamar a atenção e que não existem. 

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