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Brasil passa das 1.000 mortes pelo novo coronavírus; no mundo são mais de 100 mil


Depois de 101 dias - o equivalente a 14 semanas e meia - desde o registro do primeiro caso da Covid-19 na China, em 31 de dezembro de 2019, o mundo ultrapassou nesta sexta-feira (10), a marca de 100 mil mortos pela doença. Segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde) e outros órgãos internacionais, até esta tarde já são 100.376 vítimas fatais do novo coronavírus, número este que está incluso no registro de 1.650.210 casos confirmados. Além disso, 368.669 constam como pacientes recuperados.

No Brasil, segundo último balanço do Ministério da Saúde - publicadp na tarde desta sexta-feira -, são 19.638 casos confirmados e 1.057 mortos (o que representa quase 1% dos óbitos no mundo). O Estado de São Paulo segue como principal centro de pessoas infectadas do País, com 7.480 pacientes que testaram positivo e 496 vítimas fatais, sendo 29 delas no Grande ABC, em dados divulgados até quinta-feira pelas sete prefeituras da região. 

O Ministério da Saúde prevê que o pico da Covid-19 deve ser entre o fim de abril e início de maio. Jean Gorinchteyn, infectologista do Hospital Emilio Ribas, afirma que esse pico deveria estar acontecendo agora, mas o País conseguiu adiar. "Essas curvas foram desaceleradas pelas quarentenas e, em paralelo, pela otimização dos hospitais de campanha, com leitos de UTI e aparelhos", diz o especialista.

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