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Máscara também é sinal de educação


Ontem foi confirmado o primeiro caso de infecção por coronavírus (Covid-19) no Brasil – homem de 61 anos, de São Paulo, que visitou a Itália. Além do alerta mundial, embora a letalidade seja baixa, o assunto levanta também outras questões importantes, como hábitos de higiene e proteção. Assim como os povos orientais, principalmente, todo mundo deveria fazer do uso de máscaras algo normal. No Japão é sinônimo de educação usar máscara quando se está resfriado ou gripado para proteger as pessoas próximas. O brasileiro não tem esse costume, Aliás, tem muita gente que sequer lava as mãos regularmente. Mais do que se preocupar com a chegada do coronavírus no País, é necessário repassar as regras básicas de limpeza. Máscaras deveriam ser usadas sempre, não só por diversão no Carnaval.


O Clube Atlético Aramaçan, em Santo André, recebeu foliões para seus bailes de Carnaval; grupo de amigas foi conferir de perto a performance da bateria da escola de samba Rosas de Ouro


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Doenças raras
Sábado é o Dia Mundial das Doenças Raras. Segundo dados do Ministério da Saúde, estima-se que existam entre 6.000 e 8.000 tipos no mundo, cerca de 6% a 8% da população mundial tem alguma doença rara e, no Brasil, o número pode chegar a 15 milhões. “É área marcada pela falta de informação e por preconceitos, e que precisa de atenção”, explica a vice-presidente do Instituto Vidas Raras, Regina Próspero.

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