Cotidiano

Mania de leitura


Tudo começou com a hoje ridicularizada cartilha ‘Upa Cavalinho’. Saudosa cartilha sepultada pelo construtivismo, minha primeira experiência como leitor.

Claro que meu amor pela palavra escrita começou antes dela, provavelmente no útero materno, aquático aconchego dos meus primeiros tempos.

Li e leio de tudo, mania que me persegue desde o tradicional be-a-bá: de placas de trânsito, nomes de ruas até clássicos românticos e outros clássicos não tão românticos, passando pelas matérias científicas e informações trazidas por jornais e revistas semanais. Também gosto das capas com curiosidades sobre novelas e saborosas fofocas sobre a vida de artistas (que feio!).

Leio, mas quem não lê?

Mentira! Se respondeu não, mente. Pelo menos uma disfarçada vista d’olhos, vá!

Costumo penetrar no mundo da leitura com a finalidade de participar do pensamento do escritor, aprender com ele ou criticá-lo. É uma viagem que constantemente me obriga a ler várias vezes o mesmo parágrafo de um texto, fascinado pela beleza de suas palavras e organização das idéias. Talento de poucos.

Seria bom, pois, se amantes ou não da escrita procurassem permanecer o maior tempo possível com os olhos voltados para as palavras impressas, poderosas mensagens que, de uma forma ou de outra nos deixam algo a mexer com nossa mente, sempre aberta à evolução. Se bom, nos fartamos. Se ruim, jogamos fora, conhecedores, também, do que não presta. 

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