Palavra do Leitor

Black Friday sem fraude!


Artigo

Há exatos nove anos, o Brasil aderiu ao movimento Black Friday, a tão esperada temporada de descontos que deixa todos alvoroçados para comprar tudo o que desejaram durante o ano. Diferentemente de como ocorreu nos Estados Unidos, a famosa data chegou por aqui primeiramente com promoções nas lojas on-line para, depois, os estabelecimentos físicos adotarem no calendário. Desde então, o mês de novembro é ocasião para comprar os presentes de Natal ou ainda adquirir novos produtos, serviços, viagens, entre outros itens com descontos que chegam até 80%.

Estamos em mais uma edição e o comércio tem a expectativa de aumento de vendas de 18%, em relação ao ano passado, quando a arrecadação total somou R$ 2,92 bilhões. Nesta, o e-commerce espera faturar cerca de R$ 3,45 bilhões, de acordo com a ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico). Muitas transações, assim como o tráfego de informações, dados pessoais, senhas, entre outros irão trafegar em ambiente digital. O período é favorável aos ataques de hackers, assim como invasões e desvio de dados, uma vez que muitos dispositivos estão vulneráveis, sem proteção alguma. Brasileiros protegem computadores com antivírus, mas esquecem do celular, dispositivo que mais utilizam no dia a dia. Entre as ações dos ‘ladrões digitais’, a clonagem de cartões é a que mais ocorre, a partir de invasão. Para se ter ideia, em 2018, mais de 10 milhões em compras foram realizadas com cartões clonados. Desenvolvedores de soluções para segurança em ambiente digital não podem deixar de fazer o alerta aos consumidores, que são bombardeados a todo instante com anúncios de promoções.

O consumo via mobile tem crescido muito no Brasil. Só no primeiro semestre de 2019, 32% das transações em comércio eletrônico foram realizadas por dispositivo móvel. Índice considerável para que o brasileiro comece levar mais a sério a questão da blindagem de seus smartphones e, assim, garantir Black Friday segura, sem cair na ‘black fraude’. Há aplicativos seguros que são indicados para segurança digital. Eles são específicos e podem ajudar o consumidor a saber se o ambiente onde está navegando é seguro, não o deixando cair em golpes nas transações que realizar na internet. Além de proteger os dados dos usuários durante a navegação, também identificam sites maliciosos enviando alertas em tempo real, além de permitir navegação segura em redes públicas de wi-fi e proteger aplicativos com senha.

Logo, antes de se programar para fazer compras, vale pensar primeiro em proteger todos os dispositivos móveis com aplicativo eficiente para não ter dores de cabeça, ao finalizar compra iniciando problema. Um clique pode proteger dados e garantir compras seguras!

Marcus Garcia é vice-presidente de produtos da empresa FS.

Palavra do Leitor

Inaceitável – 1
Parabenizo este Diário pela inclusiva reportagem onde traz à baila o número exíguo de negros (sete) entre os 158 secretários das sete cidades (Política, dia 25). Esta inaceitável e constrangedora situação regional – infelizmente – não é exceção na nossa amada Pátria, que ainda tem palmeiras e sabiás (não sei até quando e, pior ainda, com o possível advento do ‘trintaeoitão’). Fico cá a divagar: qual a proporção de negros de secretários em outras regiões e Estados brasileiros ou no quadro docente e funcional da Fundação Santo André e Fundação Pró-memória de São Caetano? Também parabenizo a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), que homenageará no calendário do ano vindouro notáveis cientistas negras ao longo da nossa história. Apesar dos pesares, por conta do presidente ignaro e tosco, não podemos deixar a peteca cair. Lembrei da imperdível e enternecedora cena final da película felliniana de 1957 As noites de Cabíria.
João Paulo de Oliveira
Diadema

Inaceitável – 2
Ainda sobre a reportagem ‘Grande ABC tem apenas sete negros entre 158 secretários’ (Política, dia 25, para ingressar no serviço público (municipal, estadual ou federal) a legislação exige que os candidatos se submetam a concursos públicos, dos quais podem participar pessoas de todas as raças. Concordo com professora de direito Marilene de Mello que a saída seja pela educação, mas começando das creches até as faculdades. Quem sabe um dia tenhamos nas sete cidades do Grande ABC prefeituras com secretariados totalmente da raça negra. Ou amarela, talvez da parda ou mesmo da raça indígena.
Arlindo Ligeirinho Ribeiro
Diadema

Nada aconteceu
São Bernardo está com problemas há muito tempo na área da saúde. Todos os que passaram pelo Paço, em suas campanhas prometeram zerar filas de atendimento, agendamentos a curto prazo, especialistas disponíveis e nada disso acontece na prática. Não conseguem resolver essa grave situação. Curioso é que os vereadores do PT em outras gestões – e deve ser lembrada a trágica passagem de seu prefeito pelo Paço – viviam fazendo manifestações em frente ao PS (Pronto-Socorro) Central, por falta de médicos e tudo mais. Agora, sequer fazem algum tipo de pronunciamento na tribuna da Câmara mostrando a realidade trágica da cidade nessa pasta. Vergonhoso mesmo! Os da bancada de sustentação continuam submissos ao Executivo e só dizem ‘amém’, fecham os olhos para mais esta triste realidade. Aconselho a ficarem atentos quanto ao argumento de sempre, de que não tem leitos disponíveis. Não é verdade. Prefeito precisa explicar para a população por que não tem funcionários suficientes nas enfermarias. Isso sim. Acorda, São Bernardo!
Luizinho Fernandes
São Bernardo

Voltem à origem
Sensacional a carta do leitor Paulo Roberto Berttollatto (Não deu certo!, dia 24). É exatamente isso. Parabéns pela criatividade.
Osiel Tibério Gualdabem
Rio Grande da Serra

Antídoto
A mais grave doença brasileira, que mais mata, age silenciosamente, e justamente quem detém o antídoto para extingui-la são os poderosos no poder, que, de propósito, fazem de tudo para não o aplicar. Devido à corrupção surrupiando recursos que refletem na saúde, segurança e infraestrutura, há o crescente número de mortes. O rigor, como desestímulo, exige confisco de bens e prisão perpétua em penitenciária. Enquanto a corrupção for combatida de forma benevolente e com penas simbólicas, nada vai mudar.
Humberto Schuwartz Soares
Vila Velha (ES)

Resposta
Sobre a carta do leitor Matusalem Sampaio (Rua Natal, dia 18), o Semasa informa que as papeleiras de rua são instaladas, prioritariamente, junto a equipamentos públicos e locais de grande fluxo de pessoas. A Rua Natal, em seu maior trecho, é residencial e atendida com varrição uma vez por semana. Em locais com essas características optamos pela não instalação desses equipamentos, porém, considerando a existência de hospital no início da via, o Semasa vai instalar lixeira no local. Lembramos, ainda, o disposto no Código de Proteção Animal, que menciona a responsabilidade do tutor do animal para a remoção dos dejetos fecais do bicho.
Semasa 

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