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Nairo Ferreira e parceiro do Tigre são surpresas dos conselhos técnicos


Os conselhos técnicos das Séries A-2 e A-3 do Campeonato Paulista, realizados ontem na sede da Federação, trouxeram novidades nos times da região que vão disputar o segundo nível estadual. O São Caetano foi representado por Nairo Ferreira de Souza, comprovando que a carta de afastamento do cargo, emitida pelo dirigente dia 8 de outubro, não fez efeito na prática. Já o São Bernardo FC, sem o presidente Edinho Montemor, que estava com problemas de saúde, foi representado pela empresa que será a nova parceira da equipe. Apenas o EC São Bernardo não apresentou surpresas na gestão.

As fórmulas de disputa serão as mesmas desta temporada. Na Série A-2, os 16 clubes jogam entre si em turno único, com os oito primeiros avançando aos mata-matas, que serão decididos em duas partidas. A novidade pode ser a inclusão do VAR nos jogos decisivos, o que voltará a ser discutido. Assim como a elite, o torneio começa dia 22 de janeiro.

Mesmo sem estar no encontro, Edinho Montemor, presidente do Tigre, aprovou a definição. “Outras formulas sugeridas não tornam o campeonato justo. O ideal mesmo seria torneio de ida e volta em pontos corridos, mas seriam precisas 30 datas, deixaria a competição mais longa e isso é inviável financeiramente. No fim, o formato atual é justo”, comentou.

Edinho confirmou que o São Bernardo FC foi representado no conselho por uma pessoa ligada à empresa que vai ser a parceira da equipe, mas não revelou mais detalhes do negócio. “Não posso adiantar o nome do parceiro, isso vai acontecer em breve, quando tivermos o treinador e os primeiros jogadores contratados”, explicou o dirigente.

Já Nairo Ferreira, representante do São Caetano, foi procurado pelo Diário e não foi localizado para comentar sobre a competição e sobre a sua condição à frente do clube, que causa surpresa.

Já na Série A-3, que começa dia 26 de janeiro, o vice-presidente do EC São Bernardo, Gigio Sareto, gostou da manutenção da fórmula. Na primeira fase os 16 times jogarão em turno único, todos contra todos, para definir os oito classificados. A única novidade foi a volta da disputa por pênaltis em caso de empate no mata-mata.

“Votei a favor dos pênaltis no mata-mata. Teve também tentativa de regionalizar a competição, dividindo em dois grupos, mas não fomos favoráveis porque pode causar desequilíbrio”, comentou Gigio.  

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