Setecidades

Colégio Metodista atrasa salário dos professores


Professores do Colégio Metodista realizaram assembleia junto ao Sinpro-ABC (Sindicato dos Professores do Grande ABC) nesta quinta-feira e decidiram que vão aguardar até o dia 24 de outubro para decidir se entram em greve. A instituição não pagou o salário de setembro nem o terço de férias que deveria ter sido repassado aos docentes em junho. Também estão atrasados os depósitos de FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) e o vale-refeição.
Inicialmente, a decisão da categoria era iniciar a greve hoje, mas segundo o presidente do Sinpro-ABC, José Maggio, houve aceno por parte da direção do Colégio Metodista de que haverá diálogo entre as partes, até o dia 23 de outubro.

“Hoje já houve uma paralisação. Nossa intenção é resolver tudo da melhor forma possível, mas os professores estão sofrendo desde o início do ano com essa situação de atraso. O que os docentes querem é que os pagamentos sejam feitos em dia, até o quinto dia útil”, relatou. O Colégio Metodista não informou a previsão de pagamento dos salários atrasados, apenas informou, por meio de nota, que houve uma assembleia hoje pela manhã, mas os docentes votaram por não dar andamento à greve. “As atividades do colégio estão acontecendo normalmente”, informou o comunicado.

CRISE
Tanto o colégio quanto a Universidade Metodista, que tem três campi em São Bernardo, passam por crise financeira há pelo menos dois anos. Professores foram demitidos – muitos aguardam há mais de um ano pelo pagamento das verbas rescisórias – e programas foram encerrados. No último resultado do Enade, um dos pilares da avaliação do MEC (Ministério da Educação) a respeito da qualidade do ensino superior no Brasil, o curso de teologia obteve nota 2. O curso foi o primeiro de nível superior em São Bernardo e deu origem à então Faculdade de Teologia da Igreja Metodista, há 81 anos. 

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