Cultura & Lazer

Globo inicia segunda temporada de ‘Filhos da Pátria’ hoje


É início dos anos 1930 e o Brasil vive a chamada Era Vargas. Trata-se do período histórico em que Getúlio governou, ininterruptamente, o País, por 15 anos – até 1945. Dependente da exportação do café, a economia brasileira está em frangalhos e a sociedade civil espera por mudanças, o que denuncia uma possível revolução. Preocupado, o presidente prepara suas tropas para pôr fim à política do café com leite.

Este é o pano de fundo da segunda temporada da série Filhos da Pátria, que entra no ar hoje após A Dona do Pedaço. Escrita e criada por Bruno Mazzeo, a produção tem direção artística de Felipe Joffily e direção-geral de Henrique Sauer.

Se na primeira temporada da série a trama se passava no Brasil de 1822 – um País recém-independente e otimista –, na segunda, o contexto inclui as tropas de Getúlio tomando o poder e enchendo o Brasil de esperança, com promessas de modernidade diante da estagnação após anos da hegemonia da elite. A trama conversa com o momento atual do País.

Agora, na década de 1930, Geraldo Bulhosa faz carreira no funcionalismo público, enquanto sua mulher, Maria Teresa, segue obcecada por fazer parte da alta sociedade. O primogênito da família, Geraldinho, continua inconsequente, amante da subversão ideológica e um exímio ‘matador de aulas’. Já Catarina chega de uma temporada em São Paulo, sonhadora e feminista, lutando por salários iguais entre homens e mulheres, o que irrita sua mãe.

As gravações de Filhos da Pátria foram realizadas em locações importantes da época, no Rio de Janeiro, valorizando o que restou na cidade deste período e conservando detalhadamente o que se preservou das décadas passadas: fachadas de prédios, calçamentos, praças, o Theatro Municipal, a Confeitaria Colombo, o Palácio Tiradentes, e, claro, o Palácio do Catete, que tem status de protagonista nesta segunda temporada.

O Arsenal de Guerra da Marinha também foi utilizado como recurso de ambientação cênica, aplicado naquilo a que o texto se refere como o Centro da cidade. Nos estúdios da Globo, além das gravações internas em estúdio, a série contou com duas cidades cenográficas: uma que reproduz o bairro da Tijuca, onde vive a família Bulhosa, e outra, com a favela onde mora Domingos (Serjão Loroza), ex-escravo deles. 

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