Palavra do Leitor

Superapps: revolução nos negócios


Segundo o levantamento Global Apps Trends, feito pela Adjust, empresa de análise e prevenção de fraudes em aplicativos, o Brasil é o segundo mercado de apps que mais cresce no mundo, atrás apenas da Indonésia. Entre os setores que mais crescem no País estão os aplicativos de compras, viagens e transportes. Mas eles estão com os dias contados, para dar lugar aos superapps – nos quais é possível fazer tudo em único lugar.

Imagina pedir comida, táxi, fazer compras de supermercado ou realizar qualquer tipo de pagamento dentro de mesmo aplicativo? Isso tudo porque os aplicativos perceberam relativamente tarde desafio a ser vencido: a retenção e o engajamento do usuário. Geralmente, com diversos apps nas stores para serem instalados, os usuários tendem a experimentar, uma vez ou outra, para depois não retornarem e até desinstalarem – seja por falta de interesse ou por memória do smartphone.

Por outro lado, apps de troca de mensagens e redes sociais, como Facebook, Messenger, Instagram e WhatsApp, têm grande força e potencial de engajamento e já deram sinais de que vão entrar nessa disputa oferecendo produtos e serviços sem que o usuário precise sair da sua rede. Zuckenberg inclusive já sinalizou que o Messenger e o WhatsApp podem fazer pagamentos dentro de suas próprias plataformas através do uso de QR Code. Os meios de pagamentos já mostram suas caras por aqui também.

Superapps farão parte de renovação dos aplicativos, resultando em série de mortes precoces de tantos outros que pareciam ter chegado para ficar. Para se adaptar a esse novo cenário, o mercado terá que se reinventar e acompanhar a onda do futuro, que está decidida a manter o engajamento do usuário de forma ativa e constante. Enxergamos esse cenário como grande disputa para saber quem fica no seu celular. Com tamanha oferta e procura, é preciso que as redes de varejo e lojistas, de forma geral, compreendam as diversas vertentes que poderão agregar e acompanhar dentro dos negócios em que atuam. A tendência é que os gigantes ocupem grande parte desse mercado, porém, se os pequenos já iniciarem seus estudos e pesquisas de logística, investimentos e parcerias, podem se manter na concorrência oferecendo mais uma opção para o consumidor final.

São muitos os desafios dessa mudança, mas as transformações serão necessárias para quem quiser se manter ‘instalado’. Tanto buscamos por especializações nisso ou naquilo que muitas vezes esquecemos que o dia a dia corrido dos usuários requer praticidade e qualidade de forma ágil e rápida. Deixo aqui a reflexão sobre o assunto de que, às vezes, fazer de tudo um pouco é o melhor caminho para o sucesso.

Luiz Torres é CEO da empresa Flores Online.

Confiança

Senhores julgadores da Suprema Corte que votaram contra anseios do povo brasileiro no dia 26, a população não perdeu nada! O Supremo foi quem perdeu: a confiança que a sociedade tinha nele! Diante de tanta sujeira, devemos nos lembrar do discurso do ilustre e provecto Rui Barbosa, no Senado da República há mais de um século: ‘E nessa destruição geral de nossas instituições, a maior de todas ruínas, senhores, é a ruína da Justiça, colaborada pela ação dos homens públicos, pelo interesse dos nossos partidos e pela influência constante de nossos governos’.

Francisco Emídio Carneiro

São Bernardo

Apoiada

O importante é que a Operação Lava Jato continue avançando sem interferência de governo e com independência de investigação. Mas ‘os inimigos crescem a cada dia’. Os acusados seguem ‘tática Goebbels’, em uma referência ao ministro da propaganda do governo nazista, Joseph Goebbels. ‘Você repete uma mentira 1.000 vezes até que ela pareça verdade’. A Lava Jato continua tendo amplo apoio da opinião pública honesta, a pretexto da importância de punir indivíduos corruptos e corruptores no Brasil. ‘A repetição não transforma mentira em verdade’ (Roosevelt). ‘Quem não conhece a verdade não passa de tolo; mas quem a conhece e a chama de mentira é criminoso’ (Bertolt Brecht).

Luiz Carlos Leoni

São Caetano

Convênio

Foi promessa de campanha do prefeito de São Bernardo, Orlando Morando, a melhoria do plano de assistência médica dos funcionários da Prefeitura. A GreenLine, que gerencia o plano de saúde, como terceirizada do Imasf (Instituto Municipal de Assistência à Saúde do Funcionalismo), que é realmente o responsável pelo plano, junto com a Prefeitura, foi comprada pelo Grupo Notredame-Intermédica e, dentro da reorganização, está atendendo nos hospitais São Bernardo e Pereira Barreto, que foram adquiridos pelo grupo. Somente não estão tendo atendimentos os portadores do plano Green CE 101 Premium 01, que é o de assistência médica da Prefeitura. Peço ao Paço e ao Imasf informações do porquê dessa discriminação, e também ao Sindservsbc (Sindicato dos Funcionários Públicos). A GreenLine alega que é questão de contrato com o Imasf e a Prefeitura, mas foi promessa que esse serviço iria melhorar, e até agora nada aconteceu. Não temos atendimentos hospitalares no nosso Grande ABC. É vergonha que dentro da terra-mãe da maioria dos funcionários da Prefeitura não exista atendimento no Hospital São Bernardo pelo plano da GreenLine, contratado pela Prefeitura e pelo Imasf.

Valdemar Aparecido de Toledo

Santo André

Resposta

Em resposta aos apontamentos feitos pelo leitor Luiz Carlos da Silva nesta Palavra do Leitor (Pancadões, dia 30), a Prefeitura de São Bernardo, por meio da Secretaria de Segurança Urbana, informa que o endereço citado tem recebido ações frequentes da Operação Noite Tranquila, que visa acabar com pancadões na cidade. No último sábado, inclusive, agentes da GCM (Guarda Civil Municipal) estiveram no local, por volta das 2h, para dispersar o público que estava promovendo pancadão na área. Importante frisar que o endereço mencionado seguirá sendo assistido pela GCM.

Prefeitura de São Bernardo

Quem precisa?

Pega um monte de advogados amigos de políticos e coloque numa sala. É o que temos hoje no STF (Supremo Tribunal Federal). Então, nada a surpreender que criaram jabuticaba jurídica para ‘salvar amigos da Lava Jato’, decidindo que o delatado deve falar depois do delator ou vice-versa, que nenhum jurídico de renome conseguiu entender a diferença diante de provas contundentes. Nos deu a impressão de que nem eles sabem, de tão afoitos que estavam em libertar bandidos de estimação, porque, depois que avaliaram o imbróglio criado, suspenderam tudo, provavelmente até a população esquecer a vergonha criada. Diga, quem precisa de STF assim? Depois não querem ser chamados de ‘vergonha nacional’. Esses ministros não passariam hoje em reles concurso da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil). 

Beatriz Campos

Capital

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