Palavra do Leitor

A sociedade 5.0 nas empresas


Se na revolução 4.0 as tecnologias são desenvolvidas com foco na indústria e produtividade, a fim de agilizar operações e gerar lucro, na sociedade 5.0 o objetivo é trazer o ser humano ao centro de tudo, visando o desenvolvimento de soluções para o bem-estar da sociedade, para melhorar sua qualidade de vida e solucionar seus problemas. A sociedade 5.0 surgiu no Japão e já trouxe grande discussão para as empresas no Brasil, que agora buscam entender os impactos e benefícios da adoção deste conceito.

A sociedade 5.0 nada mais é do que a convergência de todas as inovações com o objetivo de facilitar a vida dos seres humanos. O novo conceito chega para atender às pessoas da melhor forma possível e de maneira ágil e prática, por meio de tecnologias como inteligência artificial, RPA (Recibo de Pagamento Autônomo), computação em nuvem, robótica e big data (área do conhecimento que estuda como tratar, analisar e obter informações a partir de conjuntos de dados). Essas soluções possuem papel importante para que o novo conceito funcione dentro de empresas das mais diversas áreas, como saúde, educação, financeiro, entre outras. No segmento de saúde, a ideia está presente no momento em que, por meio da inteligência artificial, as pessoas consigam reduzir tempo e custos na hora de obter atendimento médico, por exemplo.

Desta forma, os principais benefícios da implementação desse conceito dentro das empresas envolvem a agilidade na entrega e facilidade de encontrar as informações. Além disso, muitos resultados internos podem ser otimizados, já que haverá mais tempo para identificar problemas e, consequentemente, facilidade para resolvê-los. Outros pontos positivos incluem: melhoria e controle da user experience e integração de todos os pontos do processo em uma única plataforma. No entanto, para colocar em prática o conceito de sociedade 5.0 é necessário que as empresas realmente entendam quais são os principais problemas do usuário, para colocá-lo no centro de toda operação e, posteriormente, resolver seu problema de forma rápida e eficiente.

Esse tipo de mudança é de extrema importância para o mercado, pois estudar o comportamento do usuário para oferecer a melhor experiência e qualidade de vida por meio de resolução de problemas promove tanto a agilidade para executar tarefas quanto o aproveitamento de dados de relatórios de forma muito mais rápida e organizada. A sociedade 5.0 engloba transformar as empresas de dentro para fora, juntando várias tecnologias que, a partir de consultoria para identificação dos problemas, são unificadas para atender melhor todos os seus usuários.
João Paulo Nieto é diretor de operações da empresa Digisystem.

PALAVRA DO LEITOR

Sem senso crítico
Muitos nesta Palavra do Leitor criticam nosso presidente e não vejo o mesmo empenho em criticar Congresso, Senado e STF (Supremo Tribunal Federal). Eles, sim, estão travando o crescimento do nosso País e o futuro dos nossos filhos e netos. Ao invés de apenas criticar o governo, colabore um pouquinho só. Já basta parte da mídia que não quer que nós evoluamos e vocês colaborando para a nossa própria desgraça. Tem alguns que até entendo por ter um lado, mas o que está em jogo é o nosso futuro, futuro dos nossos familiares.
Ailton N. de Lima
São Bernardo

LED
Dia 24 observei que estão colocando lâmpadas de LED (Light Emitting Diode, diodo emissor de luz, na tradução) nos canteiros da Avenida Prestes Maia, em Santo André. Enquanto que na Alameda Campestre ainda não colocaram, mesmo sabendo que há vários comércios e estamos com ‘lamparinas’ nos postes. Temos restaurante de peixes, escola de futebol, Burger King e também hortifrúti. O movimento nessa via é muito grande, inclusive por estar perto de estação ferroviária e terminal rodoviário, paralelamente à Prestes Maia, que, quando está com muito trânsito, o mesmo é desviado para a Campestre. Em todo o entorno foram trocadas as luminárias para LED, só a Alameda não foi contemplada. Gostaria de saber por quê?
Cláudio Luiz da Silva
Santo André

Centro logístico
Leio reportagem neste nosso Diário informando que a Justiça anulou documentação de licenciamento do Centro Logístico de Campo Grande, nos arredores de Paranapiacaba (Política, dia 26). A decisão evita o início da maior degradação que poderíamos ter no que resta da nossa Mata Atlântica, ainda protegida por lei, com prejuízos irreparáveis ao nosso bioma. Mas, mais importante, essa decisão representa marco na relação cidadão e cidadania com o poder público, que tem a incumbência de promover o interesse público, e tem a tutela do meio ambiente como obrigação constitucional. Trata-se de ação popular cidadã, que acorda o Estado para cumprir com suas obrigações. A Cetesb teve seu parecer técnico anulado, e deve levar como lição que não reina absoluta, e que no serviço público não há vontade própria, devem ser cumpridos os princípios mínimos da legalidade, impessoalidade, publicidade, neste caso desrespeitados. Parabéns ao MDV (Movimento em Defesa da Vida), cumprindo o seu papel e dando exemplo.
Evaristo de Carvalho Neto
Santo André

Janot
Janot revelou que entrou armado no Supremo Tribunal Federal e que iria matar um ministro e depois se suicidar (Política, ontem). Seriam as duas únicas coisas na vida que esse cidadão faria de bem ao País. Perdeu a oportunidade. E frustrou milhões de brasileiros.
Moyses Cheid Junior
São Bernardo

Mentiras
Perdoem-me os missivistas (nem gosto dessa palavra), mas quem diz muito a verdade é o presidiário de Curitiba, tanto que está lá passando férias, que, nas últimas entrevistas (só aqui mesmo preso pode fazer isso), disse ‘cadrilha’.
Breno Reginaldo Silva
Santo André

Cúmplice
<Não é condição necessária ter doutorado em qualquer ramo nem possuir diploma de curso primário ou ser minimamente alfabetizado para saber que: agricultor que pretende recuperar a lavoura prejudicada por praga não vai, simplesmente, limpar a área e plantar nova lavoura. Procura, antes, erradicar a praga; industrial que pretende aumentar produtividade da empresa deve, primeiro, elaborar projeto de racionalização com a finalidade de eliminar (erradicar) pontos do processo que interferem negativamente (praga) no índice de produtividade; se for deixada sob responsabilidade do Congresso contaminado, na maioria por elementos desqualificados (praga) para exercer o cargo, não só pela carência de idoneidade e/ou insuficiência de capacidade, mas, também, pela falsa imagem de integridade passada aos eleitores em discursos recheados de belas palavras e promessas com tempero de falsidade, intermináveis discussões a respeito das reformas objetivando restaurar (recuperar) a credibilidade no sistema político só servirão para inflar o rol de inutilidades e, ao vocábulo ‘eleitor’, deve ser acrescido mais um significado: ‘possível cúmplice da politicagem’.
Geraldo Hernandes
Santo André 

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