Economia

Consórcio articula repasse de verba para polo tecnológico


O Consórcio Intermunicipal do Grande ABC discutiu ontem, em Brasília, com representantes do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, a liberação de recursos para o Polo Tecnológico do Grande ABC, que está sendo articulado pela entidade regional.

O diretor de programas e projetos do Consórcio, Giovanni Rocco, se reuniu com o secretário-executivo da Pasta, Júlio Semeghini, que se comprometeu a enviar um PLN (Projeto de Lei ao Congresso Nacional) para destinar verba no orçamento da União para o equipamento que será desenvolvido na região.

“Houve compromisso da equipe ministerial em colaborar com o Consórcio nesse projeto. A ideia é que a fase inicial seja como Parque Tecnológico de Santo André, que servirá como embrião para o equipamento regional posteriormente”, afirmou Rocco.

Também representando o ministério, participaram da reunião o coordenador-geral de estímulo ao desenvolvimento de negócios inovadores da Pasta, José Antônio Silvério, e o chefe da assessoria de assuntos parlamentares, Evaldo Dias da Silva. O deputado federal Roberto de Lucena, ex-secretário estadual de turismo em São Paulo, também acompanhou o encontro.

O projeto do Polo Tecnológico do Grande ABC prevê a reunião de grandes empresas, promovendo programas de inovação aberta e estimulando a captação de investimentos para o setor e outras áreas da indústria local. Além disso, o tem como objetivo organizar a oferta integrada de serviços tecnológicos, pesquisa e desenvolvimento, contando com a articulação de universidades, iniciativa privada e associações de classe.

PARA SAIR DO PAPEL

No início do mês, a Prefeitura de Santo André deu mais um passo para tirar o parque do papel, ao selar contrato com a empresa CAT Engenharia Consultiva para elaboração do projeto executivo de constituição do centro de inovação tecnológica.

A administração desembolsará R$ 360 mil para confecção do plano, uma das últimas etapas burocráticas antes da obra. Após o plano executivo concluído, o que é esperado para fevereiro, o Paço precisará realizar licitação para as intervenções de adaptação do prédio – o local escolhido foi parte da Rhodia, no bairro Bangu. A construção do centro de inovação tecnológica demandará investimento de R$ 22 milhões, dinheiro pleiteado junto à Secretaria de Desenvolvimento e Geração de Emprego do Ministério de Desenvolvimento Regional.

A promessa de Santo André ter seu próprio parque se arrasta há dez anos. Em 2010, o parque foi pré-credenciado pelo governo do Estado. Em 2016, a inscrição foi efetivada no SPTec (Sistema Paulista de Parques Tecnológicos). Só então pôde captar recursos. 

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