Palavra do Leitor

A era da cultura colaborativa


 Artigo

Experiência, palavra que na filosofia traduz qualquer conhecimento obtido por meio dos sentidos. Fala-se muito sobre a experiência de compra e consumo, experiência de lojas, de novos produtos e de negócios, mas o que de fato podemos entender sobre esse novo cenário, nos tempos de transformação digital?

Segundo o estudo O Futuro da Experiência do Cliente 2018, de David Morrell da PwC (PricewaterhouseCoopers),  o brasileiro é o cliente que mais valoriza a experiência, sendo que 89% afirmam que experiência é o principal fator de impacto na sua decisão de compra. Quando comparamos este dado globalmente, são 73% os que valorizam a experiência.

Outro ponto importante deste estudo é que investir somente em tecnologia não basta para os consumidores: 80% esperam que haja mais interações humanas no futuro.

Será que isso fará as marcas refletirem ainda mais sobre o quanto vale a experiência para o seu cliente? Olhar sobre a experiência mostra que 50% dos consumidores fazem compras por meio de seus smartphones.

E que 15% compram on-line pelo menos uma vez por semana, e, ainda, que 60% dos brasileiros têm intenção de comprar mantimentos on-line nos próximos meses. A pesquisa ainda relata que 58% dos consumidores no Brasil acreditam que métodos de pagamento rápidos e fáceis melhorariam a experiência nas lojas. No mundo este percentual representa 50%.

Sobre o futuro dos negócios, sabemos que tudo está em rápida transição. Os consumidores atualmente buscam experiências personalizadas e que atendam necessidades individuais, mas há grande parte dos consumidores que não abre mão de benefícios que englobem cuidados com o macroambiente de forma secundária.
<EM>Por isso, os novos modelos de negócios estão cada vez mais compartilhados. Isso significa que a economia colaborativa está em alta nos quatro cantos do País e promete crescer ainda mais nos próximos anos.

Contudo, fica claro que as atuais possibilidades de compras e realizações de serviços permitem novas percepções e expectativas dos clientes. Além de oferecer toda a estrutura que atenda às novas diretrizes de compra e venda, é importante possibilitar que o relacionamento entre marca e cliente seja construtivo e duradouro.

Nesta era de experiências do mundo digital, ser conectado e ativo é um dos maiores passos. A cultura colaborativa está transformando os novos negócios cada vez mais. Por isso é bom acompanhar e apostar nesta tendência, que veio para ficar.

Danielle Denys é gerente de marketing do Grupo Acerte.

Palavra do Leitor

Feira
Todas as sextas-feiras há feira livre na Avenida Queirós Filho, na Vila Guaraciaba. No entanto, essa via é de mão dupla e a feira ocupa a faixa de sentido bairro-Centro. Aí que está o problema, porque sobra só o sentido Centro-bairro para tráfego de veículos, inclusive à circulação de algumas linhas de ônibus. É bagunça! Imagine, leitor, os usuários da feira tentando estacionar, ônibus querendo passagem, pessoas chegando à feira, outras saindo, caminhões dos feirantes, carros, motos, bicicletas, vendedores ambulantes, moradores incomodados, cheiro de peixe, enfim. Ninguém se entende e todo mundo tenta levar vantagem, já que todas as pessoas acham que só elas têm pressa. No mínimo a Prefeitura deveria deslocar equipe de trânsito para fiscalizar, ou, então, orientar os motoristas.
Mirtes Tomás Fávaro
Santo André

Poupança
Ainda sobre valores retidos sob o título ‘poupança’ dos planos Collor e Verão, nossa legislação, economicamente falando, parece que tem dois pesos e duas medidas. Se o brasileiro, particularmente empresta a alguém, ou a alguma empresa, seu dinheiro a mais de 1% ao mês, está cometendo crime de agiotagem, mas, se os bancos cobram 30% ou mais, é legal? Não é isso que ocorre hoje no Brasil? Analisando esses fatos, o certo seria que os bancos cobrassem no máximo 1% ao mês, ou que os brasileiros pudessem emprestar às empresas ou particularmente na mesma taxa cobrada e aplicada pelos bancos. Essa atitude iria ajudar a girar a economia e dar rendimento melhor do que as aplicações hoje ofertadas pelos bancos aos brasileiros.
Nahor Della Colleta
São Caetano

Itinerário
Pessoal, para quem pega o ônibus Rigras da Linha Ribeirão Pires-São Bernardo, digo que, além de aumentar absurdamente a passagem – a R$ 4,95 –, a empresa decidiu do nada que desde o dia 15 de junho iria mudar o itinerário do ônibus, que não entra mais nem no bairro Caçula nem no Riacho Grande. Apenas o ônibus Rio Grande da Serra entra nesses locais, ou seja, quem precisa ir para esses bairros tem que pegar somente o Rio Grande da Serra. Conclusão: Pagamos mais, para não melhorar nada na qualidade do transporte e, ao invés disso, pioraram a situação para as pessoas que infelizmente dependem dessa linha! Temos de ligar na garagem e reclamar! A ligação é gratuita no 0800-7708211! Vamos fazer o que for possível para que essa empresa não continue achando que a população dependente dessa linha seja palhaça!
Luciana Andrea Andrade Caetano[/28.ASSIN_CAR]
Ribeirão Pires

Ao artigo 49
Se o ministro Gilmar Mendes e pares ‘embargarem’ a Lava Toga, sugiro ao Congresso convocar um plebiscito. (artigo 49, XV, da Constituição).
Tânia Tavares
Capital

Pacaembu
O histórico Estádio do Pacaembu finalmente vai ser concedido à iniciativa privada (Esportes, ontem). E com os investimentos que deve receber, poderá alavancar o turismo na Capital. Vai perder 10 mil lugares com a demolição do tobogã, porém, nesse espaço será construído belo prédio de cinco andares, com 44 mil m², e previsão de conclusão em 2022, com lojas, restaurantes, escritórios, centro de convenções, estacionamento, praça pública elevada, ligando duas avenidas que circundam o estádio etc. Toda a construção original, e tombada pelo patrimônio histórico, não será alterada. E pelo contrato no mínimo 15 partidas devem ser realizadas por ano no Pacaembu. Além de todas essas importantes transformações no estádio, a prefeitura, com a concessão, recebeu de outorga R$ 115 milhões do Consórcio Patrimônio SP, que vai administrar por 35 anos o complexo esportivo! E o prefeito Bruno Covas prevê ainda economizar R$ 656 milhões com a concessão. Apenas ficará sob a responsabilidade da prefeitura a administração do Museu do Futebol e da Praça Charles Muller.
Paulo Panossian
São Carlos (SP)

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