Opinião

Musical conta vida do cantor Belchior


O rap, por meio de Emicida, com a música AmarElo, se lembrou de Belchior, assim como tem feito Jarbas Homem de Mello, em seu novo espetáculo. Na plataforma digital Spotify, o compositor conta com uma média de 515 mil ouvintes por mês. Fato é que depois de sua morte, em 2017, seu nome não desapareceu. Ao contrário.

E agora outra homenagem para o cearense pode ser apreciada, com o espetáculo Belchior – Ano Passado Eu Morri, Mas Esse Ano Eu Não Morro – O Musical, em cartaz na Capital, no Teatro Liberdade (Rua São Joaquim, 129), sexta, às 21h, e domingo, a partir das 20h. Os bilhetes custam de R$ 30 a R$ 40 e podem ser comprados pelo site www.eventim.com.br.

Com direção assinada por Pedro Cadore, o musical tem dramaturgia formada por trechos de entrevistas do artista e conta com o ator e cantor Pablo Paleologo, que vive Belchior, e com o ator Bruno Suzano, responsável por dar vida ao Cidadão Comum, personagem recorrente nas canções do homenageado.

Além de narrar a vida e, claro, abordar a obra do artista, o musical se debruça sobre o pensamento e discurso de Belchior, que acreditava no poder do amor e na potência transformadora da arte na vida das pessoas.

No palco os artistas serão acompanhados por banda e canções como Alucinação, Apenas Um Rapaz Latino Americano e A Palo Seco ilustram o programa. 

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