Economia

Energia elétrica sobe 3,85% e gera o maior impacto no IPCA de agosto


A tarifa de energia elétrica teve uma alta de 3,85% em agosto, após já ter aumentado 4,48% em julho, segundo a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado nesta sexta-feira, 6, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O item deu a maior contribuição para a inflação do mês, 0,15 ponto porcentual.

"Teve uma mudança de bandeira tarifária, era amarela em julho, e agora tem a bandeira vermelha patamar 1 em agosto, isso acabou pesando", explicou Pedro Kislanov da Costa, gerente do Sistema Nacional de Índices de Preços do IBGE.

A bandeira tarifária mudou de amarela em julho, onerando as contas de luz em R$ 1,50 a cada 100 quilowatts-hora consumidos, para a bandeira vermelha patamar 1 em agosto, com cobrança adicional de R$ 4,00 para cada 100 quilowatts-hora consumidos.

À exceção de Vitória (-8,64%) e Salvador (-1,37%), todas as demais regiões pesquisadas apresentaram alta na energia elétrica. Em Vitória, houve redução de 6,48% no valor das tarifas a partir de 7 de agosto. Em Salvador, houve redução da alíquota de PIS/Cofins.

O gasto das famílias com Habitação subiu 1,19% em agosto, respondendo por uma contribuição de 0,19 ponto porcentual para o IPCA.

O gás encanado subiu 0,46% em agosto, em consequência do reajuste de 0,99% nas tarifas do Rio de Janeiro no início do mês. Já o gás de botijão ficou 0,93% mais barato, depois que a Petrobras anunciou uma redução de 8,17% no preço do botijão de gás de 13 kg nas refinarias, a partir de 5 de agosto.

A taxa de água e esgoto aumentou 1,34%, devido a reajustes em Goiânia, Porto Alegre, Belo Horizonte, Vitória e Recife.

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