Palavra do Leitor

Digital bank para empresas


Artigo

A palavra banco surgiu no período renascentista, na cidade italiana de Florença, quando os banqueiros judeus usavam o termo para designar as mesas onde eram feitas as transações monetárias. Desde então, seu significado se tornou algo imensurável. Grandes agências bancárias tomaram forma pelo mundo e a administração do dinheiro ganhou extrema abrangência.

De acordo com pesquisa do Febraban (Federação Brasileira de Bancos), o setor bancário nacional investiu US$ 41,3 bilhões em tecnologias para a implementação de novas ferramentas.

No entanto, não são apenas os usuários finais que podem se beneficiar com todo esse avanço tecnológico.

As empresas ainda tendem a ter grande dependência do sistema financeiro fornecido pelas instituições bancárias tradicionais, não só em relação às transações externas, mas dentro do próprio negócio pode haver gastos excessivos.

Sendo assim, excelente opção de investimento para empresas de grande porte, franquias, varejos e celebridades são os bancos digitais próprios. Sistema que funciona apenas se quantidade considerável de clientes mantiver suas contas ativas.

Uma das principais vantagens de contratar serviço qualificado para essa implementação é a disponibilidade de ferramentas que ajudam a atrair pessoas para o seu banco.

Além disso, existem outras opções que podem beneficiar tanto a empresa quanto funcionários, a utilização de tecnologias para prover serviços de recargas em geral, até integrações com players consolidados para passagens aéreas, seguros, táxis e grandes marketplaces de varejo.

Toda essa variedade impulsionada pela garantia de cashback (programa de recompensas) de cada transação financeira agora não faz mais efeito às recompensas apenas.

Existem centenas de funções exclusivas e experiências que garantem a fidelidade dos correntistas quando o assunto é ‘quem quero que guarde meu dinheiro’.

Dessa forma, nasceram novos programas de fidelidade com retorno real em dinheiro para seus usuários. Parcerias para cross selling (venda casada) de experiências entre empresas e mercados de nicho que desenvolvem soluções financeiras também é um dos benefícios que garantem a permanência nos novos e crescentes digital banks.

Essas e outras vantagens mostram como é possível contornar de um jeito seguro os custos bancários, abrindo as portas para o novo modelo que está sendo inserido no mercado: os bancos digitais de nicho.

Rafael Pimenta é fundador da RedLions Capital e coCEO na BTX Digital.

Palavra do Leitor

Bode
Algumas pessoas que enviam mensagens ou escrevem para esta Palavra do Leitor não conhecem a história do bode. Conto: em uma casa todos da família reclamavam de tudo, qualquer coisa era motivo de reclamação. O pai teve a brilhante ideia de colocar bode no meio da sala. Aí todos reclamavam somente do bode (o cheiro era muito forte). Depois de muita resistência, ele foi retirado. Que alegria! Ninguém mais reclamou de nada. Presidente eleito está tentando tirar esse ‘bode’ do Brasil, mas está encontrando muitos que não querem, principalmente os parasitas corruptos e os nossos parlamentares. Sem falar da turminha do STF (Supremo Tribunal Federal).
Breno Reginaldo Silva
Santo André

A farsa
Sem prova alguma, e de forma irresponsável, Jair Bolsonaro, sobre as queimadas na Amazônia, disse ontem que suspeita que foram causadas por ONGs (Organizações Não Governamentais) que recebem recursos do Exterior e, como coniventes, alguns governadores da região com o único intuito de afrontar seu governo! É muito ruim para o País presenciar esta farsa de seu presidente, que não mede as consequências para atacar quem o critica. Como se somente quem o apoia e lhe diz ‘amém’ presta. Coisa de ditador! Temos presidente, sem freio, e nulo no quesito refinamento institucional.
Paulo Panossian
São Carlos (SP)

Ah, semáforos!
Acidentes com mortos aumentaram 333% em São Bernardo! Isso mesmo com os radares em todo canto da cidade. Será que esses caça-níqueis ajudam o trânsito? Mas o que mais complica são os semáforos. Não merecem esse nome. Tempo atrás eram formadores de filas. Agora são complicadores. Exemplo? Da Avenida Roberto Kennedy forma fila até o portão da Scania, que fica fechado mesmo não tendo nenhum pedestre passando e ninguém saindo do estacionamento! E como pegar a Anchieta em direção a São Paulo? O Wase também não sabe! Para ir ao Centro a fila começa bem antes do topo do viaduto. Não é de se estranhar que os acidentes continuam e que muitos habitantes de São Paulo evitam vir e passar em São Bernardo! Tem mais: vão inaugurar o viaduto sobre a Castelo Branco pela ‘enésima’ vez. Desse viaduto até a Imigrantes às vezes demora uma hora, graças aos ‘semáforos’. Também faltam asfalto entre os buracos e indicação horizontal. Há disputa entre os pedestres, ciclistas, caminhões e carros na pista, porque não tem calçada.
Serge R. Vandevelde
São Bernardo

Kika
Em várias ocasiões tivemos animaizinhos domésticos em nossa companhia, e sempre sofremos os impactos da perda, por ensejo da sua partida desta vida terrena. Mas o convívio familiar com esses ‘seres humanos’ sempre foi prazeroso e imensamente gratificante. Desta feita, relato a perda da nossa última dessas incríveis criaturas. Trata-se da querida e amada gatinha siamesa Kika, que conosco conviveu por 19 longos e felizes anos. Enalteço, por oportuno, a exemplar e extraordinária atuação do Hospital Veterinário Modelo, que, por meio de sua competente e responsável equipe médica, logrou prolongar a vida útil da gatinha por mais de um ano. Agradecemos, sensibilizados, a toda a equipe que comanda o sobredito hospital, desde os atenciosos funcionários da administração até, e principalmente, o seu corpo médico, que, de modo excepcional, conduzem o dito nosocômio veterinário. Nossos agradecimentos, de modo muito especial, à querida doutora Ana Claudia, pela dedicação, pelo amor e carinho dispensados à gatinha, até os últimos momentos da sua vida. Deus a abençoe e continue iluminando sua trajetória.
Sergio Fernandes
Santo André

Comentários


Veja Também


Digital bank para empresas

Artigo

A palavra banco surgiu no período renascentista, na cidade italiana de Florença, quando os banqueiros judeus usavam o termo para designar as mesas onde eram feitas as transações monetárias. Desde então, seu significado se tornou algo imensurável. Grandes agências b...

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:
Voltar