Palavra do Leitor

São Bernardo: orgulho e transformação


Celebrar 466 anos de São Bernardo, neste 20 de agosto, é mais do que especial, é orgulho. Ver a cidade se transformando em tudo aquilo que o são-bernardense quer, deseja, e merece, sempre foi nossa meta. Cidade de volta ao protagonismo dos bons resultados, forte e estabilizada. E, hoje, é exatamente assim que o município se mostra. A maior prova é que nossa população vai ter festa hoje na Esplanada do Paço, com grande show, de artistas famosos, sem dinheiro público (patrocínio da iniciativa privada). Na sequência, entrega do Piscinão do Paço, maior obra de drenagem do País, para combate às enchentes. Este foi o mais duro desafio. Estava largado, sem rumo, sem trabalhador. Hoje, concluído, armazenará 220 milhões de litros de água, além de túnel de um quilômetro (por baixo da Rua Jurubatuba), e intervenções de microdrenagem.

E nos demais? O compromisso firmado e colocado em plataforma de governo segue em grande evolução. Na saúde, por exemplo, transformamos o Hospital de Clínicas, no Alvarenga, em referência, sendo o único hospital público em todo o Brasil a ganhar certificação internacional por excelência em atendimento. Quem não se lembra daquele episódio triste, durante a gestão do PT, em que pessoas ficaram cegas após mutirão da catarata? Mais na saúde: 672 médicos foram contratados, entregamos base do Samu, em local que estava abandonado, e consolidamos as obras do futuro Hospital de Urgências, que será entregue, em 2020, com 250 leitos.

E na educação? Tão importante e tão largada em gestões passadas. Os kits de material escolar e uniforme chegaram para todas as nossas 82 mil crianças da rede antes do início do ano letivo. Todos os produtos com excelente qualidade. Junto, transformação na merenda. Comida saudável e saborosa, além dos pais receberem os cardápios. Fortalecemos o Educar Mais, ensino integral na cidade. Equiparamos os salários dos nossos guardas com os da Polícia Militar. Colocamos o conceito ‘A+’ na credibilidade financeira (quando assumi era ‘D-’). Chegamos a 22 praças-parque, transformação de espaços em complexos de esporte e lazer. Conquistamos o 1º Bom Prato, formato dia e noite: café da manhã, almoço e jantar. Na mobilidade urbana, inauguramos o Complexo Castelo Branco, e no mês que vem será o Viaduto na Praça dos Bombeiros, que passa sobre a Avenida Rotary, no Irajá. Na habitação ultrapassamos 5.000 escrituras entregues com o Programa a Casa é Minha. Apagamos o episódio escandaloso Museu do Trabalho para a chegada da Fábrica de Cultura.

A São Bernardo que eu quero ainda terá mais. Vamos seguir em frente, com trabalho forte e transparente, sempre atendendo aos nossos mais de 800 mil moradores. Viva, São Bernardo! 

Orlando Morando é prefeito de São Bernardo.

PALAVRA DO LEITOR
Esquerda
Há tempos tudo que ocorria na Argentina, política e economicamente falando, acontecia aqui. E só as prévias das eleições lá já mostram o que pode acontecer aqui. Se os vermelhos de lá assumirem o pudê, com certeza virarão uma Venezuela. Pelo menos aqui não. Por enquanto.
Breno Reginaldo Silva
Santo André

Ponto de ônibus
Como morador do bairro Campestre, em Santo André, há 38 anos, solicito com urgência a recolocação de ponto de ônibus coberto que existia em frente à EESG Juarez Távora, na Rua das Figueiras, retirado no governo do prefeito anterior e agora só com placa no poste atualmente. Os usuários de ônibus, estudantes e pacientes da Policlínica Campestre dependem muito desse transporte público. Acordem, vereadores! Não é com panfletos, telefonemas ou plantinhas na data de aniversário que vocês conseguirão votos. Gostaria que esse problema fosse resolvido antes de um abaixo-assinado.
Carlos Roberto Montagnini
Santo André

Gatunos
Chilenos presos por assalto a moradores do Rio de Janeiro disseram à polícia que as leis no Brasil são brandas e é mais fácil se livrar de crimes. Fruto da aprovação da lei contra abuso de autoridade. Os bandidos podem tudo e a polícia nada pode. Que vergonha, senhores deputados. Para vossas excelências, segurança paga por nós; e, nós, reféns da bandidagem. Quanta desfaçatez se pratica em nome do povo. Esse ‘povo’ precisa acordar antes que seja tarde. A mudança feita no Congresso ainda não surtiu o efeito desejado. O velho ditado ‘Brasil, País da impunidade’ só faz se confirmar. É preciso varrer da política sujeitos abjetos e oportunistas. Estamos fartos de camafonges.
Izabel Avallone
Capital

Fake news
Quando deveria se preocupar com o alto desmatamento neste ano na Floresta Amazônica, conforme dados divulgados pelo Inpe, o presidente Jair Bolsonaro, na prática de vergonhosas fake news, critica a matança de baleias pela Noruega! Ocorre que o vídeo utilizado para criticar essa nação mostra a matança de baleias na Dinamarca! Como sempre mal assessorado, grosseiro e soberbo por natureza, Bolsonaro, infelizmente, está mais preocupado com seu lado pessoal do que com o Brasil. E faz uso até de fake news para atacar a maior doadora, com quase R$ 3 bilhões, ao Fundo da Amazônia, que somente suspendeu envio de outros R$ 133 milhões porque Bolsonaro se lixa com o desmatamento da floresta, pulmão do mundo.
Paulo Panossian
São Carlos (SP)

Do Paço
O piscinão ‘batateiro’, que será inaugurado hoje, deu, dá e ainda dará muito pano para manga. Não estou sob a égide de Cassandra, mas a próxima temporada de chuvas comprovará a eficácia ou ineficácia da tão controversa obra (em São Bernardo).
João Paulo de Oliveira
Diadema

Amazônia
Se realmente as ONGs (Organizações Não Governamentais) recebiam ou recebem 40% de todas as verbas que vinham para o Brasil isso precisa urgentemente ser esclarecido, afinal, umas lutam tanto pela conservação da Amazônia, enquanto outras, em campanha quase política, levam por fora e se lambuzam com tanta grana. Será que elas têm realmente interesse na manutenção e conservação da Amazônia, ou na dos seus bolsos?
Maria M. J. Simões
Capital

Diplomacia
Diplomacia é o exercício da sabedoria. Na nossa cabeça utópica, o presidente ideal, além de patriota, seria refinado, sóbrio e comedido. Sem dar palmadas, convencer o filho de que ser chapeiro e falar inglês não o credenciam a ser embaixador, ainda mais nos Estados Unidos. É saber que mesmo a Amazônia sendo destruída a olhos vistos, convencer os beneméritos a dobrar a doação para mantê-la, pedir desculpas e informar que os devastadores serão identificados e punidos. Não podemos afugentar os beneméritos com ofensas nem atender o capricho do filho de nomeá-lo embaixador. Foi preciso reduzir a dotação de alguns ministérios, mas, quando o certo, devido à grave situação, seria diminuir ou cancelar o fundo partidário, em vez de mais que dobrá-lo (de R$ 1,7 bilhão para R$ 3,7 bilhões). Chega de trapalhadas.
Humberto Schuwartz Soares
Vila Velha (ES)

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