Setecidades

Mortes no trânsito da região sobem 71,4% em julho


Em julho, o total de óbitos no trânsito do Grande ABC subiu 71,4%, saltando de 14 para 24 vítimas. Segundo especialistas, o aumento da frota, a falta de investimento em mobilidade urbana e o afrouxamento das leis de trânsito no âmbito federal, que estão sendo discutidas desde o primeiro semestre, justificam os números. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (19) pelo Infosiga (Sistema de Informações Gerenciais de Acidentes de Trânsito do Estado de São Paulo).

“A região tem densidão de veículos e não investe em obras para melhorar a mobilidade urbana”, avalia Volney Gouveia, professor de Economia da USCS (Universidade Municipal de São Caetano). “Além disso, quando o presidente (Jair Bolsonaro) adota medidas imprudentes, como a desobrigação do uso da cadeirinha e a retirada de radares móveis das rodovias federais, as pessoas se sentem mais livres para agir inconsequentemente”, completa.

Do total, 11 vítimas estavam em motocicletas e nove eram pedestres. A principal causa dos óbitos foi atropelamento (oito) e colisão (seis). São Bernardo é o município com a maior quantidade de mortes no trânsito, com 13 casos, seguido por Santo André (três), Diadema (quatro) e Mauá (quatro).

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