Palavra do Leitor

PJ: oportunidade de negócios


 Prestar serviços como PJ (Pessoa Jurídica) tem se tornado prática cada vez mais comum para profissionais com força de trabalho e expertise independentes. Afinal, ter o controle do próprio trabalho, das horas dedicadas e dos valores recebidos pelos serviços prestados pode ser bom negócio se você deseja atividade autônoma e flexibilidade.

Porém, há visão distorcida do trabalho PJ e é preciso desmistificar esses conceitos. Por isso, menciono alguns pontos que fortalecem a decisão de autônomo e como essa modalidade pode aumentar as oportunidades de negócios. Ao negociar a prestação de serviço, o profissional faz a proposta financeira e, depois do aceite, o próximo passo é determinar a data e a forma de pagamento. Com isso, ele tem controle de recebimento dos serviços.

Já em relação à emissão de boletos bancários, eles são ótima alternativa para os PJs receberem pelos serviços prestados. Ao formalizar as atividades, o trabalhador autônomo com registro ganha ares de empreendedor e as condições oferecidas pelos bancos passam a ser bem melhores.

Além disso, há a possibilidade de ganhar outros clientes. Essa denominação de pessoa jurídica abre portas, pois muitas empresas só podem contratar serviços de profissionais que emitem nota fiscal para pagamento.

As organizações também levam vantagens nesse tipo de contratação e, quando possível, devem incentivar os profissionais autônomos a formalizarem as atividades para não perderem os direitos que a modalidade PJ oferece. Outra vantagem aos profissionais é permitir melhor organização dos turnos de trabalho. Muitas empresas encontram obstáculos na hora de ajustar o horário de trabalho dos funcionários.

Por diversos motivos, como estudo, família ou distância, há dificuldade em fazer com que o funcionário saia da rotina para cumprir jornada extra. Com o PJ é diferente, ele irá se adaptar às necessidades da empresa e tudo que foi acordado durante as negociações para fechamento do contrato.

A liberdade também se estende na concessão de benefícios. Essa é medida de integração, mas sem concessão obrigatória. Por isso, a empresa fornece algum tipo de benefício ao PJ apenas se o desejo de inserir os profissionais no mesmo ambiente que os demais funcionários.

É fundamental que tanto a empresa quanto o profissional conheçam a fundo o que diz a lei para cumprir todas as obrigações. Seguir o que está previsto na norma evita transtornos para ambas as partes, sendo o formato pessoa jurídica mais simples e menos oneroso.

Patrick Negri é cofundador e CEO da plataforma on-line para automação financeira Iugu.

PALAVRA DO LEITOR

Destaque
O saneamento básico feito pelo Saesa (Sistema de Água, Esgoto e Saneamento Ambiental de São Caetano) é um dos poucos e talvez o único entre as sete cidades do Grande ABC que, pela segunda vez, consegue se destacar em qualidade a ponto de figurar no ranking nacional da Abes da universalização do saneamento, entre 1.868 municípios brasileiros, de grande e médio portes, com até 100 mil moradores, segundo a reportagem (Setecidades, dia 26). Acho que essa conquista confirma o dito popular de que São Caetano é a ‘Suíça brasileira’.
Arlindo Ligeirinho Ribeiro
Diadema

Foram 39 kg – 1
Por mais que queiram dizer o contrário, este governo de Bolsonaro – e companhia – a cada dia se ‘afunda’ mais em interminável mar de lama. Por último, agora, pegaram em avião presidencial militar da guarda do presidente com 39 quilos de cocaína, em aeroporto da Espanha. Poxa, não tentem justificar ou explicar o óbvio, 39 quilos de cocaína no mercado de narcóticos valem uma fortuna! Logo, tem muita gente da alta cúpula do governo envolvida nesta desastrosa e escandalosa operação, que expõe o nosso País ao ridículo perante a comunidade internacional. O povo brasileiro não merece isso.
Nelson Chada
Santo André

Foram 39 kg – 2
Este País virou esculhambação e não conseguiremos colocá-lo novamente nos trilhos enquanto formos governados por presidente que nem ao menos sabe qual sua função à frente da maior Nação da América do Sul. Agora, mais uma mancha nessa sua pequena e insignificante trajetória à frente da República: sargento da Aeronáutica que integrava equipe de apoio à comitiva presidencial em viagem a Sevilha, na Espanha, foi pego com 39 quilos de drogas (Política, dia 26). Pior: o vice Hamilton Mourão disse que o oficial preso estaria no avião de Bolsonaro no retorno ao Brasil e que ele já fez outras viagens com a Presidência. Depois, pressionado, negou. Ou seja, já é velho conhecido do pessoal que está no governo deste País, que tem filhos com suspeitas de envolvimento com milícias, e que, agora, com certeza, vai dizer que não sabia das drogas na viagem. Outra coisa: quem compra número ‘quebrado’, tipo ‘39’ quilos de drogas? E o outro quilo, o que deixaria o número ‘redondo’? Esse caso precisa ser investigado.
Ulisses Noronha
São Caetano

Foram 39 kg – 3
O presidente Bolsonaro cansou de passar vergonha nacional e, agora, virou piada internacional com a apreensão de 39 quilos de drogas em avião que o seguia na Espanha. O que dirão os eleitores desse senhor, que não faz absolutamente nada para que o Brasil volte a ser grande? Será que continuarão a não querer enxergar que ele é péssimo governante? Será que empurrarão a culpa para outras pessoas? Não é à toa que 32% das 2.000 pessoas, de 126 municípios espalhados pelo País, entrevistadas pelo Ibope, entre os dias 20 e 23, reprovam esse sujeito. No estudo anterior, a reprovação era de 27%. Ou seja, a maioria de quem votou nele caiu na real e viu que fez má escolha, haja vista que ele é inútil ao Brasil, sem projetos de monta para recuperar o País e apenas cuidando de seus interesses e dos de sua família. Quando se preocupa com alguma coisa, geralmente não é nada relevante ao Brasil. Incompetência está em seu DNA!
Suzana De Marchi
São Bernardo

Atrasos irritantes
Faz-se necessário que a Metra, operadora das linhas de trólebus que cortam o Grande ABC, reveja a disponibilização dos coletivos, especialmente em horários de pico. Utilizo a Linha 284, no Terminal Oeste, em Santo André, e pelo menos três vezes por semana, por volta das 18h30, sou obrigada a conviver com atrasos e superlotação nessa linha, sentido São Mateus, na Capital. Dia 26, por exemplo, havia quatro filas quilométricas, com pessoas até as escadas. Além desse transtorno, a fiscalização – se é que existe – precisa ser mais atuante, haja vista que, ao parar, não há sincronização entre os passageiros que querem descer dos ônibus com os que precisam embarcar, o que faz com que seja sempre ‘muvuca’, empurra-empurra e uma bagunça. E o governador ainda quer fazer outro corredor para BRT (sigla em inglês para sistema de transporte rápido com uso de ônibus)? Não queremos mais ônibus. Nós, moradores do Grande ABC, queremos e necessitamos de Metrô.
Carla Rocha Ferri
Santo André

Sem direito
Minha mãe está em tratamento de câncer, tem muitas complicações, mas seu convênio é um desses que não têm condições de arcar com hospitais caríssimos de Santo André. Passar no posto para ir para o Mário Covas, então, só daqui um ano. Antes nós tínhamos convênio com um desses hospitais-hotéis – comprados por grandes redes – antes dessa má-fase, agora nem direito a pronto-socorro ela tem. Nem liminar judicial é obedecida, pois os hospitais ficam procurando brechas para não atender os pacientes, em vez de ir cobrar direto dos convênios. Afinal, o convênio nós pagamos, mas para onde vai nosso dinheiro que não vai para o hospital? Será que em Santo André não se tem mais direito a atendimento de qualidade?
Etienne Sampaio Oliveira

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