Palavra do Leitor

O poder de uma marca


O sucesso das empresas passa cada vez mais pela reputação que a marca tem no mercado. Elas oferecem produtos e serviços de qualidade, mas o que as diferencia é justamente o modo como constroem a imagem e como se relacionam com o mercado e com seus clientes. Esse reconhecimento tem a ver com os propósitos que a empresa definiu para sua existência. O poder da marca se traduz no quanto ela é conhecida e reconhecida. Empresa precisa ter identidade própria e conseguir se comunicar com seu público-alvo. Esses diálogo, compromisso e responsabilidade devem ter frequência e consistência para que a marca esteja na mente do público-alvo.

Alguns componentes fomentam ainda mais o valor da marca, como, por exemplo, criar ações inovadoras de relacionamento e experiência para seus clientes, entregar produtos ou serviços com qualidade resolvida, qualificar tecnicamente e de forma sistemática seus colaboradores e estar muito atualizada para trabalhar como trust advisor (conselheiro de confiança) de seus clientes. É importante ser lembrado por clientes e parceiros e, mais ainda, qual o nível de contribuição que sua empresa pode oferecer. As empresas podem aumentar seu poder de marca com ações bem simples, como campanhas de marketing, atuação em rede social ou divulgação de casos de sucesso. O objetivo é se tornar tão parceira de seu cliente que ele aceite ser referência sua para o mercado. No entanto, qualquer que seja a iniciativa, ela deve ser executada com excelência, seguindo processos e metodologia, necessariamente ter métrica e mensuração de resultados obtidos. Com isso você saberá se deve repeti-la ou não.

Administrar a imagem de uma empresa é algo desafiador, pois muitos dos funcionários estão de alguma forma em contato com o cliente e são responsáveis por manter a impressão criada e, quando possível, melhorá-la ainda mais. Temos diversos ‘momentos da verdade’ no relacionamento com o cliente, e quando algo não ocorre da forma prevista, fatalmente a imagem da empresa será prejudicada. Esse impacto negativo pode estar relacionado ao atendimento, à comunicação estabelecida ou à qualidade dos produtos ou serviços prestados, e poderá ser maior ou menor dependendo da expectativa ou percepção do cliente. É sempre a opinião dele que faz a diferença no fim do dia.

Com isso em mente, é importante ressaltar que construir marca e consolidá-la no mercado leva tempo, mas, como a história demonstra, basta apenas um erro para destruir o que levou décadas para ser consolidado. Principalmente na era das redes sociais, é necessário que as empresas cada vez mais cuidem de sua imagem para continuar prosperando em mercado competitivo.

Elaine Póvoas é diretora de alianças e marketing na empresa Service IT.

Palavra do Leitor
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Carlos Gomes
No momento em que um dos maiores patrimônios culturais da humanidade pega fogo, como foi o caso da Catedral de Notre-Dame, em Paris, na França, é tocante ver a preocupação da prefeitura andreense em recuperar um marco da memória afetiva municipal. Falo, evidentemente, do Cine Theatro de Variedades Carlos Gomes, que ganhou projeto de revitalização no valor global de R$ 5 milhões, conforme pude ler neste nosso Diário (Cultura&Lazer, ontem). Resgatar a alma do endereço, espaço que sempre foi utilizado como palco para todas as formas de expressão artísticas, foi uma das mais acertadas atitudes do prefeito Paulo Serra. Tenho plena convicção de que a função desta coluna que o jornal nos coloca à disposição é mais para críticas do que elogios, mas acredito que seja o caso de quebrarmos a regra diante da importância da medida.

Edvaldo Vassaz
Santo André

Supremo – 1
Parece que sua excelência, o ministro Alexandre de Moraes, está querendo um pouco daquela luz dos holofotes que iluminam seu colega Gilmar Mendes (Política, ontem). Afinal ele também é filho de Deus, como se usa dizer. Com ironia, por favor!

Maria Elisa Santos
Capital

Supremo – 2
Dias Toffoli e Alexandre de Moraes estão me lembrando de um ótimo filme, uma brilhante comédia chamada Debi & Lóide?Qual será o fim disso?

Antonio Jose Gomes Marques
Rio de Janeiro

Dengue
Quero fazer uma denúncia à Prefeitura de São Caetano. Existe um chafariz em frente à entrada do estacionamento para o gabinete do prefeito, na Avenida Fernando Simonsen, que está inundado, nunca foi limpo e está cheio de larvas do mosquito da dengue. Qualquer hora alguém pode pegar essa doenças. Espero que após esta denúncia, a Prefeitura limpe esse chafariz, que está todo sujo.

Fernando Zucatelli
São Caetano

Banho de Luz
No programa Banho de Luz (Setecidades, dia 10), a Prefeitura de Santo André diz que haverá prioridade na substituição de lâmpadas em avenidas, vias primárias, secundárias, escolas, unidades de saúde e praças, sendo que essa medida faz parte do sistema de monitoramento e permitirá maior eficiência no trabalho de rondas da GCM (Guarda Civil Municipal) e PM (Polícia Militar). Isso é ótimo, porém, quem utiliza o transporte público fica à mercê de bandidos nos pontos de parada de ônibus. Sugiro que a Prefeitura priorize essa troca em todas as vias nas quais há tráfego de ônibus do transporte público e os postes em frente aos pontos de parada recebam a luminária mais potente disponível, bem como faça a poda das árvores ao redor do ponto de parada. Isso inibe um pouco a ação dos marginais, pois, com mais iluminação, câmeras de segurança de residências vizinhas podem ajudar a identificar os bandidos. Como exemplo, há um ponto de parada na Rua Indonésia, esquina com a Rua Himalaia, o qual é mal iluminado e as árvores da rua bloqueiam a pouca iluminação que chega ao usuário. Além dessas sugestões, registro mais duas. A primeira, que o programa de asfalto contemple também todas as vias nas quais haja tráfego de ônibus do transporte público, diminuindo os gastos das empresas na manutenção dos veículos. A segunda que o asfalto seja revitalizado em todas as vias onde ocorre feira livre.

Roberto Gabriele
Santo André
Radares

É preocupante saber que nesta Semana Santa, quando o fluxo de veículos é bem maior, 18 mil quilômetros de rodovias federais estão sem radares, porque o Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), nada ágil, não renovou os contratos para funcionamento destes aparelhos nas estradas. Como divulgado, em São Paulo, em que as estradas estaduais são mais fiscalizadas e têm 924 radares instalados, o número de mortes é menor do que nas estradas federais. Na Rio-Santos (SP-55) com 78 radares fixos, nos últimos cinco anos morreram 78 pessoas. Já no perímetro de São Paulo da Régis Bittencourt (BR-116), com somente 14 radares, ocorreram neste mesmo período 113 mortes. E os próprios motoristas, principalmente caminhoneiros, constatam esse perigo da falta dos equipamentos, porque os radares, até pelas multas aplicadas, obrigam o condutor do veículo a respeitar o limite de velocidade.

Paulo Panossian
São Carlos (SP)

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