Memória

Ele deixa a memória desenhada da cidade


 “Armando Sérgio Marotti prossegue sua jornada e vai recriando a São Bernardo da infância e juventude. Seus desenhos a lápis com paisagens dos anos 1940 e 1950 já percorreram a cidade. Precisam virar livro.”

Página Memória, 1º-2-2007

“Ao ver os desenhos do Marotti, lembro-me de nossa infância, de nossa adolescência. Sinto-me orgulhoso em tê-lo como amigo e como artista que é. Continue.”

Clarivalde Versolatto, idem.

“Sr. Marotti. Sou neta da dona Carmela (Pinotti, irmã do prefeito Aldino Pinotti). Fiquei muito feliz em ver o desenho da loja dela, e de outras lembranças da minha infância.”

Rosa Maria, Memória, 5-2-2007.

“A fixação em saudar o passado arquitetônico e social de uma cidade para provar que nada é mais como antes é um aspecto notável no artista plástico Armando Sérgio Marotti.

Cássio Gomes Neves, São Bernardo na Ponta do Lápis, Diário, 5-5-2005.

“Ao observar as imagens traçadas por Marotti, dá para imaginar como seria viver naquela época, em torno da Rua Marechal Deodoro.”

Bruna Gonçalves, “Dos panos para as telas de arte em São Bernardo”,

Diário, 27-3-20-2011.

“Foi muito triste ver toda uma batalha acabar assim e artistas não terem lugar para frequentar.”

Armando Marotti, em entrevista ao Diário, ao lembrar o fechamento da ASBA (Associação São-Bernardense de Belas Artes) após 37 anos de atividades.

O historiador Attilio Pessotti projetou uma maquete com as referências antigas da Rua Marechal Deodoro, no Centro de São Bernardo.

O economista Clarivalde Versolatto foi além, ao descrever, casa a casa, comércio a comércio, fábrica a fábrica, repartição a repartição, esta mesma Rua Marechal Deodoro da sua infância.

Beltran Asêncio fotografou e preservou retratos da cidade, em todos os seus aspectos.

O artista plástico Armando Sérgio Marotti não se fez de rogado e desenhou o que sua lembrança ditava da velha Rua Marechal e vias próximas, incluindo, por exemplo, o casarão de Ítalo Setti, que serviu como o primeiro Hospital São Bernardo.

Marotti, Versolatto, Pessotti, Beltran, são-bernardenses. Bem fariam os órgãos de preservação da memória se reunissem esses trabalhos todos, santificados pelos levantamentos históricos de Newton Ataliba Madsen Barbosa e pela “arte e outras coisas” das crônicas de Odette Tavares Bellinghausen em semanários como a Folha de São Bernardo – o extinto jornal cujas coleções mais recentes devem estar pelos lados de Guarulhos, levados pela Folha Metropolitana, ex-Correio Metropolitano.

Gente, esses valores todos – Versolatto, Pessotti, Beltran, Dona Odette, Newton Barbosa, agora Marotti - partiram, mas a obra de cada um ficou, e está aí para ser pensada, estudada, eternizada, valorizada devidamente.

O último que se foi, Marotti, amava tanto a sua cidade que, sem pestanejar, quase cometeu um crime contra autoridade pública que se atreveu a fechar a Asba. O premiadíssimo Armando Marotti.

Filho de Francisco Marotti e de Isalina Dalmolin Marotti, primo do professor de folclore Luizinho João Marotti, Armando Sérgio Marotti parte aos 85 anos. Está sepultado no Cemitério Museu de Vila Euclides. Perde, a cidade de São Bernardo, o talento de mais um filho querido.

Interação com Facebook

‘Mulher nota 100’

As mulheres estão assumindo um papel importante na vida nacional, o papel-moeda.

Confiram a íntegra no Facebook da Memória – acessem o endereço acima.

Tudo apontava para 1964...

Texto: Milton Parron

O primeiro de quatro programas Memória sobre o movimento de março de 1964 abordará o momento em que Jânio Quadros retornou ao Brasil, em 1959, depois de seis meses de ausência, e anunciou que seria candidato à Presidência da República.

Pauta da edição:

A disputa presidencial em 1960.

A renúncia de Jânio concretizada depois de várias ameaças, dizem que não estava sóbrio. 

Jânio bebia? Sua única filha, Dirce ‘Tutú’ Quadros responderá.

Os acordos para a posse de João Goulart, seu tumultuado governo.

As sublevações nos quartéis.

A queda de Jango após uma série de transgressões a dispositivos constitucionais praticadas pelo então presidente do Congresso, senador Auro Soares de Moura Andrade.

Serviço

Rádio Bandeirantes AM (840) e FM (90,9) – O movimento militar de 1964 – primeiro de quatro programas, 55 anos depois.

Produção e apresentação: Milton Parron. Hoje, às 23h, com reprise amanhã, às 5h, além da internet, radiobandeirantes.com.br .

Diário há 30 anos

Quinta-feira, 6 de abril de 1989 – ano 31, edição 7032

Manchete – Governo mantém 13,6% para recompor perdas salariais e tenta reabrir as negociações

Novidade – Pizzaria Hut tem primeira casa em Santo André: Avenida Ramiro Colleoni, 244, ao lado do Pentágono.

Campeonato Paulista – Ontem, no Estádio Bruno José Daniel: EC Santo André 1, União São João, de Araras, 0.

Gol: Miltinho.

Em 6 de abril de...

1919 – O vice-presidente do Estado (hoje seria governador), Antonio Cândido Rodigues, esteve em Santo André e visitou o dr. José Luiz Flaquer. Também visitaram o distrito: dr. João Galeão Carvalhal e coronel Francisco Martins dos Santos, ambos residentes em Santos.

Realizada a primeira transmissão radiofônica do Brasil, pela Rádio Clube de Pernambuco, no Recife.

Internacional

Do noticiário do Correio Paulistano: um jornal alemão anuncia que as tropas aliadas estão prontas para marchar contra Budapeste.

Do noticiário do Estadão: as preliminares da paz; boatos da queda dos ‘soviets’ no Haungria; as reivindicações da França.

Municípios Brasileiros

Celebram aniversários em 6 de abril:

Em São Paulo, Pedra Bela

Na Bahia, Boquira

Em Pernambuco, Limoeiro

No Maranhão, Rosário

Em Sergipe, Santana do São Francisco

Fonte: IBGE

Santos do Dia

Marcelino, doutor da Igreja.

Catarina de Pallanza

Celestino I

Diógenes

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