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Shazam pronto para os cinemas


Basta dizer uma palavra para que o pequeno Billy Batson se transforme em herói que reúne características de deuses gregos. Mas é preciso certa dose de informações para que Shazam! mostre a que veio nos cinemas a partir de quinta-feira, quando ocorre a estreia do filme nas salas brasileiras. O personagem ganha sua primeira adaptação para as telonas e aposta em ritmo divertido pronto para buscar a atenção dos fãs antigos e de quem nunca ouviu falar dele.

Tudo começou em 1940, quando o então Capitão Marvel surgiu nas páginas da Whiz Comics, da editora Fawcett Comics, como resposta ao sucesso gerado por Superman pouco tempo antes. Entre processos e disputas judiciais, a criação do roteirista Bill Parker e do desenhista C. C. Beck entrou para o catálogo da DC Comics na década de 1970 e passou por reformulação, o que inclui a mudança do nome. Desde então, conta com versões em desenhos e games.

O trovão amarelo no uniforme vermelho simboliza a força dos raios por trás dos poderes do protagonista e é justamente quando Billy (Asher Angel) clama o nome do ‘campeão’ que a força da natureza o atinge para fazer com que mude para forma adulta (Zachary Levi), mas ainda com mentalidade de um garoto de 14 anos. Após muito tempo, o menino é a última esperança para que a sabedoria de Salomão, a força de Hércules, o vigor de Atlas, o poder de Zeus, a coragem de Aquiles e a velocidade de Mercúrio sejam guardados em indivíduo de bom coração. Claro que esse tipo de potencial também está na mira de um vilão. No caso, Dr. Silvana (Mark Strong) conta com a ajuda dos sete pecados capitais para sua missão de inveja.

“Nos quadrinhos, Shazam é a representação de uma criança entre o panteão de heróis, o que é sempre legal de ver, porque os fãs podem se identificar. No cinema, ele prova para a DC Comics que é possível investir em filmes animados e centrados em personagens além dos tradicionais”, analisa Henrique Almeida, editor do site Boletim Nerd (www.boletimnerd.com.br), especializado em notícias sobre o tema.

O jornalista comenta que o longa-metragem do diretor David F. Sandberg (de Annabelle 2: A Criação do Mal) tem influência da nova história de origem do personagem publicada em Os Novos 52, relançamento de toda a linha da DC ocorrida em 2011. Acaba sendo abertura para jornada recheada de magia e fantasia, diferente dos contos centrados em ficção científica e investigação policial em torno de Batman, Superman e Flash, por exemplo.

Shazam! tem forte apelo infantojuvenil e conta com muitos momentos de piadas que podem dividir os diferentes tipos de público que prometem lotar as sessões nos próximos dias. “O filme lembra a infância, quando sonhávamos em ganhar superpoderes, porque é isso o que acontece com Billy Batson. É divertido ver o que acontece quando um grupo de crianças começa a andar por aí acompanhado por um super-herói inexperiente”, diz o jornalista, citando clara influência do oitentista Quero Ser Grande (1988) na produção. “Há personagens cativantes, clima leve e descontraído e visual que trabalha com conceitos de bem e mal bastante simples. É uma clássica história de origem de super-herói.” 

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