Questão de Emprego

Dia Internacional da Felicidade


Amanhã (20 de março) é o Dia Internacional da Felicidade. Quando observo o mercado de trabalho, noto que a maior parte das corporações bem-sucedidas tem uma cultura baseada em valores que priorizam o bem-estar dos colaboradores. Sei que felicidade é um estado de espírito que tem significados diferentes para cada pessoa, mas, por meio de boas práticas, é possível contribuir para um ambiente organizacional mais saudável para os profissionais. Veja algumas sugestões:

1 – Avalie os valores dos funcionários

Uma pesquisa da Robert Half mostrou que seis fatores se sobressaem entre os que mais influenciam na felicidade do trabalhador: combinação certa para o cargo e a empresa; a sensação de empoderamento; sentir-se valorizado; trabalho interessante e significativo; um senso de igualdade; e relações de trabalho positivas. Mas é importante que você, gestor ou líder, faça mapeamento interno para entender quais valores comuns unem os seus funcionários e se eles coincidem com os praticados pela empresa. Essa mesma análise deve ser feita no momento do recrutamento.

2 – Contrate a pessoa qualificada para cada vaga

Você sabia que 80% dos diretores brasileiros já se arrependeram de uma contratação? Essa situação causa prejuízos de tempo e de dinheiro para a organização. Por isso, é importante entender a ação de recrutar como uma das principais estratégias da empresa, afinal, sem equipe qualificada, engajada e motivada, a organização terá grandes dificuldades para evoluir. É preciso um processo afinado para colocar as pessoas adequadas nas cadeiras certas.

3 – Pense no longo prazo

Com a longevidade dos profissionais, os grupos de trabalho têm apresentado cada vez mais diversidade de gerações. Em breve, teremos no mesmo time baby boomers, geração ‘X’, millennials e geração 2020. É preciso se preparar para ter um ambiente no qual todos transitem com conforto.

4 – Entenda que sua empresa tem muito a ganhar

Líderes mais atualizados já perceberam a forte relação entre colaboradores felizes com ganho de produtividade e aumento nos lucros. Para reforçar essa tese, a pesquisa da Robert Half mostra que, ao investir na felicidade dos profissionais, a empresa tende a ganhar em: lealdade, pois colaboradores sentem mais motivação para permanecer na empresa; engajamento, pois eles se esforçam mais para alcançar objetivos organizacionais definidos; inovação e criatividade, já que emoções positivas, como entusiasmo e interesse, ajudam a ampliar pensamento, consciência e tendência de explorar novas vias e abordagens; e a saúde, já que colaboradores exaustos ou cronicamente frustrados são mais propensos a doenças e absentismo.

 Seja o exemplo

Lembre-se de que o humor do gestor é contagioso e que, assim como um elogio pode motivar, uma crítica mal colocada acaba com qualquer sentimento positivo. Então, saiba dosar. Isso não quer dizer que você precisa omitir críticas, mas, sim, que deve encontrar o meio mais adequado de fazê-las.
 

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