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Menino possuído é atração nas telonas no filme 'Maligno'


A sacada de colocar crianças como personagens principais de filmes de terror e suspense não é nova, mas parece causar calafrios no público ainda hoje. Figuras infantojuvenis ganharam espaço em O Exorcista (1973), Poltergeist – O Fenômeno (1982), O Sexto Sentido (1999) e O Chamado (2002) são só alguns exemplos dessa lista. Acaba sendo mescla da inocência dessas figuras mirins com espíritos e demônios.

Agora, as sustos estão voltados para as ações do pequeno Miles (Jackson Robert Scott) em Maligno, recém-chegado aos cinemas brasileiros. Sua estreia estava agendada para fevereiro, mas acabou adiada. A atração é recomendada para maiores de 16 anos.

No longa-metragem, a família do menino passa a perceber que seu comportamento tem demonstrado aspectos ruins, muitos deles violentos. A mãe, Sarah (Taylor Schilling, a Piper Chapman do seriado Orange is The New Black, da Netflix), passa a investigar os passos do menino ao mesmo tempo em que o público entende que os fatos envolvem sequestro e satanismo.

Diversos jumpscares estão espalhados pelo filme, com o diretor Nicholas McCarthy apostando em revelações e momentos de tensão que remetem a produções mais antigas. Maligno surge como opção nas telonas em época em que filmes de terror dificilmente têm chances de estar em cartaz. 

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