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Chico Buarque sintetiza sua obra poética na Directv


Do Diário do Grande ABC

29/12/2004 | 10:28


Chico Buarque, quem diria, perdeu a timidez. Para fazer uma síntese de sua obra musical e poética, Chico encarou a nova função de apresentador e fala em primeira pessoa de si mesmo além de fazer algumas revelações no Projeto Chico Buarque, produção da RWR, de Roberto de Oliveira, amigo de Chico, em parceria com a TV por satélite Directv. Os  recursos vieram da Ancine (Agência Nacional de Cinema).

O especial estréia em 26 de janeiro, no canal 605, e contará com três programas – Meus Caros Amigos, gravado no Rio, no qual o compositor fala de parceiros, da cidade maravilhosa e seu processo de criação, À Flor da Pele, realizado em Paris, que trata da constante temática feminina de sua obra, e Vai Passar, filmado em Roma, programa no qual Chico comentará sua atuação política e seu exílio. Todos os programas terão depoimentos de convidados que contextualizam os temas abordados. Serão episódios de 60 minutos cada um, exibidos a cada mês, de janeiro a março, em toda a América Latina.

O projeto é um antigo sonho de Oliveira, que dirige e comanda a produção. Com o amigo atrás das câmeras, Chico soltou-se em uma eloqüência poucas vezes vista. “Fazer letra é mais difícil do que fazer poesia”, diz. Chico também revela uma mania, ou necessidade. “Eu tenho de andar. Não é por exercício, é a serviço, a trabalho. Se eu não ando, meu trabalho também não anda”, afirma.

Cenas de arquivo intercalam a produção, com imagens do próprio Oliveira e de especiais que dirigiu para a Band. Só de Chico e Tom Jobim há três horas de material para edição.

Outra estréia da Directv em 2005 (ainda sem data) é o projeto 7 x Bossa Nova, com apresentação de Nelson Motta e consultoria de Ruy Castro. dirigida por Belisário França, será uma série de programas sobre o gênero musical surgido no fim dos anos 1950 no Brasil. Também há projeto para que tanto a série de Chico como esta virem DVD.



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Chico Buarque sintetiza sua obra poética na Directv

Do Diário do Grande ABC

29/12/2004 | 10:28


Chico Buarque, quem diria, perdeu a timidez. Para fazer uma síntese de sua obra musical e poética, Chico encarou a nova função de apresentador e fala em primeira pessoa de si mesmo além de fazer algumas revelações no Projeto Chico Buarque, produção da RWR, de Roberto de Oliveira, amigo de Chico, em parceria com a TV por satélite Directv. Os  recursos vieram da Ancine (Agência Nacional de Cinema).

O especial estréia em 26 de janeiro, no canal 605, e contará com três programas – Meus Caros Amigos, gravado no Rio, no qual o compositor fala de parceiros, da cidade maravilhosa e seu processo de criação, À Flor da Pele, realizado em Paris, que trata da constante temática feminina de sua obra, e Vai Passar, filmado em Roma, programa no qual Chico comentará sua atuação política e seu exílio. Todos os programas terão depoimentos de convidados que contextualizam os temas abordados. Serão episódios de 60 minutos cada um, exibidos a cada mês, de janeiro a março, em toda a América Latina.

O projeto é um antigo sonho de Oliveira, que dirige e comanda a produção. Com o amigo atrás das câmeras, Chico soltou-se em uma eloqüência poucas vezes vista. “Fazer letra é mais difícil do que fazer poesia”, diz. Chico também revela uma mania, ou necessidade. “Eu tenho de andar. Não é por exercício, é a serviço, a trabalho. Se eu não ando, meu trabalho também não anda”, afirma.

Cenas de arquivo intercalam a produção, com imagens do próprio Oliveira e de especiais que dirigiu para a Band. Só de Chico e Tom Jobim há três horas de material para edição.

Outra estréia da Directv em 2005 (ainda sem data) é o projeto 7 x Bossa Nova, com apresentação de Nelson Motta e consultoria de Ruy Castro. dirigida por Belisário França, será uma série de programas sobre o gênero musical surgido no fim dos anos 1950 no Brasil. Também há projeto para que tanto a série de Chico como esta virem DVD.

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