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Trabalhadores rejeitam proposta de reajuste


Frederico Rebello Nehme
Do Diário do Grande ABC

20/11/2004 | 11:45


Os trabalhadores da indústria moveleira negaram nesta sexta em assembléia a proposta de 8,5% de reajuste salarial e redução do adicional de hora extra de 80% para 65% feita pelo Sindicato das Indústrias de Móveis de São Bernardo e Região em reunião no último dia 18.

Cerca de 180 pessoas estiveram presentes na assembléia, segundo Waldemar Pires de Oliveira, presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção Civil e Mobiliário de São Bernardo e Diadema.

"Os trabalhadores rejeitaram a proposta, mas sabemos que as negociações ainda estão acontecendo. Ficou definido que o nosso prazo limite será a próxima sexta-feira (dia 26)", afirma.

Outros pontos ainda estão em aberto na negociação trabalhista do setor. Os sindicalistas querem a mudança da data-base da categoria de novembro para outubro e um reforço da presença dos sindicatos nas empresas, com delegados sindicais.

"Estamos acostumados a negociações longas, mas acredito que seja possível definir todos esses pontos em mais uma ou duas reuniões. Tentaremos aumentar o reajuste salarial e pelo menos manter o adicional de hora extra atual", afirma Oliveira.

A negociação salarial dos moveleiros em 2004 acontece de maneira conjunta - também participam as bases de Santo André e São Caetano. O setor moveleiro possui cerca de 8 mil trabalhadores no Grande ABC.



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Trabalhadores rejeitam proposta de reajuste

Frederico Rebello Nehme
Do Diário do Grande ABC

20/11/2004 | 11:45


Os trabalhadores da indústria moveleira negaram nesta sexta em assembléia a proposta de 8,5% de reajuste salarial e redução do adicional de hora extra de 80% para 65% feita pelo Sindicato das Indústrias de Móveis de São Bernardo e Região em reunião no último dia 18.

Cerca de 180 pessoas estiveram presentes na assembléia, segundo Waldemar Pires de Oliveira, presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção Civil e Mobiliário de São Bernardo e Diadema.

"Os trabalhadores rejeitaram a proposta, mas sabemos que as negociações ainda estão acontecendo. Ficou definido que o nosso prazo limite será a próxima sexta-feira (dia 26)", afirma.

Outros pontos ainda estão em aberto na negociação trabalhista do setor. Os sindicalistas querem a mudança da data-base da categoria de novembro para outubro e um reforço da presença dos sindicatos nas empresas, com delegados sindicais.

"Estamos acostumados a negociações longas, mas acredito que seja possível definir todos esses pontos em mais uma ou duas reuniões. Tentaremos aumentar o reajuste salarial e pelo menos manter o adicional de hora extra atual", afirma Oliveira.

A negociação salarial dos moveleiros em 2004 acontece de maneira conjunta - também participam as bases de Santo André e São Caetano. O setor moveleiro possui cerca de 8 mil trabalhadores no Grande ABC.

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