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Desafio da gestão pública

Estudo sobre a carga tributária/PIB x IDH, desenvolvido pelo IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário), nos mostra...


Dgabc

25/02/2013 | 00:00


Artigo

Estudo sobre a carga tributária/PIB x IDH, desenvolvido pelo IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário), nos mostra desconfortável realidade: entre os 30 países com maior carga tributária, o Brasil é o que proporciona o pior retorno da qualidade de serviços à população.

Essa realidade nos leva a crer que o maior desafio dos prefeitos não se encontra na realização das promessas de campanha, mas na capacidade gerencial de baixar o elevado custeio da máquina pública, pois embora reconheçamos que existam ilhas de excelência, ainda ‘surfamos' num oceano de serviços públicos que deixam muito a desejar.

Não devemos esquecer que o mundo está em crise, que há cerca de 200 milhões de desempregados no planeta, países superendividados, pessoas passando fome e prefeituras brasileiras com seus orçamentos comprometidos com despesas gerais, inibindo investimentos em infraestrutura.

Que no planejamento estratégico da prefeitura, os planos de ação, para melhorar a qualidade - adequação ao uso com satisfação do contribuinte -, aumentar a produtividade - produzir cada vez mais e melhor, com cada vez menos (menos tudo) e reduzir, sistematicamente, os custos fixos, tenham prioridade zero.

O sinal de alerta para a classe política tem eco milenar, pois nos leva ao Império Romano, o mais badalado da história da humanidade, e ao célebre Cícero (106-43 a.C.) - filósofo, advogado, escritor, político e o maior orador romano. ‘Temos que equilibrar o orçamento, proteger o tesouro, combater a usura e reduzir a burocracia. Caso contrário, afundaremos todos.'

O primeiro passo para aumentar a produtividade deve ser a eliminação do excesso de burocracia que, além de oneroso e gerar morosidade, tem se mostrado ineficaz no combate à corrupção e às fraudes.

Para que os servidores públicos colaborem com o projeto sobre redução de custos e as metas sejam plenamente atingidas, é de fundamental importância que prefeito, vice-prefeito, secretários municipais e vereadores demonstrem que estão comprometidos, sendo exemplos.

Encerramos com a frase de Peter Drucker (1909-2005), um dos maiores pensadores em gestão organizacional: ‘Não existem países subdesenvolvidos. Existem países subadministrados'.

Faustino Vicente é professor, consultor de empresas e de órgãos públicos e advogado.

Palavra do leitor

Excesso de luz
Gostaria de saber o que a AES Eletropaulo tem a dizer a respeito de a iluminação pública de várias ruas em Ribeirão Pires continuarem ligadas durante todo o dia, como na Rua Antônio Boaventura, que desde o dia 9 ofuscam minha visão. Façam-me um favor, senhores (mau)gestores da AES Eletropaulo, tomem providências urgentes, pois mensalmente são tirados do meu bolso R$ 7,25 da tal contribuição de iluminação pública - sem meu consentimento -, para custear as despesas do município com a iluminação das vias. Quando anoitece, várias ruas ficam às escuras. Irresponsável também a equipe da Aneel, que deixa as operadoras de energia deitarem e rolarem em cima do consumidor. Sem contar os blecautes que vêm ocorrendo.

Ailton Gomes. Ribeirão Pires

Integração
O desdobramento sobre a integração em Diadema, com trólebus e rede municipal de transporte, tem o fim que já era esperado com o resultado eleitoral da cidade. A população usuária do transporte será penalizada financeiramente com essa parceria Prefeitura e Estado. Esse é o presente gratuito que o prefeito acena para quem o elegeu. A oposição não pode perder essa oportunidade de combate a esse estrago que está por vir, por comportamento político danoso à população de Diadema, por conta de gestor público que não consegue visualizar o momento atual, pois a grande discussão do atual momento é a mobilidade urbana, através do transporte integrado. Inclusão social é política pública necessária, que cada vez mais precisa ser implementada para melhor qualidade de vida da população.
Gércio Vidal. São Bernardo

PCdoB
Registro minha indignação com o PCdoB de Santo André e seu presidente, Antonio Renan Arrais, por não atenderem meu pedido de desfiliação partidária, como se a pessoa fosse obrigada a continuar para sempre filiado a uma legenda que não lhe interessa. Há mais de 30 dias que procurei a sede da sigla na cidade e descobri que ela está fechada. Procurei o seu presidente no Google e descobri o seu escritório de advocacia, fui lá entreguei meu pedido de desfiliação à secretaria. Já voltei lá por três vezes, e em cada vez é uma desculpa mais cabeluda. Fui lá novamente e até a secretária sumiu. Liguei no cartório eleitoral perguntando se existia outra forma de desfiliação sem a assinatura do partido, mas disseram-me que não. Me ajudem, por favor! O que fazer?
Pedro Paulo da Silva. Santo André

Filme antigo
O descaso em nosso País já é filme antigo, talvez se retrate de décadas passadas, onde a mesma cena era até então vista em teatros. Pagamos o ingresso ano após ano, para ser obrigados a ver a mesma coisa. Já não é hora de mudar, de nosso diretor de filme tomar realmente partido da nossa causa e resolver os problemas que atingem todos nós? Nosso dia a dia vem se tornando uma guerra, e batalhamos em todos os campos da cidade, para atravessar avenidas e ruas onde a preferência se faz evidente que é do motorista. Quanto ao pedestre, coitado! Que fique a esperar por semáforos que nunca se fecham, e que quando sim, voltam a abrir tão rápido que nossos idosos passam a ser verdadeiros corredores de pequenas distâncias. Quando chove, enfrentamos lama, poças d'água, às vezes piscinas, onde além de termos água à altura dos tornozelos, somos alvos de motoristas apressados. Às vezes tenho a impressão de viver num reality show, porque deveras ficamos ‘ilhados' e ‘confinados' no mesmo lugar. É tão e extremamente difícil que pessoas maiores de idade possam dialogar e fazer escolhas ‘para o povo e pelo povo'?
Leandro Augusto Andrade Mariano. Santo André

Focos de dengue
Gostaria de cobrar a Prefeitura de São Bernardo quando a diversas reclamações sobre possíveis focos de dengue e outras doenças transmitidas por ratos, escorpiões e acúmulo de lixo nos escombros deixados pela empresa que comprou as casas do bairro 4º Centenário, no Riacho Grande. Moro no local há 30 anos e sinto-me excluído perante a Prefeitura, pois já registrei vários pedidos de remoção das casas pré-demolidas e a administração vem fazendo vistas grossas. A empresa que está comprando as casas também não toma nenhuma providência para resolver o problema de acúmulo de lixo às margens da Billings, dando-me a impressão de que existe ‘blindagem' para protegê-la. Aguardo resposta do Paço e da companhia responsável pelas casas.
José Oni Matias Ramos. São Bernardo



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