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Polícia apreende 2,9 mil itens falsos no centro de Sto.André


Luciana Sereno
Do Diário do Grande ABC

20/05/2005 | 08:00


A Polícia Civil de Santo André apreendeu na quinta-feira mais de 2,9 mil mercadorias falsificadas. A blitz ocorreu na Galeria Central, que funciona na rua General Glicério, no Centro da cidade, após o SIG (Setor de Investigações Gerais) da Delegacia Seccional de Santo André ter recebido denúncias anônimas sobre o comércio clandestino. Ninguém foi preso. Apesar da apreensão, a galeria não foi interditada.

Entre as mercadorias apreendidas, boa parte eram itens de cosméticos sem registro do Ministério da Saúde e brinquedos sem o selo do Inmetro (Instituto de Nacional de Metrologia e Normalização). A polícia também encontrou CDs, DVDs, fitas de videogame piratas e tênis falsificados. Toda a mercadoria será encaminhada aos órgãos regulamentadores e depois destruída.

De acordo com o delegado do SIG, Georges Amaury Lopes, no momento da blitz sete pessoas circulavam pelos boxes da galeria, mas todos negaram trabalhar no local. Um grupo de comerciantes conseguiu fugir quando percebeu a chegada dos investigadores. Agora, a polícia deverá cruzar os dados pessoais dos suspeitos com as informações e cada box da galeria registradas junto à Prefeitura. O objetivo é chegar ao nome dos responsáveis pelos boxes.

“O mais preocupante é o comércio dos cosméticos sem regulamentação por conta de não ter a informação da quantidade de chumbo da fórmula.” A substância é nociva à saúde, explica Lopes. No caso dos brinquedos, o delegado afirma terem sido contrabandeados da China. “O perigo é a falta do selo de qualidade porque muitos contêm peças pequenas e põem em risco a vida das crianças.”

A maior parte dos brinquedos eram falsificações de bonecas Barbie e do grupo Roogie. Também foram apreendidas cópias do Homem Aranha e dos personagens do filme Os Incríveis.

O delegado Georges Amaury Lopes disse que as falsificações eram tão bem feitas que poderiam facilmente enganar o consumidor. “No caso das bonecas, a identificação original estava encoberta por selos brasileiros.”



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Polícia apreende 2,9 mil itens falsos no centro de Sto.André

Luciana Sereno
Do Diário do Grande ABC

20/05/2005 | 08:00


A Polícia Civil de Santo André apreendeu na quinta-feira mais de 2,9 mil mercadorias falsificadas. A blitz ocorreu na Galeria Central, que funciona na rua General Glicério, no Centro da cidade, após o SIG (Setor de Investigações Gerais) da Delegacia Seccional de Santo André ter recebido denúncias anônimas sobre o comércio clandestino. Ninguém foi preso. Apesar da apreensão, a galeria não foi interditada.

Entre as mercadorias apreendidas, boa parte eram itens de cosméticos sem registro do Ministério da Saúde e brinquedos sem o selo do Inmetro (Instituto de Nacional de Metrologia e Normalização). A polícia também encontrou CDs, DVDs, fitas de videogame piratas e tênis falsificados. Toda a mercadoria será encaminhada aos órgãos regulamentadores e depois destruída.

De acordo com o delegado do SIG, Georges Amaury Lopes, no momento da blitz sete pessoas circulavam pelos boxes da galeria, mas todos negaram trabalhar no local. Um grupo de comerciantes conseguiu fugir quando percebeu a chegada dos investigadores. Agora, a polícia deverá cruzar os dados pessoais dos suspeitos com as informações e cada box da galeria registradas junto à Prefeitura. O objetivo é chegar ao nome dos responsáveis pelos boxes.

“O mais preocupante é o comércio dos cosméticos sem regulamentação por conta de não ter a informação da quantidade de chumbo da fórmula.” A substância é nociva à saúde, explica Lopes. No caso dos brinquedos, o delegado afirma terem sido contrabandeados da China. “O perigo é a falta do selo de qualidade porque muitos contêm peças pequenas e põem em risco a vida das crianças.”

A maior parte dos brinquedos eram falsificações de bonecas Barbie e do grupo Roogie. Também foram apreendidas cópias do Homem Aranha e dos personagens do filme Os Incríveis.

O delegado Georges Amaury Lopes disse que as falsificações eram tão bem feitas que poderiam facilmente enganar o consumidor. “No caso das bonecas, a identificação original estava encoberta por selos brasileiros.”

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