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Arte de Juarez Machado inspira longa



25/02/2005 | 12:28


O pintor Juarez Machado está feliz da vida com a possibilidade de ser o primeiro artista brasileiro a receber o Oscar. A possibilidade de ele chegar ao prêmio da Academia de Hollywood está ligada ao filme Eterno Amor, de Jean-Pierre Jeunet, que foi indicado para duas categorias – melhor fotografia e melhor direção de arte e estréia nesta sexta-feira em São Paulo. A pintura de Juarez Machado foi a fonte de inspiração assumida pelo diretor Jeunet e por seu fotógrafo, Bruno Delbonnel. “Vou estar torcendo por eles e, se o Bruno subir ao palco no domingo (na festa do Kodak Theatre), vou me sentir como se estivesse ganhando, também.”

O catarinense Machado, nascido em Joinville, possui um ateliê em Paris. Mais exatamente, em Montmartre, onde é vizinho de Jean-Pierre Jeunet. Foi identificação à primeira vista. “Jean-Pierre já havia se baseado no Giorgio De Chirico quando fez Ladrão de Sonhos. É uma coisa muito européia, isso de beber na fonte de outras manifestações. E, agora, em Eterno Amor, Jean-Pierre me escolheu.” Não um quadro, especificamente. “Ele assimilou minha paleta de cores”, diz Machado. Sua pintura tem algo de cinematográfico, como se o artista adotasse o ponto de vista de quem está numa grua. E Machado ilumina as sombras do passado com holofotes modernos sobre cenas e personagens que pareciam perdidos, criando um clima. É o que Jeunet também faz.



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Arte de Juarez Machado inspira longa


25/02/2005 | 12:28


O pintor Juarez Machado está feliz da vida com a possibilidade de ser o primeiro artista brasileiro a receber o Oscar. A possibilidade de ele chegar ao prêmio da Academia de Hollywood está ligada ao filme Eterno Amor, de Jean-Pierre Jeunet, que foi indicado para duas categorias – melhor fotografia e melhor direção de arte e estréia nesta sexta-feira em São Paulo. A pintura de Juarez Machado foi a fonte de inspiração assumida pelo diretor Jeunet e por seu fotógrafo, Bruno Delbonnel. “Vou estar torcendo por eles e, se o Bruno subir ao palco no domingo (na festa do Kodak Theatre), vou me sentir como se estivesse ganhando, também.”

O catarinense Machado, nascido em Joinville, possui um ateliê em Paris. Mais exatamente, em Montmartre, onde é vizinho de Jean-Pierre Jeunet. Foi identificação à primeira vista. “Jean-Pierre já havia se baseado no Giorgio De Chirico quando fez Ladrão de Sonhos. É uma coisa muito européia, isso de beber na fonte de outras manifestações. E, agora, em Eterno Amor, Jean-Pierre me escolheu.” Não um quadro, especificamente. “Ele assimilou minha paleta de cores”, diz Machado. Sua pintura tem algo de cinematográfico, como se o artista adotasse o ponto de vista de quem está numa grua. E Machado ilumina as sombras do passado com holofotes modernos sobre cenas e personagens que pareciam perdidos, criando um clima. É o que Jeunet também faz.

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