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Crédito bancário manterá expansão em 2008



10/02/2008 | 07:18


A despeito da crise financeira internacional, as perspectivas para o mercado de crédito no Brasil neste ano permanecem otimistas.

Os últimos dados divulgados sobre o setor reforçam as projeções de crescimento, ao mostrarem forte demanda por empréstimos, juros em queda e inadimplência em baixa.

Entretanto, o aumento dos juros futuros e a recente mudança tributária no setor financeiro devem fazer o custo do crédito parar de cair nos próximos meses. Os analistas esperam expansão de pelo menos 20% para o empréstimo em 2008.

As estimativas foram feitas ainda no ano passado e reafirmadas agora, após os números do Banco Central sobre dezembro e os primeiros balanços do setor.

Os empréstimos do sistema financeiro subiram 2,5% em dezembro, ante novembro, que já havia sido um mês forte.

Além disso, houve uma intensificação da demanda no segmento de pessoa jurídica, o que demonstra uma atividade econômica aquecida.

Nas linhas de pessoa física, o BC verificou uma desaceleração, mas que é considerada pontual, pois reflete a maior liquidez propiciada pelo recebimento do 13º salário. Individualmente, os bancos se mostram até mais entusiasmados que os analistas sobre o crédito.

Estimativas - O Bradesco, o primeiro entre os grandes a divulgar o balanço de 2007, estima expansão de 21% a 25% para a carteira, após significativo avanço de 38,9% no ano passado. Das instituições de médio porte, o Pine, por exemplo, prevê aumento de 60% para o saldo de operações neste ano.

O crescimento dos bancos médios é mais expressivo porque a carteira é bem menor que a dos gigantes do setor e eles se capitalizaram, via oferta de ações, para avançar nesse mercado.

Especialistas e bancos baseiam as projeções nas perspectivas positivas para o segmento de pessoa física, especialmente financiamento de veículos, cartões, consignado e crédito imobiliário, e de pequenas e médias empresas, que já foram os grandes destaques de 2007.

Mas, se o mercado de capitais permanecer fechado para emissões, é possível que ocorra também um aumento na demanda de grandes corporações, que vinham se financiando por meio de ofertas de ações e de dívida.

No Bradesco, as operações para grandes empresas já demonstraram surpreendente crescimento de 20,3% no último trimestre do ano, acumulando 38,2% em 2007.



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Crédito bancário manterá expansão em 2008


10/02/2008 | 07:18


A despeito da crise financeira internacional, as perspectivas para o mercado de crédito no Brasil neste ano permanecem otimistas.

Os últimos dados divulgados sobre o setor reforçam as projeções de crescimento, ao mostrarem forte demanda por empréstimos, juros em queda e inadimplência em baixa.

Entretanto, o aumento dos juros futuros e a recente mudança tributária no setor financeiro devem fazer o custo do crédito parar de cair nos próximos meses. Os analistas esperam expansão de pelo menos 20% para o empréstimo em 2008.

As estimativas foram feitas ainda no ano passado e reafirmadas agora, após os números do Banco Central sobre dezembro e os primeiros balanços do setor.

Os empréstimos do sistema financeiro subiram 2,5% em dezembro, ante novembro, que já havia sido um mês forte.

Além disso, houve uma intensificação da demanda no segmento de pessoa jurídica, o que demonstra uma atividade econômica aquecida.

Nas linhas de pessoa física, o BC verificou uma desaceleração, mas que é considerada pontual, pois reflete a maior liquidez propiciada pelo recebimento do 13º salário. Individualmente, os bancos se mostram até mais entusiasmados que os analistas sobre o crédito.

Estimativas - O Bradesco, o primeiro entre os grandes a divulgar o balanço de 2007, estima expansão de 21% a 25% para a carteira, após significativo avanço de 38,9% no ano passado. Das instituições de médio porte, o Pine, por exemplo, prevê aumento de 60% para o saldo de operações neste ano.

O crescimento dos bancos médios é mais expressivo porque a carteira é bem menor que a dos gigantes do setor e eles se capitalizaram, via oferta de ações, para avançar nesse mercado.

Especialistas e bancos baseiam as projeções nas perspectivas positivas para o segmento de pessoa física, especialmente financiamento de veículos, cartões, consignado e crédito imobiliário, e de pequenas e médias empresas, que já foram os grandes destaques de 2007.

Mas, se o mercado de capitais permanecer fechado para emissões, é possível que ocorra também um aumento na demanda de grandes corporações, que vinham se financiando por meio de ofertas de ações e de dívida.

No Bradesco, as operações para grandes empresas já demonstraram surpreendente crescimento de 20,3% no último trimestre do ano, acumulando 38,2% em 2007.

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