Fechar
Publicidade

Quarta-Feira, 8 de Abril

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Esportes

esportes@dgabc.com.br | 4435-8384

São Paulo perde do Strongest

Rubens Chiri/saopaulofc.net Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Time joga mal e deixa o campo vaiado na
estreia pela fase de grupos da Copa Libertadores


Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

18/02/2016 | 07:00


Em inglês, The Strongest significa o mais forte. Ontem à noite, no Pacaembu, a equipe boliviana de nome importado pode não ter demonstrado tanta força diante do São Paulo, na estreia dos clubes no Grupo A da Copa Libertadores da América. Mas os visitantes foram mais voluntariosos e acabaram premiados com a vitória por 1 a 0.

O resultado causou protesto intenso da torcida a partir dos minutos finais do confronto. Os são-paulinos cobraram vontade, pediram respeito, chamaram o time de “amarelão” e criticaram jogadores como Centurión e Michel Bastos. Já o zagueiro Lucão, vilão do clássico contra o Corinthians, ganhou apoio dos tricolores.

Com o meio de campo composto por cinco homens e Alan Kardec escalado mais à frente, o São Paulo tentou sufocar o The Strongest desde o começo. E foi na base da pressão que logo no primeiro minuto o atacante quase se aproveitou de falha da defesa para abrir o placar.

Com a proposta de explorar os erros são-paulinos, o time boliviano tinha Pablo Escobar como maestro, mas quem criou a melhor chance dos visitantes no primeiro tempo foi Ramallo, que acertou a trave.

A defesa tricolor trocava passes, rodava a bola, mas por vezes se atrapalhava, gerando a ira da torcida. Lá na frente demorou para a equipe engrenar, mas quando deu certo criou boas chances. Porém, foi aí que o goleiro Vaca apareceu para intervir em cabeçada de Lucão e chutes de Ganso e Centurión.

Com mais posse de bola, o São Paulo dominava as ações na segunda etapa. Mas o The Strongest não estava morto e aos 17, em jogada ensaiada, Chumacero recebeu em profundidade e cruzou para Alonso cabecear e abrir o placar.

A partir daí, com o Tricolor em desvantagem no placar, a ansiedade passou a pesar. E o chute para fora de Rogério, aos 41, cara a cara com Vaca, foi a maior prova disso.

Lamentações e desculpas de um lado; música e festa do outro

Os vestiários do Pacaembu tiveram climas opostos após a vitória do The Strongest sobre o São Paulo por 1 a 0, ontem à noite. Enquanto do lado brasileiro os jogadores tricolores se esquivaram e sobrou para Calleri e o técnico Bauza darem justificativas para o revés, os bolivianos celebraram com música latina a primeira vitória fora de casa na Libertadores desde 1982.

“O time não fez boa partida. Não teve qualidade para tomar boas decisões. Criou poucas chances. Aí esteve nosso maior erro: a falta de qualidade para finalizar”, disse o treinador.

“Fizemos história”, destacou o meia Pablo Escobar, ex-Santo André e ídolo do Strongest. “É só o começo da competição, foi um primeiro passo importante e, se ganharmos os três jogos em La Paz, temos chance de nos classificar”, projetou.



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

São Paulo perde do Strongest

Time joga mal e deixa o campo vaiado na
estreia pela fase de grupos da Copa Libertadores

Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

18/02/2016 | 07:00


Em inglês, The Strongest significa o mais forte. Ontem à noite, no Pacaembu, a equipe boliviana de nome importado pode não ter demonstrado tanta força diante do São Paulo, na estreia dos clubes no Grupo A da Copa Libertadores da América. Mas os visitantes foram mais voluntariosos e acabaram premiados com a vitória por 1 a 0.

O resultado causou protesto intenso da torcida a partir dos minutos finais do confronto. Os são-paulinos cobraram vontade, pediram respeito, chamaram o time de “amarelão” e criticaram jogadores como Centurión e Michel Bastos. Já o zagueiro Lucão, vilão do clássico contra o Corinthians, ganhou apoio dos tricolores.

Com o meio de campo composto por cinco homens e Alan Kardec escalado mais à frente, o São Paulo tentou sufocar o The Strongest desde o começo. E foi na base da pressão que logo no primeiro minuto o atacante quase se aproveitou de falha da defesa para abrir o placar.

Com a proposta de explorar os erros são-paulinos, o time boliviano tinha Pablo Escobar como maestro, mas quem criou a melhor chance dos visitantes no primeiro tempo foi Ramallo, que acertou a trave.

A defesa tricolor trocava passes, rodava a bola, mas por vezes se atrapalhava, gerando a ira da torcida. Lá na frente demorou para a equipe engrenar, mas quando deu certo criou boas chances. Porém, foi aí que o goleiro Vaca apareceu para intervir em cabeçada de Lucão e chutes de Ganso e Centurión.

Com mais posse de bola, o São Paulo dominava as ações na segunda etapa. Mas o The Strongest não estava morto e aos 17, em jogada ensaiada, Chumacero recebeu em profundidade e cruzou para Alonso cabecear e abrir o placar.

A partir daí, com o Tricolor em desvantagem no placar, a ansiedade passou a pesar. E o chute para fora de Rogério, aos 41, cara a cara com Vaca, foi a maior prova disso.

Lamentações e desculpas de um lado; música e festa do outro

Os vestiários do Pacaembu tiveram climas opostos após a vitória do The Strongest sobre o São Paulo por 1 a 0, ontem à noite. Enquanto do lado brasileiro os jogadores tricolores se esquivaram e sobrou para Calleri e o técnico Bauza darem justificativas para o revés, os bolivianos celebraram com música latina a primeira vitória fora de casa na Libertadores desde 1982.

“O time não fez boa partida. Não teve qualidade para tomar boas decisões. Criou poucas chances. Aí esteve nosso maior erro: a falta de qualidade para finalizar”, disse o treinador.

“Fizemos história”, destacou o meia Pablo Escobar, ex-Santo André e ídolo do Strongest. “É só o começo da competição, foi um primeiro passo importante e, se ganharmos os três jogos em La Paz, temos chance de nos classificar”, projetou.

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;