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Fábrica de Cultura vira carta na manga para Lauro

Sem grandes feitos no gatilho, abertura de unidade é adiada para dezembro


Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

09/11/2018 | 07:00


Sem grandes obras para entregar ou inaugurações no horizonte, o governo do prefeito Lauro Michels (PV) terá a Fábrica de Cultura da cidade, equipamento construído com dinheiro do governo do Estado, como trunfo para apresentar nos festejos dos 59 anos de Diadema, celebrado em 8 de dezembro. A abertura parcial da unidade, que foi inicialmente agendada para esta semana, foi prorrogada para o mês que vem.

A equipe de reportagem do Diário esteve ontem no local e novamente se deparou com os portões fechados. Entre os funcionários que já estão transitando pelo prédio, muitos ainda trabalham na instalação da infraestrutura do prédio – havia serralheiros no local.

A abertura da Fábrica de Cultura em sua totalidade, porém, só ocorrerá no ano que vem. O próprio material de divulgação da unidade anuncia o início de inscrições para as oficinas culturais somente a partir de janeiro. Até lá, segundo apurou o Diário, o prédio deverá ser aberto em dezembro apenas para a inauguração da biblioteca. Se cumprido esse calendário, serão pelo menos oito meses com os portões fechados desde que a unidade foi inaugurada oficialmente. Em abril, antes de deixar o cargo para disputar a Presidência, o então governador Geraldo Alckmin (PSDB) abriu a unidade.

As obras da Fábrica de Cultura de Diadema – primeira unidade do equipamento fora da Capital – vão completar quatro anos. O início das intervenções ocorreu em junho de 2014.

Em julho, a Secretaria de Cultura do Estado informou ao Diário que a unidade entraria em operação em setembro. Na ocasião, a OS (Organização Social) que gerenciará o equipamento havia acabado de ser selecionada por meio de chamamento público, a Poiesis (Instituto de Apoio à Cultura, à Língua e à Literatura).

O contrato terá vigência até 31 dezembro de 2020 e, para os próximos dois anos, o órgão receberá R$ 6,4 milhões do Palácio dos Bandeirantes para gerir o equipamento. (Colaborou Daniel Macário) 



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Fábrica de Cultura vira carta na manga para Lauro

Sem grandes feitos no gatilho, abertura de unidade é adiada para dezembro

Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

09/11/2018 | 07:00


Sem grandes obras para entregar ou inaugurações no horizonte, o governo do prefeito Lauro Michels (PV) terá a Fábrica de Cultura da cidade, equipamento construído com dinheiro do governo do Estado, como trunfo para apresentar nos festejos dos 59 anos de Diadema, celebrado em 8 de dezembro. A abertura parcial da unidade, que foi inicialmente agendada para esta semana, foi prorrogada para o mês que vem.

A equipe de reportagem do Diário esteve ontem no local e novamente se deparou com os portões fechados. Entre os funcionários que já estão transitando pelo prédio, muitos ainda trabalham na instalação da infraestrutura do prédio – havia serralheiros no local.

A abertura da Fábrica de Cultura em sua totalidade, porém, só ocorrerá no ano que vem. O próprio material de divulgação da unidade anuncia o início de inscrições para as oficinas culturais somente a partir de janeiro. Até lá, segundo apurou o Diário, o prédio deverá ser aberto em dezembro apenas para a inauguração da biblioteca. Se cumprido esse calendário, serão pelo menos oito meses com os portões fechados desde que a unidade foi inaugurada oficialmente. Em abril, antes de deixar o cargo para disputar a Presidência, o então governador Geraldo Alckmin (PSDB) abriu a unidade.

As obras da Fábrica de Cultura de Diadema – primeira unidade do equipamento fora da Capital – vão completar quatro anos. O início das intervenções ocorreu em junho de 2014.

Em julho, a Secretaria de Cultura do Estado informou ao Diário que a unidade entraria em operação em setembro. Na ocasião, a OS (Organização Social) que gerenciará o equipamento havia acabado de ser selecionada por meio de chamamento público, a Poiesis (Instituto de Apoio à Cultura, à Língua e à Literatura).

O contrato terá vigência até 31 dezembro de 2020 e, para os próximos dois anos, o órgão receberá R$ 6,4 milhões do Palácio dos Bandeirantes para gerir o equipamento. (Colaborou Daniel Macário) 

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