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Maninho e o filho decidem resistir à prisão

Celso Luiz/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Justiça determinou encarceramento dos petistas na sexta; dupla é acusada de tentativa de homicídio


Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

13/05/2018 | 07:00


O ex-vereador Manoel Eduardo Marinho, o Maninho, e o filho Leandro Eduardo Marinho (ambos do PT) decidiram resistir à prisão, decretada na sexta-feira. Os dois agrediram um manifestante em abril. Ao Diário, a defesa da dupla afirmou que ingressou ontem com pedido de habeas corpus no TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) e que, pelo menos até que seja julgado o recurso, os petistas não se entregarão.

A Polícia Civil esteve sexta-feira na casa do ex-parlamentar, no bairro Piraporinha, para cumprir o mandado de prisão preventiva, mas eles não estavam no local e, por isso, foram considerados foragidos.

Pessoas próximas a Maninho relataram ao Diário que a intenção do ex-vereador não é a de descumprir o mandado expedido pela juíza Débora Faitarone, mas destacaram que apostam em resultado positivo do julgamento dos HCs. Como os recursos foram impetrados de forma eletrônica, qualquer desfecho só ocorrerá a partir de amanhã. Os advogados até que poderiam pleitear o salvo-conduto de forma presencial no plantão judiciário do TJ-SP, mas não o fizeram. “Estamos esperando o resultado do HC”, afirmou o criminalista Roberto Vasco, ao sustentar que a decisão de a dupla se entregar ou não “é pessoal”. “Ele vai decidir junto à família dele.” Maninho e o filho não estão em Diadema.

A sentença é relacionada à agressão ao empresário Carlos Alberto Bettoni, que no dia 5 de abril bateu a cabeça no para-choque de um caminhão ao ser empurrado por Maninho e o filho, o que resultou em traumatismo craniano. A vítima ficou vários dias internada na UTI, mas passa bem. A polícia civil indiciou a dupla por lesão corporal dolosa grave – com pena de um a cinco anos de prisão. 



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Maninho e o filho decidem resistir à prisão

Justiça determinou encarceramento dos petistas na sexta; dupla é acusada de tentativa de homicídio

Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

13/05/2018 | 07:00


O ex-vereador Manoel Eduardo Marinho, o Maninho, e o filho Leandro Eduardo Marinho (ambos do PT) decidiram resistir à prisão, decretada na sexta-feira. Os dois agrediram um manifestante em abril. Ao Diário, a defesa da dupla afirmou que ingressou ontem com pedido de habeas corpus no TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) e que, pelo menos até que seja julgado o recurso, os petistas não se entregarão.

A Polícia Civil esteve sexta-feira na casa do ex-parlamentar, no bairro Piraporinha, para cumprir o mandado de prisão preventiva, mas eles não estavam no local e, por isso, foram considerados foragidos.

Pessoas próximas a Maninho relataram ao Diário que a intenção do ex-vereador não é a de descumprir o mandado expedido pela juíza Débora Faitarone, mas destacaram que apostam em resultado positivo do julgamento dos HCs. Como os recursos foram impetrados de forma eletrônica, qualquer desfecho só ocorrerá a partir de amanhã. Os advogados até que poderiam pleitear o salvo-conduto de forma presencial no plantão judiciário do TJ-SP, mas não o fizeram. “Estamos esperando o resultado do HC”, afirmou o criminalista Roberto Vasco, ao sustentar que a decisão de a dupla se entregar ou não “é pessoal”. “Ele vai decidir junto à família dele.” Maninho e o filho não estão em Diadema.

A sentença é relacionada à agressão ao empresário Carlos Alberto Bettoni, que no dia 5 de abril bateu a cabeça no para-choque de um caminhão ao ser empurrado por Maninho e o filho, o que resultou em traumatismo craniano. A vítima ficou vários dias internada na UTI, mas passa bem. A polícia civil indiciou a dupla por lesão corporal dolosa grave – com pena de um a cinco anos de prisão. 

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