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A difícil e mágica tarefa de ser mãe

Nario Barbosa/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Mulheres revelam a importância do acompanhamento integral durante a gravidez e após o nascimento


Tauana Marin
Do Diário do Grande ABC

13/05/2018 | 07:00


  Ser mãe é se transformar constantemente. Desde o anúncio da gravidez – com as mudanças do corpo –, passando por todas as descobertas e dificuldades em cuidar e alimentar um recém-nascido, até zelar pelo desenvolvimento da criança. Para auxiliar as mulheres durante este período delicado e mágico da vida, as prefeituras oferecem programas de acompanhamento – chamados pré-natal – do momento do descobrimento até as consultas com o pediatra após o nascimento do bebê.

“Pegou-me de surpresa. Tinha acabado minha faculdade em RH (Recursos Humanos) e visava me dedicar à minha carreira. Não sabia como seria lidar com um bebê. Mas, dia após dia, você vai entendendo aquele serzinho que você passa a amar mais que tudo. No começo amamentar, por exemplo, é muito difícil, mas nada como o tempo para nos ensinar. Hoje, a hora que alimento meu filho é a mais feliz do dia”, narra a operadora de telemarketing Clara Nathielly Bastos Teixeira, 22 anos, de São Bernardo, mãe do pequeno Itallo, de 2 meses.

Ela, que tem convênio, encontrou na UBS (Unidade Básica de Saúde) da Vila Euclides, no município onde mora, aconchego e segurança. “Preferi fazer todo o pré-natal pela rede pública porque fui acolhida. Tive apoio, esclarecimento logo na primeira consulta, realizando todos os testes e exames para zelar minha saúde e do meu filho”, conta Clara. Na barriga, ela aponta as estrias. “Mas o coração está pleno. Mudei minha alimentação por conta da amamentação e o ganho de peso dele. Mas, engraçado como para a mãe tudo vale a pena.”

E para quem acha que uma vez mãe a mulher sabe de tudo, se engana. Na mesma UBS de São Bernardo, a dona de casa Andressa de Souza Santos, 21, se espanta com os desconfortos de sua segunda gravidez. “Na primeira, da Bianca, não tive sintomas. Nesta, que carrego Helena, emagreci nove quilos de tantos episódios de vômito e desconforto. Isso prova que cada filho é de um jeito, inclusive, na gestação. Cuido da minha saúde também para sempre cuidar delas.”

Programas municipais orientam gestantes e oferecem apoio psicológico

As redes municipais de Saúde das sete cidades oferecem programas que garantem desde orientação e acompanhamento médico até apoio psicológico às gestantes.

“A e maioria é de jovens com medo da notícia e que busca apoio e orientação. E nossa função é oferecer grupos de ajuda para que elas façam o acompanhamento mensal, tirem dúvidas, além do apoio psicológico”, conta o ginecologista e obstetra David Meserlian, que atua na rede há 26 anos, sendo dez na UBS (Unidade Básica da Saúde) da Vila Euclides.

“Juntos, pensamos no pós-parto, no método contraceptivo. O ideal é que a pessoa tenha todo suporte”, explica a enfermeira-assistente Flávia Andrade. Em São Bernardo realiza-se cerca de 3.000 atendimentos de pré-natal por mês. Já o número de novas gestantes é de, em média, 450 a cada mês.

Em São Caetano, 90% das gestantes da rede que seguem com o pré-natal são de primeira viagem. O tipo de parto ainda é o que causa mais dúvidas nas mamães, esclarece a diretora da atenção básica da cidade, Ana Paula Peña Dias.

Em Ribeirão Pires, a humanização do atendimento às gestantes na rede municipal, desde o último ano, realiza acolhimento a 55 grávidas, em média, por mês.

Nos últimos seis meses, a rede de Saúde de Santo André realizou média de 3.274 consultas de pré-natal e 270 consultas de puerpério.

Na semana que antecedeu o Dia das Mães, Mauá reuniu 300 gestantes para conscientizar sobre o pré e o pós-natal. Livros foram entregues, assim como kits com produtos para os bebês que estão a caminho.



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A difícil e mágica tarefa de ser mãe

Mulheres revelam a importância do acompanhamento integral durante a gravidez e após o nascimento

Tauana Marin
Do Diário do Grande ABC

13/05/2018 | 07:00


  Ser mãe é se transformar constantemente. Desde o anúncio da gravidez – com as mudanças do corpo –, passando por todas as descobertas e dificuldades em cuidar e alimentar um recém-nascido, até zelar pelo desenvolvimento da criança. Para auxiliar as mulheres durante este período delicado e mágico da vida, as prefeituras oferecem programas de acompanhamento – chamados pré-natal – do momento do descobrimento até as consultas com o pediatra após o nascimento do bebê.

“Pegou-me de surpresa. Tinha acabado minha faculdade em RH (Recursos Humanos) e visava me dedicar à minha carreira. Não sabia como seria lidar com um bebê. Mas, dia após dia, você vai entendendo aquele serzinho que você passa a amar mais que tudo. No começo amamentar, por exemplo, é muito difícil, mas nada como o tempo para nos ensinar. Hoje, a hora que alimento meu filho é a mais feliz do dia”, narra a operadora de telemarketing Clara Nathielly Bastos Teixeira, 22 anos, de São Bernardo, mãe do pequeno Itallo, de 2 meses.

Ela, que tem convênio, encontrou na UBS (Unidade Básica de Saúde) da Vila Euclides, no município onde mora, aconchego e segurança. “Preferi fazer todo o pré-natal pela rede pública porque fui acolhida. Tive apoio, esclarecimento logo na primeira consulta, realizando todos os testes e exames para zelar minha saúde e do meu filho”, conta Clara. Na barriga, ela aponta as estrias. “Mas o coração está pleno. Mudei minha alimentação por conta da amamentação e o ganho de peso dele. Mas, engraçado como para a mãe tudo vale a pena.”

E para quem acha que uma vez mãe a mulher sabe de tudo, se engana. Na mesma UBS de São Bernardo, a dona de casa Andressa de Souza Santos, 21, se espanta com os desconfortos de sua segunda gravidez. “Na primeira, da Bianca, não tive sintomas. Nesta, que carrego Helena, emagreci nove quilos de tantos episódios de vômito e desconforto. Isso prova que cada filho é de um jeito, inclusive, na gestação. Cuido da minha saúde também para sempre cuidar delas.”

Programas municipais orientam gestantes e oferecem apoio psicológico

As redes municipais de Saúde das sete cidades oferecem programas que garantem desde orientação e acompanhamento médico até apoio psicológico às gestantes.

“A e maioria é de jovens com medo da notícia e que busca apoio e orientação. E nossa função é oferecer grupos de ajuda para que elas façam o acompanhamento mensal, tirem dúvidas, além do apoio psicológico”, conta o ginecologista e obstetra David Meserlian, que atua na rede há 26 anos, sendo dez na UBS (Unidade Básica da Saúde) da Vila Euclides.

“Juntos, pensamos no pós-parto, no método contraceptivo. O ideal é que a pessoa tenha todo suporte”, explica a enfermeira-assistente Flávia Andrade. Em São Bernardo realiza-se cerca de 3.000 atendimentos de pré-natal por mês. Já o número de novas gestantes é de, em média, 450 a cada mês.

Em São Caetano, 90% das gestantes da rede que seguem com o pré-natal são de primeira viagem. O tipo de parto ainda é o que causa mais dúvidas nas mamães, esclarece a diretora da atenção básica da cidade, Ana Paula Peña Dias.

Em Ribeirão Pires, a humanização do atendimento às gestantes na rede municipal, desde o último ano, realiza acolhimento a 55 grávidas, em média, por mês.

Nos últimos seis meses, a rede de Saúde de Santo André realizou média de 3.274 consultas de pré-natal e 270 consultas de puerpério.

Na semana que antecedeu o Dia das Mães, Mauá reuniu 300 gestantes para conscientizar sobre o pré e o pós-natal. Livros foram entregues, assim como kits com produtos para os bebês que estão a caminho.

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