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Enfermeiro nega acusações de ter agredido mulher


Matheus Angioleto
Especial para o Diário

14/07/2017 | 07:00


 O auxiliar de enfermagem Luciano André Rodrigues, 46 anos, integrante do Coren-SP (Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo), nega as acusações de agressão feitas pela mulher, Eliane Nunes, 31, conforme noticiado pelo Diário na edição de ontem. Segundo Rodrigues, a motivação do caso é política. Na terça-feira, Eliane concedeu entrevista para falar sobre o caso de violência doméstica, que corre em segredo de Justiça.

Militante das 30 horas semanais aos enfermeiros, Rodrigues também se considera defensor de causas contra a violência no setor, composto por 86% de mulheres. No dia 1º de outubro será realizada a eleição no Coren-SP via internet, ponto que ele enxerga como motivação às acusações – já que concorre à reeleição como conselheiro e a mulher, nas palavras dele, estaria passando informações à oposição a fim de prejudicá-lo. “A gente (casal) vinha mal, tinha diversas desconfianças. Ela tinha senhas do meu computador, celular, banco, tinha minha vida nas mãos dela. Tivemos discussão de ciúmes, e eu disse que ia mudar as senhas, até porque tinha documentação de registro de chapa.”

Segundo Luciano, as acusações sobre ter deixado a mulher trancada em casa para pegar pizza, como ela afirmou, não procedem. Além disso, ele diz que precisou pedir pizza porque a mulher não fazia comida. “Quando entrei, ela estava ao celular com a mãe, falando que tinha sido agredida. A gente teve discussão, mas não chamei ninguém de vagabunda. Ela estava insinuando que eu tinha caso com alguém, mas está me medindo com a régua dela”, completa.

O acusado afirma ter acionado advogado, que atualmente junta provas, além de ter feito boletim de ocorrência por preservação de direitos. “Tenho coisas no apartamento que preciso retirar. Tomarei as precauções legais.”

 



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Enfermeiro nega acusações de ter agredido mulher

Matheus Angioleto
Especial para o Diário

14/07/2017 | 07:00


 O auxiliar de enfermagem Luciano André Rodrigues, 46 anos, integrante do Coren-SP (Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo), nega as acusações de agressão feitas pela mulher, Eliane Nunes, 31, conforme noticiado pelo Diário na edição de ontem. Segundo Rodrigues, a motivação do caso é política. Na terça-feira, Eliane concedeu entrevista para falar sobre o caso de violência doméstica, que corre em segredo de Justiça.

Militante das 30 horas semanais aos enfermeiros, Rodrigues também se considera defensor de causas contra a violência no setor, composto por 86% de mulheres. No dia 1º de outubro será realizada a eleição no Coren-SP via internet, ponto que ele enxerga como motivação às acusações – já que concorre à reeleição como conselheiro e a mulher, nas palavras dele, estaria passando informações à oposição a fim de prejudicá-lo. “A gente (casal) vinha mal, tinha diversas desconfianças. Ela tinha senhas do meu computador, celular, banco, tinha minha vida nas mãos dela. Tivemos discussão de ciúmes, e eu disse que ia mudar as senhas, até porque tinha documentação de registro de chapa.”

Segundo Luciano, as acusações sobre ter deixado a mulher trancada em casa para pegar pizza, como ela afirmou, não procedem. Além disso, ele diz que precisou pedir pizza porque a mulher não fazia comida. “Quando entrei, ela estava ao celular com a mãe, falando que tinha sido agredida. A gente teve discussão, mas não chamei ninguém de vagabunda. Ela estava insinuando que eu tinha caso com alguém, mas está me medindo com a régua dela”, completa.

O acusado afirma ter acionado advogado, que atualmente junta provas, além de ter feito boletim de ocorrência por preservação de direitos. “Tenho coisas no apartamento que preciso retirar. Tomarei as precauções legais.”

 

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