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'Hellboy' volta melhor em continuação nas telas

Herói demoníaco está mais divertido em 'Hellboy II - o Exército Dourado", que estréia hoje nos cinemas


Carla Navarrete
Do Diário OnLine

05/09/2008 | 07:02


Quando o primeiro "Hellboy" foi lançado em 2004, o mexicano Guillermo Del Toro ainda não tinha dirigido nenhum grande filme, tendo no currículo trabalhos como "Blade II", "Mutação" e o cult "A Espinha do Diabo". Dois anos depois, ele atingiu o auge de sua carreira (até o momento) e entrou para o time dos grandes cineastas com "O Labirinto do Fauno", longa vencedor de três Oscar. A maturidade adquirida nesse período pode ser conferida a partir desta sexta-feira em "Hellboy II - o Exército Dourado", que estréia nos cinemas do Grande ABC e de São Paulo.

Para quem viu o primeiro filme, a evolução entre ele e este segundo é bastante visível, principalmente no caso do personagem principal. Ron Perlman parece ter ficado mais à vontade no papel do demônio com coração de ouro cujo trabalho é ajudar os seres humanos. Seu Hellboy está mais engraçado e chega até a ser adorável em alguns momentos, assim como o time que o acompanha: a namorada pirocinética Liz Sherman (Selma Blair), o amigo aquático Abe Sapien (Doug Jones) e o chefe Tom Manning (Jeffrey Tambor).

Nessa continuação, Hellboy precisa impedir que um príncipe elfo rompa uma trégua feita há muito tempo entre os homens e os seres que habitam a natureza. Inconformado com a destruição do planeta, o anárquico Nuada (Luke Gross) quer libertar o exército dourado do título e exterminar os humanos, garantindo que seu povo volte a habitar a Terra sem ter de se esconder existindo somente nos contos de fadas.

Em meio a isso, o herói demoníaco ainda enfrenta conflitos com a namorada, é rejeitado pelos homens a quem tanto defende e passa a ter um novo chefe na Agência de Pesquisa e Defesa Paranormais, que existe apenas em forma de gás ectoplasmático, o Dr. Johann Krauss (Seth MacFarlane). Tudo isso sem saber, ainda por cima, que será pai.

Além das referências à obra de J. R. Tolkien ("O Senhor dos Anéis"), Del Toro também trouxe muito do trabalho anterior ao longa. Seus elfos, fadas e outros seres fantásticos parecem ter saído de ‘Fauno', assim como alguns cenários. Apesar disso, "Hellboy II" consegue manter a autenticidade dos quadrinhos criados por Mike Mignola, e garante entretenimento de qualidade.



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'Hellboy' volta melhor em continuação nas telas

Herói demoníaco está mais divertido em 'Hellboy II - o Exército Dourado", que estréia hoje nos cinemas

Carla Navarrete
Do Diário OnLine

05/09/2008 | 07:02


Quando o primeiro "Hellboy" foi lançado em 2004, o mexicano Guillermo Del Toro ainda não tinha dirigido nenhum grande filme, tendo no currículo trabalhos como "Blade II", "Mutação" e o cult "A Espinha do Diabo". Dois anos depois, ele atingiu o auge de sua carreira (até o momento) e entrou para o time dos grandes cineastas com "O Labirinto do Fauno", longa vencedor de três Oscar. A maturidade adquirida nesse período pode ser conferida a partir desta sexta-feira em "Hellboy II - o Exército Dourado", que estréia nos cinemas do Grande ABC e de São Paulo.

Para quem viu o primeiro filme, a evolução entre ele e este segundo é bastante visível, principalmente no caso do personagem principal. Ron Perlman parece ter ficado mais à vontade no papel do demônio com coração de ouro cujo trabalho é ajudar os seres humanos. Seu Hellboy está mais engraçado e chega até a ser adorável em alguns momentos, assim como o time que o acompanha: a namorada pirocinética Liz Sherman (Selma Blair), o amigo aquático Abe Sapien (Doug Jones) e o chefe Tom Manning (Jeffrey Tambor).

Nessa continuação, Hellboy precisa impedir que um príncipe elfo rompa uma trégua feita há muito tempo entre os homens e os seres que habitam a natureza. Inconformado com a destruição do planeta, o anárquico Nuada (Luke Gross) quer libertar o exército dourado do título e exterminar os humanos, garantindo que seu povo volte a habitar a Terra sem ter de se esconder existindo somente nos contos de fadas.

Em meio a isso, o herói demoníaco ainda enfrenta conflitos com a namorada, é rejeitado pelos homens a quem tanto defende e passa a ter um novo chefe na Agência de Pesquisa e Defesa Paranormais, que existe apenas em forma de gás ectoplasmático, o Dr. Johann Krauss (Seth MacFarlane). Tudo isso sem saber, ainda por cima, que será pai.

Além das referências à obra de J. R. Tolkien ("O Senhor dos Anéis"), Del Toro também trouxe muito do trabalho anterior ao longa. Seus elfos, fadas e outros seres fantásticos parecem ter saído de ‘Fauno', assim como alguns cenários. Apesar disso, "Hellboy II" consegue manter a autenticidade dos quadrinhos criados por Mike Mignola, e garante entretenimento de qualidade.

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