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Morales visita Fidel em meio à crise em seu país


Da AFP

07/09/2006 | 16:55


A exemplo do presidente venezuelano Hugo Chávez, o chefe de Estado boliviano, Evo Morales, também visitou o presidente de Cuba, Fidel Castro, a quem considera uma espécie de "pai político e espiritual".

Morales esteve em Cuba durante oito horas, duas das quais se encontrou com o líder revolucionário. Também realizou reuniões com Raúl Castro, interinamente no poder na ilha, e com jovens bolivianos que estudam no país.

Sua visita relâmpago não era esperada, já que na próxima semana o boliviano voltará a Havana para assistir à XIV Cúpula do Movimento de Países Não-Alinhados (dias 15 e 16).

Morales visitou Fidel num momento em que enfrenta uma situação política complicada em seu país, pois quatro importantes regiões bolivianas, encabeçadas pela rica e poderosa Santa Cruz, ratificaram uma greve convocada contra ele nesta sexta-feira.

"Fidel disse que Evo é um líder excepcional, muito inteligente e que conhece com precisão quase matemática o que deve ser feito na Bolívia", destacou o informe oficial da visita de Morales a Havana, lido na noite de quarta-feira no programa local Mesa Redonda.

O protesto que será promovido pelas quatro regiões bolivianas foi organizado por entidades empresariais, cívicas e políticas de direita, opositoras a Morales. Segundo ele, "grupos de elite conspiram contra a nacionalização dos combustíveis e a Assembléia Constituinte".

O governo acha que a greve é "politizada e partidarista", segundo palavras da ministra do Interior Alicia Muñoz, que acusou os grupos de ultradireita de Santa Cruz de promover a violência.

Ante o clima de confronto, um porta-voz das Forças Armadas, coronel Ernest Aguirre, disse que os militares se encontram em "estado de alerta".



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Morales visita Fidel em meio à crise em seu país

Da AFP

07/09/2006 | 16:55


A exemplo do presidente venezuelano Hugo Chávez, o chefe de Estado boliviano, Evo Morales, também visitou o presidente de Cuba, Fidel Castro, a quem considera uma espécie de "pai político e espiritual".

Morales esteve em Cuba durante oito horas, duas das quais se encontrou com o líder revolucionário. Também realizou reuniões com Raúl Castro, interinamente no poder na ilha, e com jovens bolivianos que estudam no país.

Sua visita relâmpago não era esperada, já que na próxima semana o boliviano voltará a Havana para assistir à XIV Cúpula do Movimento de Países Não-Alinhados (dias 15 e 16).

Morales visitou Fidel num momento em que enfrenta uma situação política complicada em seu país, pois quatro importantes regiões bolivianas, encabeçadas pela rica e poderosa Santa Cruz, ratificaram uma greve convocada contra ele nesta sexta-feira.

"Fidel disse que Evo é um líder excepcional, muito inteligente e que conhece com precisão quase matemática o que deve ser feito na Bolívia", destacou o informe oficial da visita de Morales a Havana, lido na noite de quarta-feira no programa local Mesa Redonda.

O protesto que será promovido pelas quatro regiões bolivianas foi organizado por entidades empresariais, cívicas e políticas de direita, opositoras a Morales. Segundo ele, "grupos de elite conspiram contra a nacionalização dos combustíveis e a Assembléia Constituinte".

O governo acha que a greve é "politizada e partidarista", segundo palavras da ministra do Interior Alicia Muñoz, que acusou os grupos de ultradireita de Santa Cruz de promover a violência.

Ante o clima de confronto, um porta-voz das Forças Armadas, coronel Ernest Aguirre, disse que os militares se encontram em "estado de alerta".

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